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14/11/2009 - 13:45

Wilson, Sons alcança lucro líquido de US$ 26,3 milhões, 756,6% superior ao apurado no mesmo trimestre de 2008


E EBITDA soma US$ 100,3 milhões no acumulado de nove meses, e companhia ainda registra alta de 10,9% no volume operado em terminais portuários.

Rio de Janeiro - A Wilson, Sons (BMF&Bovespa: "WSON11"), que por meio de suas subsidiárias no Brasil é uma das maiores operadoras integradas nas atividades portuária, marítima e de logística no mercado brasileiro, registrou lucro líquido de US$ 26,3 milhões no terceiro trimestre de 2009, valor 756,6% superior ao apurado no mesmo trimestre de 2008. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu US$ 33,1 milhões, o que representa um avanço de 9,5% em relação ao terceiro trimestre de 2008. A margem EBITDA no terceiro trimestre foi de 25,5%, 2,7 pontos percentuais (p.p.) acima da apurada em igual período do ano anterior.

Os resultados acumulados nos nove primeiros meses de 2009 também apresentaram alta. O lucro líquido somou US$ 75,5 milhões, superior em 80,3% ao valor apurado entre janeiro e setembro de 2008. Já o EBITDA registrou crescimento de 21,2% atingindo pela primeira vez US$ 100,3 milhões durante o período. A margem EBITDA entre janeiro e setembro deste ano foi de 28,8 %, 7 p.p. acima da registrada em 2008.

Os sólidos resultados da Companhia confirmam a sua tendência de crescimento no longo prazo. Dentre os principais fatores que influenciaram positivamente o desempenho da Wilson, Sons, destacaram-se o crescimento dos volumes operados nos terminais portuários; a maior participação de operações especiais nas receitas de rebocagem; o foco na estratégia em projetos de maior valor agregado e na redução de custos no segmento de logística; e performance positiva do segmento Offshore, decorrente de mais contratos spot voltados para o setor de petróleo e gás.

"A economia brasileira demonstra sinais de recuperação, o que se refletiu na constante melhoria do desempenho da Companhia ao longo de 2009", afirma Felipe Gutterres, Chief Financial Officer (CFO), Representante Legal e Relações com Investidores da Wilson, Sons.

Destaques por segmento de negócios da Wilson, Sons - Volumes em Terminais Portuários cresceram 10,9%, na comparação entre o terceiro trimestre de 2009 e o mesmo período de 2008, passando de 223,7 mil TEUs (medida equivalente a um contêiner-padrão, de 20 pés) para 247,9 mil TEUs. A receita do segmento de terminais acompanhou o crescimento do volume operado e subiu 3,3%, atingindo US$ 48,9 milhões. O aumento das cargas de longo curso em Rio Grande, somado ao crescimento em operações de cabotagem em Salvador e à conquista de novos clientes e contratos no terminal de apoio à indústria de óleo e gás Brasco, estão entre os fatores que beneficiaram os resultados no trimestre.

No segmento de Rebocagem, a Wilson, Sons obteve resultados positivos, mesmo em meio à atual recessão global e ao aumento na competitividade. A receita líquida do segmento subiu 6,3% entre julho e setembro de 2009, em relação ao mesmo período de 2008, chegando a US$ 40,1 milhões. A estratégia de aumentar o foco em operações especiais e de ações de redução de custos da Companhia foi responsável pelo desempenho positivo no trimestre.

Em Logística, os resultados foram impulsionados pelo foco nas operações de alto valor agregado in-house (soluções logísticas em instalações de clientes). Os novos projetos conquistados (em especial, na indústria siderúrgica), a ampliação do escopo de serviços prestados, bem como o crescimento nos volumes de clientes foram responsáveis pelo crescimento do EBITDA em 51,9%, que alcançou US$ 2 milhões. Além disso, ao final do mês de agosto, iniciou-se uma nova operação no porto de Itaguaí (Rio de Janeiro), onde a Companhia é responsável pelo carregamento interno e transporte de cargas a granel sólidas (minério de ferro e carvão) no terminal de seu cliente.

O segmento de Agenciamento Marítimo, em que a Companhia atua como representante legal dos armadores, registrou recuperação moderada no trimestre. Alguns dos destaques positivos foram o maior número de escalas atendidas e a diversificação dos serviços prestados, como para clientes do setor de óleo e gás.

O segmento de Offshore manteve o desempenho positivo registrado em trimestres anteriores. A expansão da frota de PSVs impulsionou o aumento de 42,4% na receita líquida na comparação entre os terceiros trimestres de 2009 e 2008, alcançando US$ 8,9 milhões. Em outubro de 2009, foi firmada a assinatura de contrato de entendimento com o grupo chileno Ultratug para a criação da 'Wilson, Sons UltraTug Offshore', uma joint venture voltada ao apoio às atividades de exploração e produção do setor de óleo e gás.

Em Atividades Não-Segmentadas, que englobam os serviços de construção naval prestados a terceiros no estaleiro da Wilson, Sons, bem como os custos referentes à sua administração, os vetores de crescimento foram redução nos custos de administração e menores custos com matérias primas necessárias para atividades de construção naval em seu estaleiro, localizado em Guarujá (SP).

Investimentos - De janeiro a setembro de 2009, o capex da Wilson, Sons somou US$ 115,9 milhões, crescimento de 94,2% em relação aos nove meses do ano passado. Esse aumento decorreu de investimentos na renovação e expansão da frota de embarcações (atualmente, 6 rebocadores estão em diferentes estágios de construção no estaleiro), bem como em equipamentos para novas operações de logística. Considerando-se apenas o terceiro trimestre, os investimentos da Wilson, Sons chegaram a US$ 38,1 milhões, alta de 64% na comparação com o mesmo período de 2008.

Perfil da Wilson, Sons Limited - A Wilson, Sons, por meio de suas subsidiárias no Brasil, é uma das maiores operadoras integradas nas atividades portuária, marítima e de logística no mercado brasileiro, com mais de 170 anos de experiência, oferecendo completa linha de serviços, em âmbito nacional, a participantes da área de comércio internacional, em particular no setor portuário e marítimo. A Companhia tem suas atividades divididas em seis linhas de negócios: terminais portuários, rebocagem, logística, agenciamento marítimo, offshore e atividades não-segmentadas. As ações da Wilson, Sons são negociadas na BM&F Bovespa desde Abril de 2007, via BDRs, sob o código "WSON11".

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