Com investimentos robustos, aplicação de métodos construtivos de alta performance e antecipação de cronogramas, companhia fortalece a infraestrutura de transmissão nas regiões Sul-Sudeste e Norte-Nordeste.
A Taesa, um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil, anuncia a energização dos projetos Ananaí e Tangará, marcos fundamentais para a modernização e o reforço da estabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN). As obras representam um passo decisivo na estratégia da companhia de ampliar sua presença e capilaridade nas regiões Sul-Sudeste e Norte-Nordeste, garantindo energia confiável para o desenvolvimento industrial e o crescimento sustentável dessas localidades.
A execução bem-sucedida dos dois projetos é reflexo direto da adoção de metodologias como a lean construction, que permitiu o mapeamento contínuo de processos, a otimização da logística em cenários locais remotos e altamente complexos e a sincronização precisa das frentes de trabalho.
—A energização de Ananaí e Tangará é uma prova cabal da capacidade técnica e da disciplina operacional que definem a TAESA. Com a adoção da metodologia e técnicas implementadas, conseguimos mapear restrições e otimizar processos, o que nos permitiu antecipar cronogramas e garantir a máxima eficiência nos projetos, mesmo em regiões com desafios logísticos severos— destaca Jell Lima de Andrade, diretor de Implantação da Taesa.
Conectividade e resiliência estratégica —O projeto Ananaí, localizado no Paraná, é um dos maiores investimentos da Taesa em projetos de implantação e destaca-se pela sua conectividade estratégica, propiciando o intercâmbio de energia entre as regiões Sul e Sudeste e Centro-Oeste. Com a entrega antecipada em 10 meses em relação ao prazo regulatório, o empreendimento impacta diretamente a resiliência energética e o suporte ao setor industrial da Região Metropolitana de Curitiba.
O projeto é constituído de 353 km de linhas de transmissão de 525 kV em circuito duplo e de suas subestações associadas, onde foram montadas 22.600 toneladas de estruturas, cujo traçado apresentou mais de 79 travessias, sendo 38 delas sobre e sob linhas de transmissão.
Além do ganho técnico, o projeto reafirma o compromisso da Taesa com a preservação histórica e científica através do Programa de Salvamento de Fósseis, que resgatou mais de 2,6 mil amostras de fósseis marinhos, hoje sob a guarda da Universidade Estadual de Ponta Grossa. O programa constitui medida vinculada ao licenciamento ambiental federal conduzido pelo Ibama.
Já o projeto Tangará, estrategicamente posicionado entre os estados do Maranhão e Pará, reforça a malha de transmissão nas regiões Norte e Nordeste. Com uma extensão superior a 265 km de linhas de transmissão e a implantação simultânea de múltiplas subestações em diferentes níveis de tensão, o projeto teve ainda como desafios a superação de severas limitações logísticas e interferências climáticas.
Sua infraestrutura atua como um pilar de segurança e flexibilidade sistêmica, provendo redundância operacional essencial para o crescimento sustentável regional.
Compromisso com o futuro — Com a adição destes projetos ao seu portfólio operacional, a Taesa reforça sua receita e previsibilidade de caixa, ao mesmo tempo em que cumpre seu propósito de atuar de forma segura e ininterrupta.
Com a energização final de Ananaí, entrando em operação a Linha de Transmissão SE Ponta Grossa – SE Assis, a TAESA passa a adicionar à sua Receita Anual Permitida (RAP), referente a este último ativo, o montante aproximado de R$ 123,6 milhões (referente ao ciclo 2026-2027), já acrescida de PIS/Cofins, equivalente a 71,3% da RAP total da concessão de Ananaí, com efeitos retroativos a partir de 27 de julho de 2026. A entrada em operação de todo empreendimento, que inclui também a Linha de Transmissão SE Bateias – SE Curitiba Leste, ocorreu aproximadamente entre 8 e 10 meses antes do prazo regulatório estabelecido pela Aneel, em março de 2027.
Com a entrada em operação do último trecho de linha de transmissão de tangará entre se encruzo novo e se santa luzia, a empresa passa a adicionar à sua rap o montante aproximado de r$ 18,3 milhões (referente ao ciclo 2026-2027), já acrescida de pis/cofins, equivalente a 16,2% da rap total do projeto, com efeitos retroativos a 27 de julho de 2026. O empreendimento foi entregue entre 25 e 20 meses de antecipação em relação ao prazo regulatório estabelecido pela Aneel em março de 2028.
Os investimentos realizados nos dois projetos reafirmam o pioneirismo da empresa como protagonista na expansão da infraestrutura elétrica nacional, conectando geração, transmissão e distribuição de maneira integrada e segura para o país.
Taesa — A Taesa é um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil, atuando de forma segura e ininterrupta para que seus ativos estejam integralmente disponíveis ao sistema, contribuindo com o crescimento e a sustentabilidade do setor elétrico brasileiro. Exclusivamente dedicada à construção, operação e manutenção de ativos de transmissão, a empresa possui 44 concessões de serviços públicos de transmissão de energia elétrica, em 18 estados e no Distrito Federal, nas cinco regiões do país.