Estaleiro que fica na área do antigo Inhaúma — também historicamente conhecido como Estaleiro Ishikawajima ou Ishibras —, localizado no bairro do Caju, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, às margens da Baía de Guanabara.
O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) participou, no dia 02 de novembro (segunda-feira), de uma megaoperação para acompanhar o deslocamento da plataforma de petróleo da Petrobras (P-35), com cerca de 330 metros de comprimento, 56 de altura e 27 mil toneladas, na Baía de Guanabara. A ação contou com a participação da Marinha do Brasil, da própria Petrobras e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) dentre outros órgãos, mobilizando cerca de 100 pessoas, entre agentes e técnicos. A finalidade foi atuar na prevenção a qualquer incidente, e assegurar que o processo seja executado em conformidade com a legislação ambiental, garantindo a segurança ambiental da Baía.
A P-35 estava acostada na Zona Portuária do Rio de Janeiro, às margens da Baía de Guanabara, mas antes esteve na Base Naval da Marinha, onde passou por processos técnicos após o encerramento de seu ciclo produtivo. A plataforma operou por 27 anos no Campo de Marlim, na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro.

Estaleiro Clipe — A embarcação foi rebocada por sete barcos e passou por intervenções para reduzir sua altura, com o objetivo de navegar com segurança sob o vão central da Ponte Rio-Niterói até o Estaleiro Clip, que fica na área do antigo Estaleiro Inhaúma — também historicamente conhecido como Estaleiro Ishikawajima ou Ishibras — , localizado no bairro do Caju, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, às margens da Baía de Guanabara, empreendimento que está licenciado pelo Inea. A P-35 está passando pelo processo de descomissionamento e parte dela será desmontada no estaleiro em que chegou nesta segunda-feira.