Uma queda de 1,5% frente ao mesmo período do ano anterior. As exportações no semestre atingiram 5,3 milhões de toneladas, ou US$ 3,5 bilhões. As exportações no semestre atingiram 5,3 milhões de toneladas, e em value US$ 3,5 bilhões. Esses valores representam, respectivamente, crescimento de 3,1%, mas queda de 3,7% na comparação com o mesmo período de 2025. No mês as exportações despencaram 14,8% em volume e, 7,7% em value, ante o mesmo mês no ano passado.
A produção brasileira de aço bruto em junho foi de 2,8 milhões de toneladas, um crescimento de 0,1% frente ao apurado no mesmo mês de 2025. Já a produção de laminados foi de 1,8 milhão de toneladas, 8,0% inferior à registrada em junho de 2025. A produção de semiacabados para vendas foi de 816 mil toneladas, uma elevação de 11,8% em relação ao ocorrido no mesmo mês de 2025, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Aço Brasil, no dia 17 de julho (sexta-feira).
Consumo e vendas — As vendas internas retrocederam 5% frente ao apurado em junho de 2025 e atingiram 1,8 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos de aço foi de 2,2 milhões de toneladas, 11,0% inferior ao apurado no mesmo período de 2025.
Exportações — As exportações de junho de 2026 foram de 912 mil toneladas, ou US$ 624 milhões, o que resultou em queda de 14,8% e de 7,7%, respectivamente, na comparação com o ocorrido no mesmo mês de 2025.
Importações — As importações de junho de 2026 foram de 476 mil toneladas e de US$ 523 milhões, uma redução de 20,1% em volume e de 3,7% em valor na comparação com o registrado em junho de 2025.
Setor do aço no primeiro semestre de 2026: — A produção brasileira de aço bruto foi de 16,3 milhões de toneladas no acumulado de janeiro a junho de 2026, o que representa uma queda de 1,5% frente ao mesmo período do ano anterior. A produção de laminados no mesmo período foi de 11,3 milhões de toneladas, redução de 4,4% em relação ao registrado no mesmo acumulado de 2025. A produção de semiacabados para vendas totalizou 4,3 milhões de toneladas de janeiro a junho de 2026, um aumento de 7,1% na mesma base de comparação .
Vendas — As vendas internas foram de 10,5 milhões de toneladas de janeiro a junho de 2026, o que representa uma retração de 0,2% quando comparadas com igual período do ano anterior.
Consumo nos seis meses do anos — O consumo aparente nacional de produtos de aço foi de 12,9 milhões de toneladas no acumulado até junho de 2026. Este resultado representa uma queda de 5,3% frente ao registrado no mesmo período de 2025.
Exportações — As exportações de janeiro a junho de 2026 atingiram 5,3 milhões de toneladas, ou US$ 3,5 bilhões. Esses valores representam, respectivamente, crescimento de 3,1% e queda de 3,7% na comparação com o mesmo período de 2025.
Importações — As importações alcançaram 2,9 milhões de toneladas no acumulado até junho de 2026, uma queda de 17,6% frente ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 2,8 bilhões e recuaram 12,5% no mesmo período de comparação.
Ranking de produção regional — Quanto a distribuição regional da produção de aço bruto, de semiacabados e laminados no mês de junho de 2026, despontam os estados Minas Gerais; Rio de Janeiro; Espírito Santo; São Paulo, respectivamente nesta ordem.
Ranking de produção de aço bruto na América Latina — A produção de aço bruto em junho de 2026 na América Latina, o Brasil aparece em primeiro lugar, respectivamente: Brasil; México; Argentina; Peru; Colômbia; Equador; Chile; Guatemala; Cuba; Bolívia; El Salvador; Paraguai; Uruguai; Venezuela. — Observação para ascendência de Equador e, Paraguai.
Ranking mundial de produção de aço bruto — A produção mundial do aço bruto em março de 2026 o Brasil aparece em nono lugar respectivamente, em uma lista de cerca de 40 países: China; Índia; Estados Unidos; Japão; Coréia do Sul; Rússia;Turquia; Alemanha; Brasil; Vietnã; Irã; Itália; Formosa (Taiwan); México; Egito: Canadá; Espanha; França; Arábia Saudita, entre outros.
ICIA — O Índice de Confiança da Indústria do Aço (ICIA) de julho de 2026 caiu para 45,6 pontos, recuo de 2,2 pontos. — O índice continua abaixo da linha dos 50 pontos, — movimento levou o indicador para o menor patamar desde dezembro de 2025 , resultado do maior pessimismo frente ao futuro — conclui a análise do superintendente de Economia do Instituto Aço Brasil, Marcelo de Ávila.