Operação teve cerca de 68 ônibus partindo de quatro Estados e até 120 veículos dedicados a transfers na cidade do Rio de Janeiro.
A CVC iniciou no último final de semana a sua operação rodoviária para o Rock in Rio com uma estrutura especial para conectar passageiros de diferentes cidades brasileiras ao festival. Ao todo, cerca de 68 ônibus com origem em mais de 30 cidades dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.
A operação teve como objetivo ampliar as alternativas para quem viajou ou ainda pretende viajar ao Rio de Janeiro durante os finais de semana do festival, com embarques em capitais, regiões metropolitanas e importantes cidades do interior.

Em São Paulo, haverá saídas da capital, Campinas, Santo André, São José dos Campos, Taubaté e Guaratinguetá. Em Minas Gerais, a operação contempla Belo Horizonte, Divinópolis, Itaúna, Pará de Minas, Betim, Contagem, Congonhas, Conselheiro Lafaiete, Barbacena e Juiz de Fora.
No Rio de Janeiro, estão previstas partidas de Resende, Volta Redonda, Petrópolis, Nova Friburgo, Niterói, Campos dos Goytacazes, Macaé, Rio das Ostras e São Pedro da Aldeia. Já no Espírito Santo, os ônibus sairão de Vitória, Serra, Vila Velha, Guarapari, Marataízes e Cachoeiro do Itapemirim.
Além dos ônibus que chegam de outros municípios, a CVC preparou uma estrutura específica para a mobilidade dos passageiros já hospedados no Rio de Janeiro. A expectativa é contar com aproximadamente 100 a 120 veículos dedicados aos transfers até o local do evento, com embarques em pontos estratégicos da cidade, incluindo Centro, Barra da Tijuca e Copacabana.

A operação foi estruturada para facilitar toda a jornada dos clientes durante um dos maiores eventos de música do País, oferecendo alternativas de transporte tanto para quem viaja de outras cidades quanto para quem estará hospedado no Rio de Janeiro durante o festival.
A presença do ícone Elton John com show arrebatador sencerrou o primeiro fim de semana do Rock in Rio 2026 com chave de ouro e muito brilho.

Para Roberto Medina, idealizador do Rock in Rio, a presença de Elton John representa exatamente o legado que o festival busca proporcionar ao público. —O Elton John escolheu o Rock in Rio para fazer este show que foi de arrepiar. Não teve outro na América do Sul, é só esse momento— afirmou. —O que vimos aqui hoje é a história sendo reverenciada na sua mais pura essência. Famílias inteiras juntas, como acontece desde a nossa primeira edição, em 1985. Ele é ícone mundial e vê-lo se entregando desta forma na Cidade do Rock vai ficar marcado para sempre. Foi tudo mágico, do início ao fim— celebrou.
O segundo show da tarde do dia 7 de Setembro no Palco Mundo foi do multiartista Jon Batiste, que misturou jazz, blues, gospel e samba, mostrando também seu reconhecido virtuosismo ao piano. O repertório percorreu diferentes momentos de sua carreira, com músicas como “I Need You”, e trouxe releituras de clássicos brasileiros, entre elas “Mas, Que Nada”, de Jorge Ben Jor, interpretada ao lado da cantora brasileira Nêgah Santos. A apresentação teve direito à participação de músicos brasileiros e momentos em que Batiste explorou diferentes formações no palco. Um dos destaques foi a participação da bailarina brasileira Ingrid Silva, em uma performance que uniu a força do movimento à música executada ao piano.

O Palco Sunset celebrou encontros, nostalgia e novas gerações: — Vanessa da Mata abriu a tarde do Palco Sunset celebrando seus 20 anos de carreira. Péricles com um projeto dedicado à Motown, criado especialmente para o Rock in Rio. Roupa Nova voltou ao festival para um show que arrebatou o público e contou com a participação especial de Guilherme Arantes. Teve Laufey encerrou a noite com a elegância de seu jazz contemporâneo e uma cenografia grandiosa que envolveu o público na Cidade do Rock.
Espaço Favela, Supernova e Global Village ampliam a celebração da música brasileira —O Espaço Favela virou um caldeirão de samba e pagode, impulsionado pela presença do embaixador do palco, Belo, grande headliner do dia. A abertura ficou por conta do Balé dos Crias, que preparou o público para a chegada de Tiee. O cantor transformou o espaço em uma grande roda de samba, combinando sucessos autorais com clássicos do gênero e encerrando a apresentação com uma versão vibrante de “País Tropical”. A resposta do público veio em coro, com pedidos de bis e uma despedida marcada por muitos aplausos.
Na sequência, Mart’nália transformou o palco em cenário de celebração ao comemorar seu aniversário junto ao público. A cantora foi surpreendida pelo vice-presidente artístico da Rock World, Zé Ricardo, que levou flores e balões ao palco para uma homenagem acompanhada por milhares de vozes em um “Parabéns pra Você”. No repertório, sucessos como “Eu Vim de Lá” fizeram o público cantar junto, ao lado de clássicos do samba e da MPB. O encerramento, com “Água de Chuva no Mar”, reuniu a plateia em um grande coro.
No Supernova, Maui abriu a programação, seguido por Melly e Zeca Veloso, que levou ao palco o peso de uma trajetória familiar profundamente ligada à música brasileira. Alee encerrou a noite com uma apresentação que reforçou sua posição entre os nomes em ascensão da cena contemporânea. Já no Global Village, Wanda Sá abriu a programação em uma celebração da bossa nova e da música brasileira, seguida por Leila Pinheiro e Fernanda Takai. Joyce Moreno veio na sequência, trazendo sua sofisticação e trajetória de décadas, antes de João Bosco, homenageado do espaço nesta edição, encerrar a noite com um repertório marcado por poesia, virtuosismo e grandes clássicos da MPB.
E, muitas experiências espalhadas pela Cidade do Rock que vão muito além dos palcos.
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