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18/04/2026

Adidas Originals traz megaride e futebol para a passarela do Rio Fashion Week

Com direção criativa de Rafa ela Pinah, do Coolhunter Favela, o desfile celebra a estética esportiva e conecta moda e brasilidade.

A adidas Originals apresentou na noite do dia 17 de abril (sexta-feira), na passarela do Rio Fashion Week, um desfile que conectou moda, rua, futebol e a identidade brasileira contemporânea , a partir da direção criativa de Rafaela Pinah, do escritório de pesquisa etnográfica Coolhunter Favela.

No centro da apresentação , como fio condutor de toda a narrativa , a marca destacou o Megaride — um dos tênis mais icônicos de seu acervo , nascido nos anos 2000 — agora revisitado a partir de uma nova perspectiva cultural e estética.

Para criar a narrativa do desfile, o styling e a construção de imagem da passarela foram ancorad os em referências urbanas, propondo uma leitura autoral da relação entre esporte e cultura, partindo de códigos visuais que atravessam a estética periférica, o corre diário e a forma como o futebol se manifesta para além do campo. Nesse contexto, o Megaride ocupou o centro da história como símbolo para aqueles que enxerga m o tênis não apenas como produto, mas como linguagem de estilo, presença e pertencimento. Abrindo o evento, as artistas Tasha e Tracie, parceiras de longa data da adidas , fizeram uma apresentação musical na passarela. —A adidas tem um espaço bem estabelecido na moda, com visibilidade global e um território fértil no Brasil. O processo de construção do desfile respeitou os designs e as peças que marcaram época e atravessaram décadas, já presentes no imaginário coletivo. Ao mesmo tempo, trouxemos muitas referências nacionais e elementos simbólicos da cultura periférica brasileira. Todo o desfile foi pensado para unir a histór ia de moda da adidas à cultura das ruas do Brasil, do cabelo aos elementos visuais —comenta Rafa ela Pinah, diretora criativa do desfile da adidas e líder do coletivo Coolhunter Favela.

Além do Megaride , a marca também levou à passarela as camisas da Copa do Mundo FIFA 2026 , assinadas por adidas Originals, ampliando a conversa entre moda e futebol e reforçando como peças tradicionalmente ligadas ao universo esportivo continuam sendo códigos de estilo dentro e fora dos estádios. Com o retorno da marca do Trefoil a esse território, os uniformes surgem como parte de uma linguagem estética que conecta arquivo, identidade e cultura contemporânea. Complementando o desfile , a estética e as cores do Brasil marcaram presença a partir da coleção adidas e Time Brasil, fruto da parceria entre a marca das três listras e o Comitê Olímpico do Brasil (COB) .

Unindo o styling e a beleza, a apresentação da coleção trouxe um repertório visual profundamente conectado às ruas brasileiras, com elementos que atravessam música, moda, futebol e comportamento. A escolha do Megaride para a passarela reforça a visão da marca de que o esporte continua sendo uma força criativa capaz de moldar a cultura, inspirar novas linguagens e abrir espaço para outras formas de expressão.

—O Megaride é um símbolo de como a inovação esportiva pode atravessar o tempo e ganhar novos significados na cultura. Trazê -lo para a passarela do Rio Fashion Week, a partir do olhar potente da Rafa ela Pinah, é uma forma de reconhecer as ruas como espaço de criação e expressão . O momento reforça mais uma vez que o esporte, quando encontra a cultura, tem o poder de transformar histórias e abrir novos caminhos —afirma Bárbara Ikari, gerente sênior de marketing da adidas Brasil.

Mais do que um desfile, a presença de adidas Originals no Rio Fashion Week consolidou o Megaride como um lançamento que dialoga com o agora — um tênis que nasce da herança esportiva da marca, mas encontra sua potência máxima quando pisa onde a cultura realmente acontece: nas ruas.

Megaride — Criado nos anos 2000, o Megaride marcou uma era ao introduzir a icônica entressola com túnel aberto, tornando-se referência tanto em performance para corrida quanto em design. Agora, o modelo retorna revisitado, preservando sua essência visual -tech e reafirmando seu lugar como uma das silhuetas mais emblemáticas da estética esportiva que transcende o esporte.

No Brasil, o Megaride ganhou as ruas e foi apropriado por diferentes comunidades, especialmente nas periferias e no futebol, onde se consolidou como um verdadeiro ícone cultural. Seu retorno, portanto, vai além de um relançamento: é também um reconhecimento de território, de memória coletiva e das múltiplas narrativas que ajudaram a transformar o modelo em símbolo de expressão urbana. | Vídeo do desfile: https://shre.ink/LaC7