producao-aco-iabr

30/01/2026

Produção de aço no Brasil registra 33,3 milhões/t nos 12M25

Retração de 1,6% frente ao mesmo período em 2024. Queda também nas vendas em 0,4% no ano. Em 2025 foram exportados 11,0 milhões de toneladas, totalizando em valor US$ 7,4 bilhões, em volume aumentou 14,7%, mas reduziu em valor 3,3% ante 2024. As importações foram 6,4 milhões de toneladas, aumento de 7,4% no ano e, em valor recuou 0,6%, totalizando US$ 5,8 bilhões. Entre exportação e importação o superávit foi de apenas US$ 1,6 bilhão em 2025.

Produção em dezembro de 2025 a produção brasileira de aço bruto foi de 2,6 milhões de toneladas, uma queda de 1,9% frente ao apurado no mesmo mês de 2024, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Aço Brasil neste mês de janeiro. Já a produção de laminados foi de 1,5 milhão de toneladas, 13,4% inferior à registrada em dezembro de 2024. A produção de semiacabados para vendas foi de 977 mil toneladas, um aumento de 23,4% em relação ao ocorrido no mesmo mês de 2024.

Consumo e Vendas — As vendas internas avançaram 2,5% frente ao apurado em dezembro de 2024 e atingiram 1,6 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos de aço foi de 1,9 milhão de toneladas, 3,8% superior ao apurado no mesmo período de 2024.

Exportações — As exportações de dezembro de 2025 foram de 1,2 milhão de toneladas, ou US$ 734 milhões, o que resultou em aumento de 64,8% em quantum e de 34,5% em valor na comparação com o ocorrido no mesmo mês de 2024.

Importações — As importações alcançaram 6,4 milhões toneladas no acumulado até dezembro de 2025, um aumento de 7,4% frente ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 5,8 bilhões e recuaram 0,6% no mesmo período de comparação.

Produção de aço nos 12M25 — A produção brasileira de aço bruto foi de 33,3 milhões de toneladas no acumulado de janeiro a dezembro de 2025 (12M25), o que representa uma retração de 1,6% frente ao mesmo período do ano anterior. Já a produção de laminados foi de 23,3 milhões de toneladas, 1,7% inferior ao apurado no mesmo período de 2024. A produção de semiacabados para vendas totalizou 8,8 milhões de toneladas de janeiro a dezembro de 2025, uma queda de 4,9% na mesma base de comparação.

Vendas — As vendas internas foram de 21,2 milhões de toneladas de janeiro a dezembro de 2025, o que representa uma retração de 0,4% quando comparadas com igual período do ano anterior.

Consumo — O consumo aparente nacional de produtos de aço foi de 26,8 milhões de toneladas no acumulado até dezembro de 2025. Este resultado representa um aumento de 2,6% frente ao registrado no mesmo período de 2024.

Exportações — As exportações de janeiro a dezembro de 2025 atingiram 11,0 milhões de toneladas, ou US$ 7,4 bilhões. Esses valores representam, respectivamente, aumento de 14,7% e redução de 3,3% na comparação com o mesmo período de 2024.

Importações — As importações alcançaram 6,4 milhões toneladas no acumulado até dezembro de 2025, um aumento de 7,4% frente ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 5,8 bilhões e recuaram 0,6% no mesmo período de comparação.

Ranking mundial de produção de aço bruto — A produção mundial do aço bruto em dezembro o Brasil aparece em nono lugar respectivamente: China; Índia; Estados Unidos; Japão; Rússia; Coréia do Sul; Turquia; Alemanha; Brasil; Irã.

Ranking de produção de aço bruto na América Latina — A produção de aço bruto em dezembro na América Latina, o Brasil aparece em primeiro lugar, respectivamente: Brasil; México; Argentina; Peru; Colôbia; Equador; Chile; Guatemala; Cuba; El Salvador; Uruguai/ Venezuela; Paraguai.

Produção regional — Quanto a distribuição regional da produção de aço bruto, de semiacabados e laminados no mês de dezembro e no acumulado de janeiro a dezembro de 2025 (12M25), os estados continuam aparecendo nesta ordem: Minas Gerais; Rio de Janeiro ; Espírito Santo; São Paulo.

ICIA — O Índice de Confiança da Indústria do Aço (ICIA) de janeiro de 2026 cresceu 8,1 pontos, e chegou aos 49,2 pontos, e se aproximou dos 50 pontos, — linha divisória entre confiança e falta de confiança, destacando que o indicador referente a situação atual permaneceu abaixo dos 50 pontos, enquanto as expectativas para os próximos seis meses ultrapassou este patamar.