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07/01/2026

95% dos líderes apostam na integração como prioridade na gestão de riscos financeiros, aponta KPMG

De acordo com um relatório da KPMG, 95% dos líderes do setor financeiro afirmaram que a integração de sistemas, domínios e processos pode aumentar a eficácia da tomada de decisão relacionada a ameaças. Já 85% disseram que o gerenciamento de custos é um fator essencial e uma prioridade estratégica.Esses dados estão na pesquisa “O futuro do risco no setor bancário” (do original, em inglês The Future of Risk in Banking), que contou com a participação de 100 bancos em 33 países.

A pesquisa também apresenta os aspectos que impulsionam a evolução das ameaças no setor financeiro como digitalização, concorrência, incertezas emergentes, mudanças regulatórias e transformação da gestão de risco. Além disso, o estudo analisa as vulnerabilidades organizacionais, sendo elas, as seguintes: complexidade estrutural e a necessidade de aumentar a resiliência e a eficiência dos negócios. Por outro lado, os líderes apontaram a disrupção tecnológica, da qual a inteligência artificial generativa pode ser um exemplo, como um dos principais elementos que estimulam a transformação da gestão de crise.

—Esses fatores influenciam diretamente no aumento da gestão de risco e de sistemas financeiros modernos. Os bancos devem responder rapidamente às ameaças, adaptando as operações, ajustando posições ou modelos de negócios no curto prazo. Uma cultura de conscientização dos problemas a serem enfrentados é essencial por envolver todas as áreas na identificação e resolução dos casos com a velocidade necessária—explica o sócio-líder de governança, riscos, compliance e forense da KPMG no Brasil, Emerson Melo.

Neste relatório, é apresentado também um roteiro para o que os líderes possam gerenciar os desafios com quatro elementos-chave do ciclo de gestão de riscos:

Identificação: analisar sob uma perspectiva ampla, para compreender como os cenários afetam clientes, concorrentes, produtos e operações internas.

Mensuração: realizar avaliações qualitativas e quantitativas e considerar a interdependência entre negócios, tesouraria, tecnologia da informação e demais setores.

Monitoramento, controle e reporte: identificar e mensurar são os principais benefícios da aceleração digital.

Dados e infraestrutura: colher informações confiáveis, provenientes de sistemas integrados. A baixa qualidade dos dados prejudica a decisão e a colaboração.

—Quando executada de forma eficaz e eficiente, a gestão de riscos pode ser uma vantagem competitiva. Com uma visão clara, os líderes podem ajudar o setor financeiro a navegar em meio à volatilidade. À medida que adaptações referentes à inovação tecnológica, influências emergentes e exigências regulatórias são realizadas, o ciclo de defesa é fortalecido para proteger as empresas contra incertezas e, ao mesmo tempo, impulsionar a criação de valor—conclui o sócio-líder de gerenciamento de riscos financeiros da KPMG no Brasil, Fábio Licere.

KPMG — A KPMG é uma rede global de firmas independentes que presta serviços profissionais de auditoria, tributos e consultoria. Está presente em 142 países e territórios, com 275 mil profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. No Brasil, são mais de cinco mil profissionais, distribuídos em 15 cidades de dez estados e do Distrito Federal.

Orientada pelo seu propósito de empoderar a mudança, a KPMG é uma empresa referência no segmento em que atua. Compartilha valor e inspira confiança no mercado e nas comunidades há mais de 100 anos, transformando pessoas e empresas e gerando impactos positivos que contribuem para a realização de transições sustentáveis em clientes, governos e sociedade civil.