O projeto, tem investimentos de R$ 230,2 milhões, contempla a construção de duas embarcações do tipo SDSV (Shallow Diving Support Vessel), destinadas ao apoio a operações de mergulho e de ROV (Remotely Operated Vehicle). Empreendimento que conta com recursos do Fundo da Marinha Mercante e deverá iniciar as operações em 2027.
A cerimônia do batimento de quilha do navio SDST Belov Arembepe aconteceu no dia 17 de agosto (segunda-feira), da cerimônia de batimento de quilha da SDSV Belov Arembepe, no Estaleiro Belov, no município de Simões Filho (BA), e teve presença do ministro Tomé França, do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor). A embarcação será utilizada em serviços de inspeção, manutenção e suporte a plataformas offshore da Petrobras ou por ela contratadas.
Duas embarcações — O projeto, tem investimentos de R$ 230,2 milhões, contempla a construção de duas embarcações do tipo SDSV (Shallow Diving Support Vessel), destinadas ao apoio a operações de mergulho e de ROV (Remotely Operated Vehicle). O empreendimento é financiado com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), tendo a Caixa Econômica Federal como agente financeiro, e deve gerar 277 empregos diretos.
A construção teve início em fevereiro deste ano e tem previsão de conclusão em 19 meses. A embarcação deverá iniciar as operações no segundo semestre de 2027.
Embarcação Belov — Com 40,50 metros de comprimento, 10,98 metros de boca moldada, 3,85 metros de pontal moldado e 2,88 metros de calado, a Belov Arembepe foi projetada para operações de apoio offshore, incluindo atividades de inspeção, manutenção, mergulho e operação de ROV. A embarcação terá capacidade operacional para atividades contínuas.
O navio será utilizado em serviços de inspeção e manutenção de plataformas offshore da Petrobras ou por ela contratadas. A Belov Arembepe será a quarta embarcação desse tipo na frota do Grupo e a terceira construída pelo Estaleiro.