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29/10/2026

Produção brasileira de aço registra 24,6 milhões/t nos 9M26, diz IABr

Queda de 1,7% frente ao mesmo período do ano anterior. As exportações de janeiro a setembro de 2026 atingiram 7,9 milhões de toneladas, ou US$ 5,4 bilhões. Esses valores representam, respectivamente, crescimento de 1,1% e queda de 1,7% na comparação com o mesmo período de 2025. As vendas internas totalizaram 16 milhões de toneladas no período, o mesmo patamar comparado com igual período do ano anterior.

Produção brasileira de aço bruto em setembro foi de 2,8 milhões de toneladas, uma redução de 0,8% frente ao apurado no mesmo mês de 2025. Já a produção de laminados foi de 2,0 milhões de toneladas, 1,8% superior à registrada em setembro de 2025. A produção de semiacabados para vendas foi de 633 mil toneladas, uma retração de 18,8% em relação ao ocorrido no mesmo mês de 2025.

Vendas internas — As vendas internas reduziram 2,3% frente ao apurado em setembro de 2025, para 1,8 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos de aço foi de 2,3 milhões de toneladas, 0,9% superior ao apurado no mesmo período de 2025.

Exportações — As exportações de setembro de 2026 foram de 598 mil toneladas, ou US$ 453 milhões, o que resultou em queda de 22,7% e de 12,9%, respectivamente, na comparação com o ocorrido no mesmo mês de 2025.

Importações — As importações de setembro de 2026 foram de 600 mil toneladas e de US$ 541 milhões, um aumento de 34,6% em volume e um aumento de 29,6% em valor na comparação com o registrado em setembro de 2025.

Produção nos 9M26 — A produção brasileira de aço bruto foi de 24,6 milhões de toneladas no acumulado de janeiro a setembro de 2026, o que representa uma queda de 1,7% frente ao mesmo período do ano anterior. A produção de laminados no mesmo período foi de 17,4 milhões de toneladas, redução de 2,0% em relação ao registrado no mesmo acumulado de 2025. A produção de semiacabados para vendas totalizou 6,2 milhões de toneladas de janeiro a setembro de 2026, um aumento de 0,6% na mesma base de comparação.

As vendas internas totalizaram 16 milhões de toneladas de janeiro a setembro de 2026, registrando o mesmo patamar quando comparadas com igual período do ano anterior.

Consumo — O consumo aparente nacional de produtos de aço foi de 19,7 milhões de toneladas no acumulado até setembro de 2026. Este resultado representa uma queda de 3,6% frente ao registrado no mesmo período de 2025.

Exportações — As exportações de janeiro a setembro de 2026 atingiram 7,9 milhões de toneladas, ou US$ 5,4 bilhões. Esses valores representam, respectivamente, crescimento de 1,1% e queda de 1,7% na comparação com o mesmo período de 2025.

Importações — As importações alcançaram 4,3 milhões de toneladas no acumulado até setembro de 2026, uma queda de 15,4% frente ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 4,2 bilhões e recuaram 8,8% no mesmo período de comparação.

Ranking de produção regional — Quanto a distribuição regional da produção de aço bruto, de semiacabados e laminados no mês de setembro de 2026, despontam os estados Minas Gerais; Rio de Janeiro; Espírito Santo; São Paulo, respectivamente nesta ordem.

Ranking de produção de aço bruto na América Latina — A produção de aço bruto em setembro de 2026 na América Latina, o Brasil aparece em primeiro lugar, respectivamente: Brasil; México; Argentina; Peru; Colômbia; Equador; Chile; Guatemala; Cuba; Bolívia; El Salvador; Paraguai; Uruguai; Venezuela. — Observação para ascendência de Equador e, Paraguai.

Ranking mundial de produção de aço bruto — A produção mundial do aço bruto em setembro de 2026, o Brasil aparece em nono lugar respectivamente, em uma lista de cerca de 40 países: China; Índia; Estados Unidos; Japão; Rússia; Coréia do Sul;Turquia; Alemanha; Brasil; Vietnã; Irã; Itália; Formosa (Taiwan); México; Espanha; Egito: Canadá; França; Arábia Saudita; Aústria, entre outros.

ICIA — O Índice de Confiança da Indústria do Aço (ICIA) referente a outubro de 2026, atingiu 44 pontos, com alta de 1,9 pontos, — interrompendo quatro meses seguidos de queda, apesar que o índice continua abaixo da linha dos 50 pontos, — o que aponta falta de confiança dos CEOs da indústria do aço — conclui a análise do superintendente de Economia do Instituto Aço Brasil, Marcelo de Ávila.