As receitas atingiram R$ 11 bilhões, crescimento de 10% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.
O Grupo Porto manteve o crescimento em duplo dígito das receitas totais —Excluindo os efeitos do novo modelo de diferimento de receitas e custos do Consórcio, agora por grupo e cota—, que atingiram R$ 11 bilhões — um aumento de 10% frente ao mesmo período do ano anterior. O lucro líquido foi de R$ 839 milhões (+1% ante o terceiro trimestre de 2025), com resultado recorrente² de R$ 713 milhões (-14%), entregando um ROAE de 20,7% (17,6% na visão recorrente —Ajustado pelo i) reconhecimento dos Créditos Tributários Diferidos (-R$ 135,4 milhões), que estavam provisionados para perda, em decorrência a reorganização societária da Porto Serviço, em curso e ii) + R$ 9,2 milhões de beneficio caixa de redução de IR pela amortização de ágio da CDF—. Em meio a um cenário de crédito mais desafiador, a complementaridade entre as verticais e o portfólio cada vez mais diversificado contribuíram para a resiliência do Grupo Porto, sustentando a geração de valor e a evolução contínua da companhia.
Desempenho das Verticais, comparadas ao terceiro trimestre de 2025: Porto Bank: a receita do Porto Bank avançou 13%, atingindo R$ 2,0 bilhões, impulsionada pelo crescimento em Consórcio —Ajustado pelo i) reconhecimento dos Créditos Tributários Diferidos (-R$ 135,4 milhões), que estavam provisionados para perda, em decorrência a reorganização societária da Porto Serviço, em curso e ii) + R$ 9,2 milhões de beneficio caixa de redução de IR pela amortização de ágio da CDF— (+21%); Riscos Financeiros (+12%) e Cartão, Financiamento e Empréstimos (+11%). As perdas de crédito foram de R$ 843 milhões (+48%), decorrentes de um ciclo de um crédito mais adverso do mercado e de uma postura mais conservadora na gestão de risco, resultando em maiores provisões. As iniciativas para aprimorar a qualidade da carteira já começam a refletir em indicadores mais saudáveis. Mantemos cautela em relação ao cenário macroeconômico.. O índice de eficiência melhorou 3,3 p.p., atingindo 27,4%, resultado alinhado com os objetivos de aumento de eficiência, balanceados com os investimentos necessários para sustentar a expansão do ecossistema digital. O lucro líquido foi de R$ 171 milhões (-13%).
Porto Saúde: a receita da Porto Saúde cresceu 12%, alcançando R$ 2,5 bilhões. A expansão foi impulsionada por um aumento de 22% em beneficiários de seguro Saúde, atingindo 956 mil vidas, e de 16% de vidas no Odonto, alcançando 1,3 milhão. A sinistralidade foi de 82,0%, um aumento de 4,7 p.p., sendo aproximadamente dois terços do aumento oriundos de rupturas na cadeia de atendimento oncológico e por um comportamento atípico na sazonalidade entre o segundo e o terceiro trimestre; enquanto aproximadamente um terço foi aumento orgânico de sinistros. O lucro no período foi de R$ 84 milhões (-34%).
Porto Seguro: as receitas e prêmios totalizaram R$ 6,2 bilhões (+9%), alavancados pela expansão em duplo dígito no segmento Auto (+10%), que obteve incremento de 264 mil veículos, atingindo uma frota segurada de 6,5 milhões de automóveis, consolidando uma trajetória de aceleração do segmento. Além disso, o Patrimonial avançou 9% e o segmento de Vida, 2%. Na composição de frente operacional e financeira, o índice combinado ampliado seguiu em patamares saudáveis (86%; +1 p.p.). Como resultado dessas dinâmicas, o lucro líquido do período alcançou R$ 443 milhões (-2%), enquanto o ROAE permaneceu acima do patamar de 30% pelo sexto trimestre consecutivo, atingindo 32% no terceiro trimestre de 2026.
Porto Serviço: a Porto Serviço registrou R$ 660 milhões em receita (+9%), por meio do crescimento de 9% tanto nas Parcerias Estratégicas quanto na Parcerias Porto e de 39% nos Produtos Digitais. O resultado trimestral foi de R$ 52 milhões (+34%). A vertical manteve o foco em estruturação e ampliação das parcerias estratégicas, ultrapassando 80 no total. Essas iniciativas reforçam o objetivo da vertical de diversificar ainda mais os ramos de atuação e ampliar a oferta de serviços.
O resultado financeiro foi de R$ 309 milhões no trimestre (-19%). Já a receita da carteira de aplicações financeiras (ex-previdência e ALM), geridas pela tesouraria, foi de R$ 355 milhões, o que representa 63% do CDI. Os resultados do 3T26 foram impactados majoritariamente pelo baixo índice de carrego do IPCA no trimestre, com reflexo nos títulos marcados na curva, e pelo desempenho da alocação em renda variável menor do que o índice IBOV.
O índice de eficiência operacional, que considera a soma das Despesas Administrativas em relação à Receita Total foi de 10,6%, uma melhora de 0,4 p.p. no 3T26, em linha com nossos esforços para ganhos de eficiência.
No trimestre, a Porto foi reconhecida como a segunda melhor empresa para se trabalhar no Brasil pelo Great Place to Work (GPTW), na categoria Gigantes (mais de dez mil colaboradores). Essa foi a quinta presença consecutiva no Top 10. —Acreditamos que cuidar do bem-estar e do crescimento das nossas pessoas é o que, de fato, sustenta a excelência das nossas entregas e o desenvolvimento contínuo da companhia —afirma Paulo Kakinoff, CEO do Grupo Porto.
Outro reconhecimento da construção constante da marca foi a liderança da Porto Seguro, pelo 13º ano consecutivo, no ranking do segmento no Folha Top of Mind, levantamento elaborado pelo Datafolha.
Os apps da Porto atingiram a marca de 6,5 milhões de usuários (+21%). O processo de digitalização é um movimento estratégico que alinha a essência de Cuidado da Porto à criação de jornadas cada vez mais amigáveis, fluidas e adequadas à realidade contemporânea. Entre os 19 milhões de clientes, foram 186 milhões de interações e atendimentos digitais no 3T26 (+52%), com resolução end to end de mais de 73% dos acionamentos via WhatsApp (+6 p.p.).
— O atendimento digital contribui para que os níveis de NPS da companhia sigam em patamares de excelência. Assim, seguimos focados no nosso norte: o equilíbrio entre Essência e Estratégia, construindo a cada dia uma Porto ainda mais forte. Nosso agradecimento mais sincero a todos que constroem essa jornada conosco — disse Paulo Kakinoff, CEO do Grupo Porto.
Porto — A Porto é mais que uma seguradora, é um ecossistema de soluções de serviços de proteção com tecnologia embarcada, para melhorar e facilitar a experiência do cliente. Com 80 anos de mercado, a companhia possui quatro unidades de negócios: Porto Seguro, Porto Saúde, Porto Bank e Porto Serviço. Além de 19,2 milhões de clientes únicos, 14 mil funcionários, 13,7 mil prestadores e 45,2 mil corretores independentes, a empresa conta ainda com sucursais e escritórios regionais em todo o Brasil. Fazem parte do universo Porto: Azul Seguros, Itaú Seguros de Auto e Residência, Porto Seguro Uruguay entre outras. Em 2025, a companhia apresentou R$ 41 bilhões de receita e lucro líquido de R$ 3,4 bilhões. O momento é de aceleração do crescimento e expansão de novas frentes de negócio para lançar cada vez mais produtos inovadores e ser cada vez mais um porto seguro para as pessoas e seus sonhos.