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John Mccain e Tony Blair sinalizam otimismo quanto a entrada do Brasil no Conselho de Segurança das Nações Unidas

O primeiro ministro britânico menciona o Brasil ao sinalizar seu apoio a expansão do Conselho de Segurança da ONU.

Davos, Suíça - o primeiro ministro britânico Tony Blair sugeriu durante a sessão de fechamento do World Economic Fórum, dia 28 de janeiro, a expansão do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) de modo a incluir diversas nações emergentes – entre elas o Brasil. O líder inglês afirmou: “um Conselho de Segurança das Nações Unidas sem a Alemanha, o Japão, o Brasil ou a Índia, além de qualquer nação africana ou muçulmana, perderá a sua legitimidade no cenário global, dificultando ações concretas”. Ele recomendou também a fusão do o Fundo Monetário Internacional (FMI) com o Banco Mundial (BIRD).

O senador dos EUA e potencial candidato a presidência norte-americana, John McCain, comentou durante a sessão de fechamento do World Economic Forum que o Congresso dos americano deve implementar medidas para combater mudanças climáticas no curto prazo, e que, a administração do presidente Bush deve seguir o mesmo caminho. “Confesso que é tardio, e talvez seja insuficiente”, disse McCain, “mas acredito que, pela primeira vez alguma ação será tomada em relação a esse tema tão urgente”.

Tony Blair também terminou seu discurso com otimismo. O Primeiro Ministro Britânico acredita que os três principais assuntos que dominaram a Reunião Anual em Davos - comércio mundial, mudanças climáticas e a África - ainda não foram resolvidos, mas comentou que os progressos obtidos durante o encontro seriam impensáveis pouco tempo atrás. “A verdade é que os países estão aprendendo que não podem seguir apenas os caminhos dos seus próprios interesses sem considerar valores globais mais abrangentes”. Blair demonstrou um otimismo cauteloso sobre as negociações da Organização de Comércio Mundial após as discussões realizadas nos últimos dias com presidente Bush dos EUA, presidente Lula do Brasil e a chanceler Merkel, da Alemanha. Descreveu também a nova postura dos EUA perante as mudanças climáticas como "uma mudança radical".

Ao responder a uma pergunta de repórter, que sugeria o fracasso da liderança americana, McCain disse que entende as frustrações demonstradas em Davos – assim como em outras reuniões globais - mas os EUA também estão desapontados com a inércia da comunidade internacional em casos com Irã, Coréia do Norte, Birmânia entre outros. Apesar dos problemas do mundo, McCain disse que continua otimista. “Acredito que os melhores dias dos EUA ainda estão por vir”, ele contou aos participantes em Davos.

*Os comentários do primeiro ministro Britânico, Tony Blair e do Senador americano, podem ser vistos pela internet no endereço www.weforum.org/annualmeeting/webcasts | Site do evento: www.weforum.org/annualmeeting

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