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01/04/2026

Vale estima alta na VBM de Ebitda e fluxo de caixa livre em 2026

— A Vale S.A. (“Vale” ou “Companhia) informou no dia 31 de março de 2026 (terça-feira), que atualizou determinadas estimativas divulgadas ao mercado, contemplando: (i) a inclusão de guidance indicativo sobre o potencial de contribuição de sua subsidiária Vale Base Metals Ltd. (“VBM”) para o ebitda consolidado da companhia no longo prazo; e (ii) a atualização da sensibilidade do fluxo de caixa da VBM para o exercício de 2026.

Contribuição da VBM para o Ebitda da Vale — Com base em suas atuais premissas e expectativas de longo prazo, a Vale estima que a subsidiária VBM — Value-Based Management (Gestão Baseada em Valor)— poderá responder por aproximadamente 30% a 35% do Ebitda consolidado da companhia a partir de 2035. Essa estimativa considera, como premissas principais: (i) os preços de longo prazo de cobre, níquel e ouro, com base na média das estimativas de analistas sell-side, disponíveis em fevereiro de 2026; e (ii) as projeções de produção de minério de ferro, níquel e cobre no longo prazo, conforme previamente divulgadas ao mercado pela Vale.

Fluxo de caixa livre da VBM — A Vale estima que o fluxo de caixa livre da VBM em 2026 possa situar se em uma faixa aproximada entre US$ 0,4 bilhão e US$ 1,9 bilhão, em termos reais. Essa estimativa é baseada: (i) em projeções de preços mínimos e máximos de analistas sell side para o cobre (aproximadamente US$ 11.600/t e US$ 13.200/t, respectivamente), para o níquel (aproximadamente US$ 15.000/t e US$ 18.100/t, respectivamente) e para ouro (aproximadamente US$ 4.300/tr. oz e US$ 5.500/tr. oz, respectivamente).

Todas as demais estimativas divulgadas pela companhia no item 3 de seu Formulário de Referência permanecem inalteradas. O referido item do Formulário de Referência será reapresentado com as atualizações acima em momento oportuno, observado o prazo previsto na Resolução CVM nº 80/2022.

A Vale esclarece que as informações divulgadas neste Fato Relevante constituem estimativas e declarações prospectivas, elaboradas com base em premissas e dados hipotéticos, não representando promessa, garantia ou compromisso de desempenho por parte da Companhia ou de sua administração. Os resultados efetivos poderão diferir materialmente em função de condições de mercado, fatores macroeconômicos, desempenho operacional e outros riscos descritos nos documentos periódicos da companhia arquivados junto à CVM e à SEC — conclui Marcelo Feriozzi Bacci, vice-presidente executivo de Finanças e Relações com Investidores.