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31/07/2008 - 12:35

Presidente da Cebrasse comenta fracasso da Rodada de Doha

Se a Rodada de Doha não fracassasse, os países emergentes como o Brasil seriam favorecidos pelas alterações de regras do comércio internacional. Além da disputa pela redução dos subsídios agrícolas, produtos comerciais e de serviços estavam na pauta deste encontro de 152 nações. O setor de serviços seria a moeda de troca dos países em desenvolvimento que querem a quebra dos subsídios agrícolas nos EUA e Europa. Em troca, os desenvolvidos querem a abertura do mercado de serviços das nações emergentes. “Se a Rodada tivesse sucesso, as operadoras de telecomunicações outsourcing, os bancos, as seguradoras e outros segmentos de serviços teriam um grande desenvolvimento nos negócios de exportação dos emergentes. Investidores estrangeiros teriam mais facilidade e vontade de investir em diversos segmentos do setor de serviços dos países emergentes. Os profissionais também teriam flexibilizados os processos de vistos temporários de trabalho nos países europeus e EUA”, explica Paulo Lofreta, presidente da Central Brasileira do Setor de Serviço (Cebrasse).

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