Queda de 2,9% comparado ao mesmo período de 2025. As exportações atingiram 3,8 milhões de toneladas, ou US$ 2,4 bilhões. Crescimento de 23,3% e de 8,3% respectivamente, ante o mesmo período de 2025. No mês de abril a produção somou 2,7 milhões de toneladas, alta de 1,1% frente a abril do ano passado. As exportações no mês de abril foram de 1,1 milhão de toneladas, ou US$ 672 milhões, aumento de 62,4% e de 40,3%, respectivamente, na comparação com os números de abril de 2025. O Índice de Confiança da Indústria do Aço (ICIA) de maio mostra indicativos sobre a situação atual e, perspectivas sobre a economia brasileira abaixo dos 50 pontos.
A produção brasileira de aço bruto foi de 2,7 milhões de toneladas no mês de abril, um crescimento de 1,1% frente ao apurado no mesmo mês de 2025. Já a produção de laminados foi de 1,9 milhão de toneladas, 7,1% inferior à registrada em abril de 2025. A produção de semiacabados para vendas foi de 595 mil toneladas, uma elevação de 16,8% em relação ao ocorrido no mesmo mês de 2025, dados divulgados peço Insituto Aço Brasil no dia 22 de maio de 2026 (sexta-feira).
Consumo e vendas — De acordo com o Aço Brasil, as vendas internas avançaram 7,1% frente ao apurado em abril de 2025 e atingiram 1,8 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos de aço foi de 2,1 milhões de toneladas, 2,7% inferior ao apurado no mesmo período de 2025.
Exportações — As exportações de abril de 2026 foram de 1,1 milhão de toneladas, ou US$ 672 milhões, o que resultou em aumento de 62,4% e de 40,3%, respectivamente, na comparação com o ocorrido no mesmo mês de 2025.
Importações — As importações de abril de 2026 foram de 363 mil toneladas e de US$ 356 milhões, uma redução de 33,3% em volume e de 26,3% em valor na comparação com o registrado em abril de 2025.
Ainda segundo a entidade, o acumulado do ano (janeiro a abril), a produção brasileira de aço bruto foi de 10,7 milhões de toneladas, o que representa uma queda de 2,9% frente ao mesmo período do ano anterior. A produção de laminados no mesmo período foi de 7,5 milhões de toneladas, redução de 4,8% em relação ao registrado no mesmo acumulado de 2025. A produção de semiacabados para vendas totalizou 2,7 milhões de toneladas de janeiro a abril de 2026, um aumento de 3,5% na mesma base de comparação.
As vendas internas foram de 6,9 milhões de toneladas de janeiro a abril de 2026, o que representa uma expansão de 0,8% quando comparadas com igual período do ano anterior. O consumo aparente nacional de produtos de aço foi de 8,7 milhões de toneladas no acumulado até abril de 2026. Este resultado representa uma queda de 1,4% frente ao registrado no mesmo período de 2025.
As exportações de janeiro a abril de 2026 (1Q26) atingiram 3,8 milhões de toneladas, ou US$ 2,4 bilhões. Esses valores representam, respectivamente, crescimento de 23,3% e de 8,3% na comparação com o mesmo período de 2025.
As importações alcançaram 2,1 milhões de toneladas no acumulado até abril de 2026, uma queda de 5,0% frente ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 1,9 bilhão e recuaram 5,4% no mesmo período de comparação.
Produção regional — Quanto a distribuição regional da produção de aço bruto, de semiacabados e laminados no mês de março de 2026, despontam os estados Minas Gerais; Rio de Janeiro ; Espírito Santo; São Paulo, respectivamente nesta ordem.
Ranking de produção de aço bruto na América Latina — A produção de aço bruto em março de 2026 na América Latina, o Brasil aparece em primeiro lugar, respectivamente: Brasil; México; Argentina; Peru; Colômbia; Chile; Equador; Guatemala; Cuba; El Salvador; Uruguai/ Venezuela; Paraguai.
Ranking mundial de produção de aço bruto — A produção mundial do aço bruto em março de 2026 o Brasil aparece em nono lugar respectivamente, em uma lista de cerca de 40 países: China; Índia; Estados Unidos; Japão; Coréia do Sul; Rússia;Turquia; Alemanha; Brasil; Vietnã; Irã; Itália; Formosa (Taiwan); México; Egito: Canadá; Arábia Saudita; Espanha; Frnça, entre outros.
ICIA — O Índice de Confiança da Indústria do Aço (ICIA) de maio de 2026 cresceu 8,2 pontos, e chegou aos 59,9 pontos, —maior patamar desde outurbo de 2024. — Todos os componentes do ICIA registraram alta ante o mês anterior, embora os indicativos sobre a situação atual e, perspectivas sobre a economia brasileira se mantém abaixo dos 50 pontos— conclui a análise do superintendente de Economia do Instituto Aço Brasil, Marcelo de Ávila.