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04/05/2021 - 08:46

Vale atinge lucro líquido de US$ 5,546 bilhões no 1T21


A mineradora Vale divulgou seu resultado financeiro referente ao primeiro trimestre de 2021 no dia 26 de abril (segunda-feira). E de acordo com a companhia houve avanço no de-risking da Vale, apesar do agravamento da situação da Covid-19 em algumas regiões em que opera.

Destaques para o primeiro trimestre de 2021, a Vale reportou um Ebitda ajustado proforma de US$ 8,467 bilhões, um recorde para um primeiro trimestre, com volumes sazonalmente menores parcialmente compensados por preços mais altos de commodities.

O desempenho no trimestre foi impulsionado principalmente pelo Ebitda de Minerais Ferrosos (US$ 7,811 bilhões) ficando US$ 989 milhões abaixo do quarto trimestre de 2020; pelo Ebitda de Metais Básicos (US$ 1,011 bilhões) ficando US$ 160 milhões menor do que o quarto trimestre de 2020; pelo Ebitda do Carvão (US$ 159 milhões negativos), um aumento de US$ 132 milhões e pelo Ebitda de Outros, que melhorou em US$ 381 milhões.

O lucro líquido foi de US$ 5,546 bilhões no primeiro trimestre de 2021, ficando US$ 4,807 bilhões acima do quarto trimestre de 2020, principalmente devido às despesas de Brumadinho, aos encargos de impairment nos ativos dos negócios de níquel e carvão, ambos no quarto trimestre de 2020, e ao maior resultado financeiro, apesar do impacto da desvalorização cambial do Real em 9,6% na marcação a mercado de nossas posições de derivativos.

Desinvestimentos de ativos non-core — A mineradora brasileira alcançou dois importantes marcos no caminho para focar em core business e controlar os drenos de caixa.

— Em 31 de março de 2021, concluímos a venda da Vale Nova Caledônia - VNC para o consórcio Prony Resources New Caledonia, cumprindo o comprometimento de retirar-nos da Nova Caledônia de forma ordenada e responsável. Desembolsamos US$ 555 milhões como parte de um pacote de US$ 1,1 bilhão para prover à VNC os meios para construir uma trajetória com operações sustentáveis — disse a Vale.

— Em abril, o negócio de Carvão concluiu suas atividades de manutenção e está progredindo com o comissionamento do equipamento remodelado. Esperamos que o ramp-up da mina e das plantas seja finalizado no segundo trimestre de 2021, permitindo atingir um ritmo de produção de 15Mtpa no segundo semestre de 2021— continua.

— Assinamos um acordo definitivo para adquirir a participação da Mitsui na mina de carvão de Moatize e no Corredor Logístico de Nacala. Esperamos fechar a transação ao longo de 2021 e na sequência, iniciar o processo de desinvestimento, guiados mais uma vez pela preservação da continuidade operacional, encontrando um comprador responsável para esses ativos — completou a Vale.

— Estou confiante de que nossos resultados financeiros positivos refletem nossa consistência no cumprimento de nossas promessas do de-risking da Vale. Nos primeiros três meses do ano, o Acordo Global de Brumadinho entrou em vigor em um processo conduzido com transparência, legitimidade e segurança jurídica. No mesmo período, concluímos a venda de nossas operações da Vale Nova Caledônia, um marco importante no desinvestimento de ativos non-core e, logo em seguida, nosso Conselho de Administração aprovou um programa de recompra de ações demonstrando a confiança da administração no potencial da Vale de criar e compartilhar de forma consistente valor — disse Eduardo Bartolomeo, diretor-presidente.

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