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12/05/2026

BTG Pactual registra lucro líquido ajustado de R$ 4,8 bilhões no 1T26

Atinge ROAE de 26,6% com novos recordes de lucro e receita e captação líquida orgânica de R$ 83 bi no trimestre. Receitas totais recordes com crescimento de 34,3% comparado ao primeiro trimestre de 2025, alcançando R$ 10 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Lucro líquido ajustado cresceu 42,3% comparado ao primeiro trimestre de 2025 atingindo novo recorde de R$ 4,8 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Investment Banking apresentou receita robusta de R$ 628 milhões no primeiro trimestre de 2026, 65,1% superior aoprimeiro trimestre de 2025 , demonstrando a força da franquia do banco nos diferentes segmentos. Recorde de receita em Corporate Lending and Business Banking de R$ 2,3 bilhões, 20,7% acima do primeiro trimestre de 2025. A carteira de crédito atingiu R$ 281 bilhões. Sales & Trading reportou receita de R$ 1,9 bilhão no primeiro trimestre de 2026, sustentada principalmente pelo crescimento da atividade de clientes. VaR reduziu para 0,32% durante o período. Asset Management reportou captação líquida (NNM) de R$ 48 bilhões e receita de R$ 783 milhões no primeiro trimestre de 2026, 6,5% acima do primeiro trimestre de 2025. Wealth Management and Personal Banking apresentou receitas recordes de R$ 1,5 bilhão, 44,6% acima do primeiro trimestre de 2025 1, e captação líquida (NNM) de R$ 35 bilhões. AuM/WuM alcançou a marca de R$ 2,6 trilhões, com captação líquida (NNM) de R$ 83 bilhões no primeiro trimestre de 2026. WuM cresceu 28% comparado ao primeiro trimestre de 2025, atingindo R$ 1,28 trilhão. AuM/AuA cresceu 28% comparado ao primeiro trimestre de 2025, atingindo R$ 1,31 trilhão. Retorno ajustado sobre o patrimônio (ROAE) fechou o trimestre em 26,6%, bem acima dos 23.2% registrados no primeiro trimestre de 2025. Balanço líquido e bem capitalizado com métricas robustas de liquidez e capital: Índice de Basileia de 15,9%; LCR de 160,9%;Base de funding atingiu R$ 379 bilhões no trimestre, alta de 31% no ano.

O BTG Pactual (BPAC11), maior banco de investimentos da América Latina, registrou mais um trimestre de resultados recordes, com desempenho expressivo das principais linhas de negócios, e ROAE de 26,6% no primeiro trimestre de 2026. Considerando a consolidação do Banco PAN, a receita total alcançou R$ 10 bilhões, alta de 34,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já o lucro líquido ajustado foi de R$ 4,8 bilhões no primeiro trimestre, avanço de 42,3% na comparação anual. O banco teve captação líquida de R$ 83 bilhões no primeiro trimestre de 2026 e atingiu a marca de R$ 2,6 trilhões em ativos sob gestão e administração (AuM/WuM).

— Entregamos mais um trimestre de resultados recordes, mesmo diante de um cenário mais desafiador ao longo do período, marcado por maior volatilidade nos mercados e tensões geopolíticas. Esse desempenho reflete a força e a diversificação da nossa plataforma, a expansão contínua da nossa base de clientes e a disciplina na alocação de capital. Seguimos focados em crescer com gestão rigorosa de riscos e geração sustentável de valor para clientes e acionistas afirma Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual.

Desempenho por área de negócios — A área de Investment Banking apresentou forte desempenho no trimestre, com receitas de R$ 628 milhões, crescimento de 65,1% em relação ao primeiro trimestre de 2025, destacando a liderança de mercado do banco e capacidade de capturar oportunidades ao longo de diferentes ciclos. O resultado no trimestre foi impulsionado principalmente pela performance da franquia de DCM, enquanto M&A teve desempenho sólido e ECM também contribuiu positivamente, beneficiando-se de uma melhora na atividade de mercado no começo do trimestre.

A área de Corporate Lending e Business Banking alcançou receita recorde de R$ 2,3 bilhões no trimestre, alta de 20,7% na comparação anual, refletindo a contínua expansão da carteira. O portfólio de crédito totalizou R$ 281 bilhões no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 21,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Desse montante, R$ 32,9 bilhões referem-se à carteira de pequenas e médias empresas, avanço de 16,3% na comparação com o primeiro trimestre de 2025.

A área de Sales & Trading também entregou resultados sólidos no trimestre, com receita de R$ 1,9 bilhão, crescimento de 43,1% em relação ao 1T25, impulsionado pelo maior nível de atividade dos clientes e pela oferta diversificada de produtos. O Value at Risk (VaR) recuou para 0,32%, refletindo a abordagem dinâmica de gestão de risco do banco.

A área de Asset Management atingiu R$ 1,31 trilhão em ativos sob gestão e administração (AuM/AuA), crescimento de 28,1% em relação aoprimeiro trimestre de 2025, impulsionado pela forte captação líquida (NNM) de R$ 47,9 bilhões no trimestre, tanto em asset servicing quanto em fundos sob gestão. As receitas somaram R$ 783,4 milhões no período, alta de 6,5% na comparação anual.

A área de Wealth Management & Personal Banking manteve sua trajetória de forte crescimento, registrando receitas recordes de R$ 1,5 bilhão no trimestre, alta de 44,6% em relação ao ano anterior, impulsionada pelo crescimento orgânico e pelo maior nível de atividade de clientes. O NNM trimestral totalizou R$ 34,9 bilhões, reforçando o contínuo ganho de participação de mercado da franquia, que fechou o trimestre com um total de ativos de R$1,28 trilhão.

Com a aquisição das ações remanescentes do Banco PAN, o BTG Pactual passou a consolidar integralmente os resultados do PAN e da Too Seguros em seus resultados gerenciais, criando a área de Consumer Finance & Banking. Na nova vertical, a carteira de crédito alcançou R$ 73,6 bilhões, crescimento de 14,1% no trimestre, impulsionado principalmente pela originação de crédito consignado e financiamento de veículos. A Too Seguros, por sua vez, registrou receitas de R$ 171 milhões no período, alta de 44,2% em relação ao trimestre anterior. Adicionalmente, em abril, o BTG Pactual concluiu a aquisição da Meu Tudo, reforçando sua estratégia de expansão no segmento de crédito e serviços financeiros para o varejo.