E mantém performance sólida. A margem financeira atingiu R$647,8 milhões no período, um crescimento de 14,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (com expansão em todos os seus três componentes). A carteira de crédito expandida encerrou o trimestre em R$54,4 bilhões, um crescimento de 6,3% nos últimos 12 meses. Destaque para o segmento Middle que apresentou uma expansão de 24,5% na comparação anual.
O Banco ABC Brasil encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 230,2 milhões, resultado 2,1% superior ao registrado no mesmo período de 2025. O desempenho positivo foi impulsionado principalmente pelo aumento da margem com clientes, da margem com mercado e do patrimônio líquido remunerado a CDI.
A carteira de crédito expandida encerrou o trimestre em R$54,4 bilhões, um crescimento de 6,3% nos últimos 12 meses. Destaque para o segmento Middle que apresentou uma expansão de 24,5% na comparação anual, um resultado que reforça a evolução qualitativa do portfólio, além de contribuir para o cumprimento do guidance estabelecido para o ano.
—A evolução da carteira reforça a capacidade do Banco ABC Brasil em originar crédito com qualidade e perfil adequado ao momento econômico. Mantivemos índices de cobertura robustos e níveis saudáveis de provisão, o que demonstra nossa prudência e resiliência mesmo em ciclos mais desafiadores —diz Ricardo Moura, diretor de Relações com Investidores, Estratégia & Business Development do Banco ABC Brasil.
A margem financeira atingiu R$647,8 milhões no período, um aumento de 14,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Destaque para o fato de que houve expansão em todos os seus três componentes.
As operações com Atraso +90 Dias apresentaram uma estabilidade no comparativo trimestral, encerrando o primeiro trimestre do ano em 0,5% da Carteira de Crédito Expandida (patamar abaixo da média histórica).
Segundo Moura, esse movimento reforça a consistência da estratégia de negócios do banco. —Os resultados refletem uma atuação focada em rentabilidade ajustada ao risco, com crescimento seletivo da carteira, além de disciplina na gestão de capital e de despesas — afirma o executivo.
ESG: os ativos vinculados a critérios ESG — conforme o Framework de Finanças Sustentáveis da companhia e a Taxonomia Verde da Febraban — atingiram R$22,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026, refletindo um crescimento de 9,0% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Já o saldo de captações sustentáveis no mercado local totalizou R$945 milhões.