A Loovi Seguros, por meio de sua holding, comunicou no dia 14 de julho (terça-feira), a recompra da participação societária detida pela empresa de Pablo Marçal, encerrando seu ciclo como investidor da companhia. A operação foi negociada e estruturada ao longo dos últimos meses, no contexto do planejamento estratégico de longo prazo da Loovi.
A recompra integra o movimento de fortalecimento institucional de governança da companhia, após a LTI S.A, seguradora do Grupo, alcançar a licença S3 definitiva (Susep), recém aprovada, e segue concentrada em sua estratégia de crescimento, na entrega de valor ao consumidor e no alinhamento às melhores práticas regulatórias de compliance do setor de seguros.
— Como acionista majoritário e fundador, reconheço que Marçal cumpriu um ciclo relevante como investidor da Loovi, contudo não há cadeira cativa para ninguém. A instituição é maior do que qualquer acionista, membro da diretoria ou executivo. Nesse contexto chegamos a conclusão que seria o momento da sua saída, resultando em uma justa negociação para ambas as partes. Seguimos agora em uma fase de maior maturidade institucional, mais neutra e independente, muito focada em governança e compliance, para abrirmos o capital no futuro IPO— afirma Quézide Cunha, atual presidente da Loovi Seguros.
— Sou um investidor serial e minha tese de investimento consiste em três pilares: bons fundadores, escala e liquidez com excelente upside no equity para futura saída. A oferta de recompra da Loovi cumpriu tudo isso, inclusive meu objetivo de saída. Agora sigo focado no meu propósito que é contribuir para o Brasi —afirma Pablo Marçal.
A operação contou com a assessoria jurídica do escritório Panucci, Severo e Nebias Advogados, nas frentes societária e regulatória, e do Chenut Advogados, nas frentes tributária e contratual.