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18/07/2026

SPIC Brasil conquista Selo Ouro do GHG Protocol pela 5ª vez

E apresenta redução de 36% em suas emissões de gases. Companhia consolida histórico de excelência em governança climática no setor elétrico e reforça a consistência de gestão ambiental em nove anos de operação no país.

Em um contexto em que as mudanças climáticas redefinem a estratégia e a competitividade dos negócios, a SPIC Brasil recebeu, pela quinta vez, o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHG) pela qualidade e alto padrão de seu inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE). A companhia registrou uma redução de 36,3% nas emissões totais no ciclo atual, com destaque para as quedas de 61,1% nas emissões pelo uso de gasolina nas operações (Escopo 1) e de 58,3% nas emissões associadas às viagens aéreas a negócios (Escopo 3).

—Alcançar o Selo Ouro pela quinta vez em nove anos de Brasil demonstra o alinhamento da SPIC às tendências globais de sustentabilidade, com um olhar abrangente para impactos ao longo de toda a cadeia de fornecedores e prestadores de serviços. Esse reconhecimento atesta a precisão dos nossos dados e mostra que estamos preparados para as novas exigências de mercado e regulação—afirma Roberto Monteiro, diretor de Comunicação, Relações Institucionais e ESG da SPIC Brasil.

O histórico de governança ganha ainda mais relevância diante do atual cenário de transformação no setor de energia. Segundo apontamentos do Pacto Global da ONU – Rede Brasil, os riscos climáticos já impactam diretamente as operações, infraestruturas e a estabilidade econômica global, exigindo integração do clima às decisões de negócios. —Com o avanço das discussões sobre o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) e a crescente pressão de investidores e da sociedade, a manutenção do Selo Ouro garante a rastreabilidade necessária para a SPIC acessar melhores oportunidades de financiamento e atuar com liderança na economia de baixo carbono —completa Monteiro.

Programa Brasileiro GHG Protocol — Criado em 2008, o Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHG) é responsável pela adaptação do método internacional ao contexto brasileiro e pelo desenvolvimento de ferramentas de cálculo para estimativas de emissões corporativas de GEE. Foi desenvolvido pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGVces) e WRI, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds), World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) e 27 Empresas Fundadoras.

O programa tem como objetivo estimular a cultura corporativa de inventários de emissões no Brasil, oferecendo padrões de qualidade internacional. Para ser qualificada com o Selo Ouro, a organização precisa ter o seu inventário de GEE completo (contabilizando todas as categorias de Escopos 1 e 2 aplicáveis) e rigorosamente verificado por um Organismo de Verificação (OVV) acreditado pelo Inmetro.

SPIC Brasil — A SPIC Brasil investe na geração de energia segura com foco em renováveis e respeito pelas comunidades onde atua, contribuindo para a transição energética e potencializando a energia do país. Com 5,6 GW em ativos no Brasil (considerando a capacidade instalada total de cada um), opera a Usina Hidrelétrica São Simão, na divisa entre Minas Gerais e Goiás; os parques eólicos Millennium e Vale dos Ventos, na Paraíba; e detém participação de 70% nos Complexos Solares Marangatu (PI), Panati (CE) e Luiz Gonzaga (PE). Além disso, a companhia está construindo os complexos eólicos Paraíso Farol e Pedra de Amolar em Touros (RN), e é acionista do maior complexo de gás natural da América Latina, GNA (Gás Natural Açu), em São João da Barra (RJ). Para mais informações, consulte no site o Relatório Anual de Sustentabilidade da SPIC Brasil. A empresa faz parte do Grupo SPIC, presente em 47 países, com mais de 130 mil funcionários, 292 GW de capacidade instalada e investimento constante em renováveis, sendo a maior geradora de energia solar e a segunda maior de energia eólica no mundo.