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27/03/2009 - 08:56

Wilson, Sons atinge EBTDA de US$ 122,7 milhões em 2008


No mesmo ano a Wilson, Sons expandiu em 60% a a capacidade instalada do Tecon Rio Grande, obteve os 10% remanescentes do controle do Tecon Salvador, além de quase dobrar a frota atual de PSVs (Platform Supply Vessels), de três unidades para cinco. No total, a Companhia investiu US$ 93,5 milhões.

A Wilson, Sons (Bovespa: WSON11) obteve EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de US$ 122,7 milhões em 2008, um avanço de 34,3% sobre o apurado no ano anterior. Maiores volumes nos terminais portuários e aumento das operações especiais de rebocagem estão entre os principais fatores que contribuíram para o desempenho da Wilson, Sons no ano passado. A expansão da frota de offshore, o crescimento da armazenagem na logística e as construções de embarcações no estaleiro também fortaleceram o desempenho da Companhia em 2008.

"O avanço do EBITDA revela que a companhia está operacionalmente forte diante das instabilidades do cenário macroeconômico internacional. Nossa estratégia, que foca um crescimento sustentável dos negócios, tem se mostrado acertada", explica Felipe Gutterres, CFO, representante legal e Relações com Investidores da Wilson, Sons.

A receita líquida da Companhia somou US$ 498,3 milhões no exercício de 2008, um crescimento de 23,3% em relação a 2007. O faturamento apurado é resultado da performance operacional da Wilson, Sons, que viu a receita de cinco de seus seis segmentos de atuação avançar em 2008, na comparação com igual período anterior. Destaque para os terminais portuários, que contribuíram com o maior faturamento do exercício, de US$ 170,5 milhões, para as atividades de construção no estaleiro, que apresentaram a maior expansão de receita do período, encerrando o ano em US$ 52,2 milhões, e para offshore, que mais do que duplicou a sua receita, terminando o ano em US$ 21,6 milhões.

Investimentos - Os investimentos realizados em 2008 permitiram à Wilson, Sons expandir em 60% a capacidade instalada do Tecon Rio Grande, obter os 10% remanescentes do controle do Tecon Salvador, além de quase dobrar a frota atual de PSVs (Platform Supply Vessels), de três unidades para cinco. No total, a Companhia investiu US$ 93,5 milhões em 2008.

Resultados por segmento - Terminais portuários - O segmento de terminais portuários inclui dois terminais de contêineres no Brasil (Tecon Rio Grande e Tecon Salvador). A companhia também opera a Brasco, um terminal localizado no Rio de Janeiro, dedicado à prestação de serviços para a indústria de óleo e gás. Fatores positivos incluíram a finalização da expansão do terceiro berço no Tecon Rio Grande, o que gerou novas linhas de navios e menor número de cancelamentos em escala por parte dos armadores.

A receita líquida do segmento atingiu US$ 170,5 milhões no exercício recém-terminado, uma expansão de 14,4% frente a 2007. Já o EBITDA do segmento em 2008 foi de US$ 63,4 milhões, acréscimo de 28% na comparação com 2007.

Rebocagem - A receita líquida desse segmento atingiu US$ 147,1 milhões em 2008, um pouco superior aos US$ 146,8 milhões apurados em 2007. O EBITDA de rebocagem registrou alta de 1,5 ponto percentual na comparação anual, atingindo US$ 54,5 milhões em 2008. A melhora na margem EBITDA, encerrando o ano em 37%, foi decorrente da alta também em 1,5 ponto percentual no número de operações especiais, que representaram 9,1% da receita líquida total versus 7,6% em 2007.

Logística - A Wilson, Sons desenvolve e fornece soluções de logística, incluindo: armazenagem, armazenagem alfandegada, distribuição, transporte rodoviário, transporte multimodal, e NVOCC (Non Vessel Operating Common Carrier).

O segmento de logística da companhia contabilizou US$ 89,3 milhões de receita líquida em 2008, um avanço de 29,3% sobre o ano anterior. No mesmo período, o EBITDA somou US$ 6,6 milhões, um crescimento de 25,4% em relação a 2007. Como destaque desse segmento, a Wilson, Sons cita as operações no armazém alfandegado da Companhia (Eadi), localizado em Santo André (SP), que superou os resultados do ano anterior devido, principalmente, ao maior número de mercadorias de valor agregado armazenadas por períodos mais longos.

Agenciamento marítimo - O agenciamento marítimo alcançou receita líquida de US$ 17,6 milhões no ano, ante aos US$ 20,4 milhões apurados em 2007, uma queda de 13,8%. Esse segmento foi o único a anotar recuo em seu faturamento, pois sofreu impactos por conta da redução nos números de BLs processados e contêineres controlados, causada pela perda de cliente, apesar do aumento de 5,2% no número de escalas atendidas em 2008.

Offshore - A receita líquida da área mais que dobrou na passagem anual, saindo de US$ 10,7 milhões em 2007 para US$ 21,6 milhões neste ano. O aumento da frota com cinco novos PSVs em operação, dentre os quais dois atuando no mercado spot, bem como a melhora nos preços contribuíram para esse resultado. O aumento dos contratos do tipo spot também impactou positivamente a receita do segmento.

O EBITDA do segmento acompanhou o bom desempenho operacional fechando 2008 em US$ 12,9 milhões, quase o triplo do valor de 2007, mantendo sua posição como o terceiro maior EBITDA da companhia. Esse aumento de 189% foi resultado, principalmente, de mais dias de operação aliados a melhores tarifas diárias.

Atividades não-segmentadas - Nesse segmento, a Wilson, Sons inclui os serviços prestados por seu estaleiro a terceiros, sua participação na empresa de dragagem Dragaport e os custos de administração da companhia, que servem a todos os segmentos. Ao final de 2007, a Dragaport efetuou a venda de seus ativos principais, especificamente duas dragas.

As atividades de construção naval, que se concentram no estaleiro da companhia no Guarujá (SP), contribuíram para que a receita líquida desse segmento fechasse o ano de 2008 com um avanço de 550,4% sobre 2007, chegando a R$ 52,2 milhões em 2008, contra US$ 8 milhões no exercício anterior. | www.wilsonsons.com.br/ri

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