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28/08/2026

Exportações de aço registra 6,4 milhões/t e soma US$ 4,2 bilhões nos nos 7M26, diz IABr

Respectivamente, crescimento de 2,4% e queda de 3,6% na comparação com o mesmo período de 2025.

Em julho de 2026 a produção brasileira de aço bruto foi de 2,8 milhões de toneladas, um crescimento de 0,1% frente ao apurado no mesmo mês de 2025. Já a produção de laminados foi de 2,1 milhões de toneladas, 3,2% superior à registrada em julho de 2025. A produção de semiacabados para vendas foi de 701 mil toneladas, uma retração de 3,6% em relação ao ocorrido no mesmo mês de 2025, de acordo com a divulgação do Instituto Aço Brasil, neste mês de agosto de 2026.

Consumo e vendas — As vendas internas ficaram estáveis frente ao apurado em julho de 2025, mantendo o patamar de 1,9 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos de aço foi de 2,2 milhões de toneladas, 4,7% inferior ao apurado no mesmo período de 2025.

Exportações — As exportações de julho de 2026 foram de 1 milhão de toneladas, ou US$ 692 milhões, o que resultou em queda de 2,6% e de 5,2%, respectivamente, na comparação com o ocorrido no mesmo mês de 2025.

Importações — As importações de julho de 2026 foram de 383 mil toneladas e de US$ 374 milhões, uma redução de 37,8% em volume e de 33,1% em valor na comparação com o registrado em julho de 2025.

Produção — A produção brasileira de aço bruto foi de 19,1 milhões de toneladas no acumulado de janeiro a julho de 2026, o que representa uma queda de 1,2% frente ao mesmo período do ano anterior. A produção de laminados no mesmo período foi de 13,4 milhões de toneladas, redução de 3,0% em relação ao registrado no mesmo acumulado de 2025. A produção de semiacabados para vendas totalizou 5,0 milhões de toneladas de janeiro a julho de 2026, um aumento de 5,5% na mesma base de comparação.

Vendas —As vendas internas totalizaram 12,3 milhões de toneladas de janeiro a julho de 2026, registrando variação de 0,0% quando comparadas com igual período do ano anterior.

Consumo — O consumo aparente nacional de produtos de aço foi de 15,2 milhões de toneladas no acumulado até julho de 2026. Este resultado representa uma queda de 5,0% frente ao registrado no mesmo período de 2025.

Exportações — As exportações de janeiro a julho de 2026 atingiram 6,4 milhões de toneladas, ou US$ 4,2 bilhões. Esses valores representam, respectivamente, crescimento de 2,4% e queda de 3,6% na comparação com o mesmo período de 2025.

Importações — As importações alcançaram 3,3 milhões de toneladas no acumulado até julho de 2026, uma queda de 20,3% frente ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 3,2 bilhões e recuaram 15% no mesmo período de comparação.

Ranking de produção regional — Quanto a distribuição regional da produção de aço bruto, de semiacabados e laminados no mês de julho de 2026, despontam os estados Minas Gerais; Rio de Janeiro; Espírito Santo; São Paulo, respectivamente nesta ordem.

Ranking de produção de aço bruto na América Latina — A produção de aço bruto em junho de 2026 na América Latina, o Brasil aparece em primeiro lugar, respectivamente: Brasil; México; Argentina; Peru; Colômbia; Equador; Chile; Guatemala; Cuba; Bolívia; El Salvador; Paraguai; Uruguai; Venezuela.

Ranking mundial de produção de aço bruto — A produção mundial do aço bruto em março de 2026 o Brasil aparece em nono lugar respectivamente, em uma lista de cerca de 40 países: China; Índia; Estados Unidos; Japão; Rússia; Coréia do Sul; Turquia; Alemanha; Brasil; Vietnã; Irã; Itália; Formosa (Taiwan); México; : Canadá; Egito; Espanha; França; Arábia Saudita, entre outros.

ICIA — O Índice de Confiança da Indústria do Aço (ICIA) de agosto de 2026, produzido pelo Instituto Aço Brasil, mostra que a confiaça dos industriais do setor do aço recuou 2,6 pontos frente ao mês antorior e ficou nos 43 pontos, — a terceira retração seguida. — O índice continua abaixo da linha dos 50 pontos, — e se deu principalmente, pela falta de expectativas, maior pessimismo frente ao futuro — conclui a análise do superintendente de Economia do Instituto Aço Brasil, Marcelo de Ávila.