A Vibra iniciou o ano de 2026 com resultados que refletem uma transformação cultural e operacional de longo prazo. A performance comprova, ainda, a maior agilidade frente a um cenário geopolítico complexo, de alta volatilidade e possível escassez de produto. Com responsabilidade, a Vibra superou as restrições de oferta e garantiu o pleno abastecimento a clientes e parceiros. A estratégia de mix de suprimento resultou em custos competitivos frente a outros agentes. Sob a premissa de um crescimento sustentável de longo prazo, a companhia segue liderando o mercado ao equilibrar market share e rentabilidade.
No primeiro trimestre de 2026, a Vibra reafirmou a solidez de seu modelo de negócio. Como resultado, houve uma expansão da rede embandeirada (+155 postos), formalização de novos contratos B2B (+ de 50) e maior procura dos consumidores finais pelos produtos e serviços da empresa. Cabe destacar, ainda, novos avanços no ambiente regulatório. Neste contexto, a Vibra registrou um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, sigla em inglês) ajustado de R$ 3,2 bilhões, com volume de vendas de 8.737 mil metros cúbicos, margem Ebitda ajustada de R$ 350/metros cúbicos e margem Ebitda ajustada recorrente de R$ 258/metros cúbicos
O desempenho do período não é um evento isolado. A Vibra demonstra uma evolução consistente desde o início de suas operações, e seus resultados refletem uma jornada de alocação disciplinada de capital e melhoria operacional, principalmente nos últimos anos, com desenvolvimento de uma estratégia sólida de equilíbrio de market share e margens. Ao considerar a performance da ação e proventos distribuídos nos últimos 12 meses (01 de abril de 2025 a 31 demarço de 2026), a empresa entrega aos seus acionistas retorno maior que o da Ibovespa e do CDI, alcançando um total de 108%.
—Atuamos de forma proativa para garantir a plena disponibilidade de produtos ao mercado, honrando integralmente nossos contratos e contribuindo para o abastecimento nacional. Nossa estratégia de suprimento permitiu atender de forma competitiva nossa rede de postos e os clientes B2B, atenuando os efeitos da alta dos preços internacionais sobre nossos resultados e reforçando nossa posição de referência— afirma Ernesto Pousada, CEO da Vibra. —Nosso papel vai além da distribuição de combustíveis. Somos parte da infraestrutura que sustenta a atividade econômica do País: do transporte de alimentos à aviação, da mobilidade urbana ao agronegócio. Garantir previsibilidade, segurança energética e competitividade para esses setores é parte central da nossa responsabilidade como empresa —complementa o executivo.
Solidez financeira e geração de valor — A Vibra encerrou o ciclo do primeiro trimestre de 2026 com uma estrutura de capital ainda mais robusta, reduzindo sua alavancagem para o patamar de 2,0x. Este indicador não apenas ratifica a saúde financeira da companhia, mas reforça o compromisso com a alocação responsável de capital e a geração de valor aos acionistas. Durante o período, a Companhia manteve consistência na gestão, fortalecendo parcerias estratégicas e acelerando as frentes de negócio que conferem rentabilidade ao portfólio.
Uma nova jornada no setor de Lubrificantes — Lubrificantes, segmento estratégico para o crescimento da Vibra, também alcançaram resultados consistentes, atingindo o maior volume já registrado para o primeiro trimestre (+7% ante primeiro trimestre de 2025). No início do ano, a companhia inovou mais uma vez e lançou no mercado a primeira embalagem flexível tipo Pouch do segmento no Brasil, que deve gerar uma economia de até 10% na logística e reduzir significativamente a pegada ambiental por meio da economia circular. O novo formato representa um avanço estrutural na cadeia do setor, ao combinar inovação, competitividade e ganhos ambientais mensuráveis.
Marcos regulatórios e busca por qualidade impulsionam crescimento —O primeiro trimestre de 2026 também marcou a consolidação do movimento de conscientização e busca por qualidade no mercado, com clientes migrando para redes embandeiradas em meio a um cenário de preços em alta e restrição de oferta. A Vibra, como um pure-play de distribuição do Brasil, capturou esse fluxo, registrando 155 novos postos — recorde histórico em único trimestre —, um crescimento líquido de 58 unidades, totalizando 7.514 postos. Além disso, registrou aumento de 11% no Volume Médio Mensal (VMM). As lojas BR Mania, rede presente no ranking das dez maiores franquias do país, registraram expansão de +7% (YoY).
Esse desempenho ocorreu em paralelo a avanços estruturais decisivos no campo regulatório, que simplificam a tributação e restringem agentes inadimplentes. A entrada em vigor da Monofasia da Nafta (janeiro de 2026) simplificou a tributação e reduziu arbitragens para sonegação. Além disso, a Regulamentação do Devedor Contumaz (março de 2026) passou a restringir a atuação de agentes inadimplentes, fortalecendo a isonomia competitiva no setor. Esses marcos reforçam que o setor caminha para uma concorrência mais justa, equilibrada e pautada pela transparência, com maior proteção ao consumidor e ao próprio mercado. Ao reduzir distorções competitivas e combater práticas irregulares, essas medidas fortalecem uma cadeia mais sustentável, previsível e pautada pela isonomia entre os agentes.
O segmento de renováveis permanece como um pilar importante para a Vibra, apesar de inserido em um contexto setorial desafiador. Mesmo com os impactos do curtailment e do aumento do preço da energia, a conversão de caixa da Comerc no primeiro trimestre de 2026 foi em linha com o mesmo período do ano anterior. A companhia segue atenta às transformações das diversas matrizes energéticas, sem abrir mão da disciplina na gestão do capital.
—Somos uma ação líquida, com retorno de 108% nos últimos 12 meses (findos em 31 de março de 2026), e uma base acionária de referência. Mantemos o compromisso com a execução disciplinada de nossa estratégia, convictos de que criar valor de forma sustentável — para quem depende do combustível, para quem distribui com a nossa bandeira e para quem investe na Vibra — é o que nos define como empresa e agente estruturante no desenvolvimento econômico do País —ressalta o CEO.