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17/12/2020 - 09:47

Home office exige mais investimento em tecnologia

A segunda onda de Covid-19 já é uma realidade no mundo todo. Apesar de as empresas tentarem voltar à rotina habitual, a falta de uma clara estratégia de prevenção e vacinação tem levado muitas delas a decidir continuar com parte das equipes – ou até mesmo a totalidade – trabalhando em sistema home office. Isso deve avançar no primeiro trimestre de 2021, exigindo que as organizações estejam preparadas do ponto de vista tecnológico. Ou seja, há que se fazer mais investimentos em tecnologia.

Se, por um lado, essa flexibilidade é fundamental para que os profissionais possam se resguardar e preservar seus entes queridos, por outro, ela exige planejamento e investimento num ambiente seguro, que possa ser acionado a partir de qualquer ponto fora da empresa. Há vários modelos de trabalho sendo experimentados. Enquanto algumas empresas colocaram 25%, 50% ou até mesmo 100% dos funcionários trabalhando a partir de suas casas temporariamente, outras já se decidiram pelo home office permanentemente, entregando os imóveis que ocupavam.

Inúmeras empresas, inclusive, estão considerando manter uma parcela dos colaboradores trabalhando remotamente mesmo depois que a pandemia chegar ao fim, dando novos usos ao espaço que ocupavam. Nesse cenário, os desktops virtuais em nuvem são fundamentais para assegurar a continuidade dos negócios. Basicamente, na tela do laptop o funcionário tem acesso a todas as informações necessárias para desempenhar suas funções da mesma forma que fazia no seu local de trabalho. Com o modelo ‘Desktop as a Service’(DaaS), as organizações podem aproveitar assinaturas que cobram pelo tempo que cada funcionário permanece trabalhando em sua máquina – eliminando o custo de atualizações de hardware. Amazon, Microsoft e Google têm soluções neste sentido.

Na prática, a implantação de desktops virtuais em nuvem pode aumentar a eficiência da força de trabalho, garantindo que a equipe esteja usando tecnologia sincronizada e atualizada. Do ponto de vista da segurança também há ganhos, já que os dispositivos são gerenciados de forma centralizada. Com essa solução, somada às ferramentas de colaboração que permitem reuniões virtuais, praticamente inexistem curva de aprendizado e período de transição. É possível trabalhar efetivamente de casa. O cliente cria uma máquina-padrão, com todas as aplicações e dados da empresa, e ela poderá ser duplicada em quantas máquinas for necessário.

. Por: Adriano Filadoro, especialista em Cloud Computing e diretor-presidente da Online Data Cloud: www.onlinedatacloud.com.br

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