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05/08/2026

Pague Menos registra lucro líquido ajustado em R$ 73,6 milhões no 2T26

Avança 22,2%, ante o meso período em 2025. Receita bruta alcança patamar histórico de R$ 4,3 bilhões no trimestre. Ebitda ajustado cresce 15,4%, para R$ 281,7 milhões. Margem Ebitda atinge 6,5%, maior patamar histórico da companhia. Fluxo de caixa operacional soma R$ 188,8 milhões, mais de três vezes o valor registrado no segundo trimestre de 2025. A companhia completa 12º trimestre consecutivo de redução da alavancagem financeira

A Pague Menos encerrou o segundo trimestre de 2026 com receita bruta histórica de R$4,3 bilhões, crescimento de 9,3% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado combinou aumento das vendas em volume, expansão da base de clientes, avanço da rentabilidade e maior geração de caixa, além da continuidade da redução da alavancagem financeira.

O crescimento das vendas foi sustentado principalmente pelo desempenho de 8,0% nas mesmas lojas, cerca de três vezes a inflação de medicamentos medida pelo reajuste da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). A venda média mensal por loja alcançou R$ 856 mil, alta de 6,9% na comparação anual.

O resultado combinou crescimento de 4,3% no volume de atendimentos e avanço de 4,8% no ticket médio, para R$ 95,40. A companhia também continuou atraindo clientes: a base ativa alcançou 22,6 milhões, alta de 2,6% frente ao 2T25, enquanto a frequência de compras aumentou 0,9%.

—Os resultados do segundo trimestre mostram que seguimos crescendo com qualidade. Alcançamos receita e margem Ebitda históricas, ampliamos o volume de atendimentos, atraímos novos clientes e aumentamos a frequência de compras. Ao mesmo tempo, avançamos no controle e na diluição das despesas operacionais, o que também contribuiu para ampliar a geração de caixa— afirma Jonas Marques, CEO da Pague Menos.

Rentabilidade alcança maior patamar histórico — O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 281,7 milhões, crescimento de 15,4% em relação ao segundo trimestre de 2025. A margem Ebitda atingiu 6,5%, avanço de 0,4 ponto percentual e maior nível já registrado pela companhia.

O avanço da rentabilidade refletiu o crescimento das vendas, o controle de despesas e a diluição dos gastos operacionais. As despesas com vendas passaram de 21,7% para 21,3% da receita bruta, enquanto a margem de contribuição alcançou 9,3%, alta de 0,3 ponto percentual em relação ao segundo trimestre de 2025.

O lucro líquido ajustado somou R$ 73,6 milhões, alta de 22,2% na comparação anual. A margem líquida ajustada avançou de 1,5% para 1,7%. Nos últimos 12 meses, o lucro líquido ajustado acumulou R$ 340,8 milhões.

Produtividade e participação de mercado — A Pague Menos encerrou o trimestre com 1.695 lojas, após oito aberturas e um fechamento no período. Além da expansão da base de clientes, a companhia avançou em iniciativas voltadas ao aumento da produtividade da rede.

As iniciativas de produtividade contribuíram para o desempenho da rede. As lojas acompanhadas pela telemetria de operações registraram crescimento de 9,8% nas vendas, enquanto as unidades que passaram por conversões de bandeira avançaram 13,9%.

A participação da companhia no mercado nacional atingiu 6,7%, aumento de 13 pontos-base em relação ao 2T25. A empresa ganhou participação em todas as regiões do país e completou o 11º trimestre consecutivo de crescimento acima do mercado.

Relacionamento com clientes — A estratégia de relacionamento também contribuiu para o crescimento da base de clientes de cuidado contínuo, que alcançou 6,4 milhões, avanço de 6,4% na comparação anual. O gasto médio anual desse público cresceu 11,8% nos últimos 12 meses.

Geração de caixa e desalavancagem — O fluxo de caixa operacional atingiu R$ 188,8 milhões no segundo trimestre, mais de três vezes o valor registrado no mesmo período de 2025. O avanço refletiu principalmente a melhora do capital de giro e elevou a conversão de Ebitda em caixa para 67,0%. O fluxo de caixa livre somou R$ 110,2 milhões.

Nos últimos 12 meses, o fluxo de caixa operacional acumulou R$ 573,4 milhões, equivalente a cerca de 58% do EBITDA do período.

A dívida líquida ajustada, considerando as antecipações de recebíveis, encerrou o trimestre em R$ 1,8 bilhão. A alavancagem financeira recuou para 1,8 vez o Ebitda, redução de 0,8 vez em relação ao segundo trimestre de 2025. Esse foi o 12º trimestre consecutivo de redução da alavancagem, com queda acumulada de 3,8 vezes desde o pico registrado no primeiro trimestre de 2023.

No primeiro semestre de 2026, a companhia investiu R$ 130,9 milhões, aumento de 84% em relação ao mesmo período de 2025. Os recursos foram direcionados principalmente à infraestrutura de lojas, centros de distribuição e projetos de tecnologia.

—O avanço da geração de caixa, combinado à redução da alavancagem, amplia nossa capacidade de investir em tecnologia, infraestrutura e expansão. Seguimos equilibrando crescimento em volume, rentabilidade e disciplina financeira— conclui Jonas Marques.

As Farmácias Pague Menos e Extrafarma — A rede de farmácias Pague Menos e Extrafarma está presente nos 26 estados da Federação e no Distrito Federal. Conta com mais de 1.689 lojas, distribuídas em mais de 400 municípios, com 27 mil colaboradores, além de uma plataforma omnichannel que possibilita ao cliente comprar como quiser e receber seus produtos como preferir. Líder nas regiões Norte e Nordeste, a rede é hoje o Hub de Saúde da classe média expandida, com mais de 1.181 unidades de consultórios farmacêuticos em todas as regiões do país.