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07/05/2026

C&A registra receita líquida de vestuário em R$1,4bilhões no 1T26

Alta de 6,2% ante o mesmo período de 2025, expande margem bruta reforçando a consistência do crescimento da companhia SSS de Vestuário de 4,8% no primeiro trimestre de 2026 e aumento de 22,7% na receita líquida de vestuário no acumulado de dois anos.

A C&A encerrou o primeiro trimestre de 2026 com receita líquida de vestuário de R$1,4bi, crescimento de 6,2% sobre o primeiro trimestre de 2025 e avanço de 22,7% no acumulado de dois anos, ante 2024. O resultado veio acompanhado de expansão de nove pontos percentuais da margem bruta de vestuário.

A margem bruta consolidada também avançou, com alta de 1,6 p. percentual., alcançando 55,6 %. As vendas em mesmas lojas (SSS) de vestuário cresceram 4,8% no período, enquanto categorias estratégicas, como feminino, seguiram ganhando relevância. O digital expandiu 29,2%, e a categoria de Beleza manteve ritmo acelerado com crescimento de 15,9%. A receita líquida consolidada totalizou R$ 1,62 bilhão.

— O primeiro trimestre de 2026 confirma a consistência do nosso modelo, com margem em expansão e avanço sustentado das categorias estratégicas. Seguimos priorizando bases sólidas de crescimento, com disciplina de capital, e qualidade de execução nos pilares do Energia, que sustentam a trajetória de crescimento estrutural da companhia —afirma Paulo Correa, CEO da C&A.

— No digital, tivemos grandes avanços com melhorias na usabilidade e personalização, a partir da implementação de novas ferramentas e uso de IA. A busca e recomendação de produtos tem trazido impacto direto em nossa conversão e experiência da cliente.—afirma Paulo.

Os investimentos do trimestre somaram R$ 61,2 milhões, alta de 51,5% sobre oprimeiro trimestre de 2025. No período iniciamos obras de quatro novas lojas e 12 reformas no modelo Energia. Ao mesmo tempo, avançamos nos sistemas do Hub de Inteligência Comercial por meio de investimentos no Sortimento Dinâmico e na Estratégia Logística com o início dos investimentos no CD do Nordeste e avanço em automatizações nos CDs de São Paulo e Santa Catarina.

—Outro avanço importante é a precificação dinâmica 2.0 que segue com o amadurecimento dos seus algoritmos, trazendo ainda mais valor dentro do ciclo de vida dos nossos produtos.—complementa o executivo.

O lucro líquido ajustado pré-IFRS-16 cresceu 77,7% no trimestre, para R$ 12,6 milhões, e o ROIC LTM atingiu 20,9%, reflexo da disciplina de alocação de capital ao longo do ciclo. “A estrutura financeira segue sólida, com manutenção da alavancagem em patamar confortável, o que permite à Companhia acelerar a frente de investimentos sem comprometer a base de capital”, explica o CEO.

O C&A Pay, cartão digital da companhia, segue como instrumento de relacionamento com a cliente. Encerrou o trimestre com 26,7% de participação nas vendas do varejo, aumento de 2,5 p.p ante 1T25. Até o 1T26, 9,4 milhões de cartões digitais foram emitidos, com redução de 4,3 p.p no índice de inadimplência ante mesmo período do ano passado.

Em 2026, a C&A completa 50 anos no Brasil, marco que coincide com o último ano de implementação da Estratégia Energia. —Ao orientar a Companhia para maior produtividade por metro quadrado, gestão mais precisa de sortimento e evolução contínua da experiência em loja, a Estratégia Energia segue trazendo ganhos e impulsionando o nosso modelo de crescimento— finaliza Paulo.

A base operacional reestabelecida no primeiro trimestre, somada à maturação das iniciativas da estratégia, posiciona a Companhia para capturar de forma mais expressiva o desempenho dos próximos ciclos.