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Presidente mexicano anuncia prioridades


Davos, Suíça - Durante a Reunião Anual 2007 do World Economic Forum, Felipe Calderón-Hinojosa, presidente do México, prometeu governar o país com um olho para o futuro, mas fugindo da ideologia. “Para o México, não é uma questão de esquerda contra a direita”, ele disse. “O ponto é o passado contra o futuro.”

Calderón-Hinojosa apresentou um discurso no qual delineou as prioridades para seu mandato de seis anos, que começou dois meses: 1. apoiar as instituições jurídicas; 2. Assegurar a segurança pública. 3. Melhorar a competitividade econômica do país, a saúde e a proteção ambiental. Na área de segurança pública, ele comentou que recentemente enviou o exercito para retomar áreas controladas pelo crime organizado. Em termos de competitividade, ele disse: “Queremos ser mais competitivos para criar mais emprego. As pessoas não querem caridade. Quero transformar o país em um dos melhores lugares do mundo para investir.”

Ele lembrou que alguns governos esquerdistas na América Latina estão implementando políticas econômicas e fiscais responsáveis, enquanto alguns regimes conservadores, como a Colômbia, estão implementando importantes estruturas para o bem-estar social. “É uma questão do futuro da democracia contra a volta ao passado das ditaduras”, ele disse. “Também diz respeito ao mercado e ao comércio global e abrangente contra uma economia fechada”.

Em paralelo, o presidente Mexicano enfatizou a necessidade de equilibrar o setor público e privado. “O mercado é uma condição necessária, mas insuficiente”, ele continuou. “O estado precisa implementar ações corretivas. Precisamos construir um regime que respeita o mercado, que busca a justiça social e defende o meio ambiente.”

Referindo-se ao relatório divulgado pelo banco de investimento Goldman Sachs, prevendo que a economia Mexicana estará entre as maiores do mundo até 2040, Calderón-Hinojosa sugeriu acrescentar um “M” para a sigla BRIC, que representa os quatro maiores economias emergentes (Brasil, Rússia, Índia e China). “Deveria ser BRIMC”, ele disse.

Ao terminar seu discurso, o presidente descreveu como pretende mudar a imagem global do México. “Queremos reverter a imagem de um homem encostado numa arvore, tirando uma soneca debaixo do seu sombreiro, para o México do cientista e ganhador do premio Nobel Mario Molina, e do diretor Alejandro González Iñárritu, ganhador do Globo de Ouro.” |www.weforum.org/annualmeeting | Crédito da foto: Monika Flueckiger

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