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08/10/2026

Indumak reforça a importância da manutenção preventiva diante das paradas de fim de ano

Planejamento antecipado de revisões, peças críticas e componentes de desgaste pode reduzir riscos e garantir uma retomada mais segura da produção em 2027.

Com a aproximação das paradas de fim de ano, a manutenção preventiva ganha espaço na agenda das indústrias. O período de férias coletivas, tradicionalmente concentrado entre dezembro e janeiro, representa uma janela estratégica para a realização de revisões mais complexas, substituição de componentes críticos e modernização de equipamentos, com menor impacto sobre a produção e maior previsibilidade para o início do novo ciclo operacional.

Referência em soluções para automação e empacotamento industrial e detentora da maior rede de pós-venda do mercado nacional, a Indumak destaca a importância do planejamento antecipado para que as intervenções ocorram dentro do prazo previsto. Segundo Gelson Schmidt, diretor Comercial da empresa, o sucesso de uma parada programada depende não apenas da execução dos serviços, mas também da preparação dos recursos necessários para a manutenção.

—Durante inspeções e revisões, é comum identificar componentes que precisam ser substituídos e que não estavam previstos inicialmente. Quando não há disponibilidade imediata dessas peças, o período de manutenção pode ser prolongado, atrasando a retomada das operações e gerando impactos produtivos logo no início do ano— afirma Schmidt.

A afirmação de Schmidt é reforçada pelos dados do Relatório de Pesquisa MRO (Maintenance, Repair and Operations) 2026, da Sphera, que evidenciam a dimensão do desafio. O levantamento, realizado com líderes de cadeias de suprimentos e manutenção dos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália, aponta que mais de 80% das empresas pesquisadas mantêm entre US$ 5 milhões e US$ 50 milhões em estoque excedente, obsoleto ou raramente utilizado de MRO. Mais da metade dos entrevistados também dedica mais de 50 horas semanais a atividades relacionadas a peças críticas.

Os números mostram que a gestão da manutenção e dos estoques de peças deixou de ser uma questão exclusivamente técnica e passou a fazer parte das estratégias de eficiência e competitividade das organizações.

Durante as paradas programadas, consumíveis e componentes sujeitos a desgaste merecem atenção especial. A revisão antecipada das listas de peças críticas e itens de reposição permite que a indústria tenha os recursos necessários disponíveis no momento da intervenção.

— Por isso, é importante revisar antecipadamente as listas de peças críticas, componentes de desgaste e itens de reposição considerados estratégicos. Essa preparação aumenta a segurança da manutenção e reduz a possibilidade de uma intervenção planejada se transformar em uma parada prolongada— aponta Schmidt.

Gestão de estoques – A gestão dos estoques estratégicos ganha ainda mais importância em um cenário no qual as empresas buscam reduzir custos sem comprometer a disponibilidade dos equipamentos. Manter todos os componentes em estoque pode representar capital imobilizado desnecessariamente, mas não ter acesso às peças essenciais no momento de uma intervenção pode gerar custos muito maiores.

O desafio está, portanto, em encontrar o equilíbrio entre disponibilidade e eficiência na gestão de estoques, identificando quais componentes são realmente críticos para a operação.

Com margens pressionadas e mercados cada vez mais competitivos, aumentar a disponibilidade dos ativos instalados tornou-se uma das prioridades da indústria. Em vez de simplesmente ampliar estruturas produtivas, muitas empresas buscam extrair maior eficiência dos equipamentos existentes, elevando a confiabilidade das linhas e reduzindo ocorrências não planejadas.

Esse movimento tem impulsionado investimentos em manutenção preventiva, monitoramento de ativos e gestão do ciclo de vida dos equipamentos. Além de contribuir para evitar falhas, essas práticas aumentam a previsibilidade dos processos e ajudam a melhorar os indicadores de produtividade ao longo do ano.

Reduzir falhas prematuras- Outro ponto relevante apontado por Schmidt é a qualidade dos componentes utilizados nas substituições. —A utilização de peças desenvolvidas de acordo com as especificações originais dos equipamentos contribui para preservar o desempenho projetado das máquinas, reduzir riscos de falhas prematuras e manter a confiabilidade dos processos produtivos— explica.

O diretor Comercial da Indumak destaca, ainda, que a disponibilidade de suporte técnico especializado, peças de reposição e profissionais capacitados pode fazer diferença tanto durante uma parada programada quanto diante de uma ocorrência inesperada.

À medida que as empresas se aproximam das férias coletivas, a manutenção preventiva deixa de ser apenas uma atividade operacional e passa a integrar o planejamento estratégico do negócio. Revisões programadas, gestão de estoques, disponibilidade de peças de reposição, utilização de componentes adequados e suporte técnico especializado formam um conjunto de medidas que contribuem para reduzir riscos e aumentar a disponibilidade dos equipamentos.

— Para a Indumak, esse planejamento faz parte de uma estratégia mais ampla de pós-venda, que busca apoiar o cliente não apenas quando ocorre uma falha, mas também na prevenção de problemas e na preparação dos equipamentos para o próximo ciclo produtivo —sintetiza Schmidt. | www.indumak.com.br