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26/07/2023

Brasil recebe mais de 3,2 milhões de turistas internacionais no 1S23, diz MT

Número corresponde a 92% do total de visitantes que entraram no país durante todo o ano de 2022. E já injetaram US$ 2.721 bilhões —cerca de R$ 13 bilhões— na economia brasileira, 35,9% a mais do que o ano passado.

Mais de 3,2 milhões de turistas internacionais visitaram o Brasil no primeiro semestre deste ano. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (24.07), a partir de um levantamento realizado pelo Ministério do Turismo, Embratur e Polícia Federal. O número representa 92% do total de turistas internacionais que o país recebeu durante todo o ano de 2022, quando 3,6 milhões de estrangeiros entraram no Brasil.

Para o ministro do Turismo, Celso Sabino, o número é um esforço do trabalho conjunto do governo federal para o desenvolvimento do setor. —A promoção dos nossos atrativos, a valorização da cultura brasileira e a qualificação profissional são alguns dos itens fundamentais que explicam essa boa movimentação no país. Vamos continuar trabalhando para ampliar esse número ainda mais e ultrapassarmos a barreira dos 6 milhões que perdura há anos no Brasil —destacou.

Boa parte desses turistas internacionais que entraram no Brasil de janeiro a junho vieram da Argentina (1,3 milhão). Em seguida, aparecem os Estados Unidos, com 327 mil visitantes, e o Paraguai, com 233 mil turistas. Completando os cinco primeiros do ranking, aparecem o Chile (223 mil) e o Uruguai (199 mil). Os estados brasileiros por onde mais entraram viajantes internacionais foram São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina. Rio Grande do Sul e Paraná.

Gasto de estrangeiros — No mês de maio, os turistas estrangeiros deixaram no país US$ 567 milhões. O número já é o maior volume para o mês da série histórica registrada pelo Banco Central desde 1998. No ano passado, o gasto desse público no mesmo período foi de US$ 373 milhões. No acumulado do ano, os visitantes internacionais já injetaram US$ 2.721 bilhões (cerca de R$ 13 bilhões) na economia brasileira, 35,9% a mais do que o ano passado.