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23/04/2026

Produção brasileira de aço bruto registra 8,1 milhões/t no 1T26: queda de 3,1% , diz IABr

A redução é referente ao mesmo trimestre em 2025. As exportações no primeiro trimestre de 2026 atingiram 2,8 milhões de toneladas, e em valor US$ 1,8 bilhão, respectivamente, crescimento de 12,1% no volume e queda de 0,5% na comparação com o mesmo período de 2025. No primeiro trimestre as importações registraram 1,8 milhão toneladas, aumento no volume de 4,2% , em valor, as importações atingiram US$ 1,6 bilhão, crescimento de 0,9% ante o mesmo período do ano anterior.

A produção brasileira de aço bruto foi de 2,8 milhões de toneladas em março de 2026, uma queda de 2,5% frente ao apurado no mesmo mês de 2025. Já a produção de laminados foi de 1,9 milhão de toneladas, 6,1% inferior à registrada em março de 2025. A produção de semiacabados para vendas foi de 800 mil toneladas, uma retração de 0,9% em relação ao ocorrido no mesmo mês de 2025, dados divulgados pelo Instituto Aço Brasil (IABr), no dia 20 de abril de 2026 (segunda-feira).

Quanto as vendas internas, elas avançaram 4,9% frente ao apurado em março de 2025 e atingiram 1,9 milhão de toneladas(t). O consumo aparente de produtos de aço foi de 2,4 milhões de toneladas, 1,1% superior ao apurado no mesmo período de 2025.

Exportações — As exportações de março de 2026 registraram 584 mil toneladas, ou US$ 413 milhões, o que resultou em queda de 25,8% e de 22,9%, respectivamente, na comparação com o ocorrido no mesmo mês de 2025.

Importações — As importações de março de 2026 foram 608 mil toneladas e de US$ 599 milhões, uma redução de 8,3% em volume e aumento de 9,5% em valor na comparação com o registrado em março de 2025.

O setor no primeiro trimestre de 2026 — No acumulado de janeiro a março de 2026 a produção brasileira de aço bruto foi de 8,1 milhões de toneladas(t), o que representa uma queda de 3,1% frente ao mesmo período do ano anterior. A produção de laminados no mesmo período foi de 5,6 milhões de toneladas, redução de 3,5% em relação ao registrado no mesmo acumulado de 2025. A produção de semiacabados para vendas totalizou 2,1 milhões de toneladas de janeiro a março de 2026, um aumento de 0,3% na mesma base de comparação.

Ainda no primeiro trimestre de 2026, as vendas internas foram de 5,1 milhões de toneladas o que representa uma retraç ão de 1,1% quando comparadas com igual período do ano anterior.

Já o consumo aparente nacional de produtos de aço foi de 6,6 milhões de toneladas no primeiro trimestre. Este resultado representa uma queda de 0,8% frente ao registrado no mesmo período de 2025.

Exportações — As exportações no primeiro trimestre de 2026 atingiram 2,8 milhões de toneladas, ou US$ 1,8 bilhão. Esses valores representam, respectivamente, crescimento de 12,1% e queda de 0,5% na comparação com o mesmo período de 2025.

Importações — As importações alcançaram 1,8 milhão toneladas no acumulado até março de 2026, um aumento de 4,2% frente ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 1,6 bilhão e expandiram 0,9% no mesmo período de comparação.

Produção regional — Quanto a distribuição regional da produção de aço bruto, de semiacabados e laminados no mês de março de 2026, despontam os estados Minas Gerais; Rio de Janeiro ; Espírito Santo; São Paulo, respectivamente nesta ordem.

Ranking de produção de aço bruto na América Latina — A produção de aço bruto em março de 2026 na América Latina, o Brasil aparece em primeiro lugar, respectivamente: Brasil; México; Argentina; Peru; Colômbia; Chile; Equador; Guatemala; Cuba; El Salvador; Uruguai/ Venezuela; Paraguai.

Ranking mundial de produção de aço bruto — A produção mundial do aço bruto em março de 2026 o Brasil aparece em nono lugar respectivamente, em uma lista de cerca de 40 países: China; Índia; Estados Unidos; Japão; Rússia; Coréia do Sul; Turquia; Alemanha; Brasil; Irã; Vietnã; Itália; Formosa(Taiwan); México; Canadá; Espanha; Arábia Saudita.

ICIA — O Índice de Confiança da Indústria do Aço (ICIA) de abril de 2026 cresceu 2,4 pontos, e chegou aos 51,7 pontos, e ficou na linha dos 50 pontos, — linha divisória entre confiança e falta de confiança para os próximos seis meses.