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16/12/2020 - 08:55

Mercado de trabalho global: um caminho sem volta, e em inglês

Muito se fala sobre como a pandemia do novo coronavírus impactou o mundo e a forma como vivemos. A maneira como nos relacionamos, trabalhamos e convivemos em sociedade. Economias passaram a se reinventar para conseguir lidar com os efeitos do isolamento social. Empresas que antes apenas testavam métodos digitais, passaram a implementá-los de uma vez e a distância entre continentes ficou ainda menor. Agora, é possível trabalhar em qualquer lugar do mundo, basta estar conectado.

O mercado de trabalho, cada vez mais globalizado e digital, fez com que empresas que despontam em rankings das mais queridas para se trabalhar, Google, Twitter e Facebook, por exemplo, adotassem de vez o esquema de home office - para alguma delas, até o home office eterno.

Essa rompimento de fronteiras e possibilidade do trabalho remoto de qualquer lugar do mundo contribui não apenas para fomentar a economia e o mercado de trabalho em si, mas estimula a diversidade cultural e a troca de experiências mais assertiva dentro das corporações. Mais que isso, levantou um ponto muito importante para que essa ampla conexão dance conforme a música: comunicação.

Toda troca de conhecimento e experiências exige uma comunicação ampla e assertiva. Se agora é possível trabalhar em empresas do mundo todo sem sair da sua própria casa, como vamos lidar com o mercado de trabalho mais globalizado? E, mesmo com a expansão de países asiáticos no mercado corporativo, especialmente em empresas de tecnologia, o inglês segue como o idioma mais falado no mundo.

Segundo o levantamento realizado pelo site World Tips, pautado pela 22ª edição do Ethnologue, a língua inglesa conta com mais de 1 bilhão de falantes ao redor do globo. Na sequência aparece o Mandarim.

Já está claro que alguns avanços promovidos pelo isolamento social serão perpetuados no mundo pós-pandemia. Logo, ter fluência e conhecimento em inglês passou a ser ainda mais fundamental em um contexto altamente globalizado. No Brasil, por exemplo, o acesso ao idioma melhorou e o país subiu seis posições no ranking EF EPI, estudo global da multinacional de educação EF Education First, que avalia mais de 2 milhões de falantes de inglês não nativos em 100 países.

De acordo com o estudo, as razões para a melhora no desempenho dos brasileiros são variáveis, porém, um dos principais motivos é a busca pela qualificação para estar mais preparado para enfrentar o mercado de trabalho. Isso porque o inglês se tornou uma exigência no currículo de grandes corporações. Com isso em mente, brasileiros passaram a se atentar mais à importância do idioma, que antes era considerado apenas um diferencial.

Outro ponto interessante do levantamento é o de que além do Brasil, outros países da América Latina seguem essa tendência - 19 países melhoraram a proficiência em inglês entre 2018 e 2019.

Fato é que embora mais brasileiros tenham obtido no inglês o segundo idioma, o Brasil é um país “continental”, com realidades diferentes e, principalmente, com um elevado índice de desigualdade social e educacional. O acesso à educação base durante a pandemia, por exemplo, tem sido um desafio para diversas escolas e famílias. Antes mesmo de pensarem em um segundo idioma, inúmeras famílias não têm sequer acesso a internet e/ou a computadores para que as crianças tenham aulas à distância.

Para se ter uma ideia, o Brasil continua com desempenho ruim e figura entre os 20 piores países no ranking mais recente das três áreas avaliadas pelo Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), principal análise da educação básica do mundo promovido pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Diante desse cenário, como levar o acesso ao segundo idioma a todos? E como tornar a população brasileira capaz de lidar com as novas realidades do mercado de trabalho, onde estar conectado a diversos idiomas passou de ser um diferencial, para uma realidade?

Para tentar reduzir esse gap no sistema de ensino do país, em meados de setembro, a EF Education First, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo, passou a oferecer 17 mil bolsas em cursos online de inglês para alunos do Ensino Médio da rede pública e estadual, além de ingressantes da Educação de Jovens e Adultos e para os que se formaram em 2018 e 2019.

A iniciativa tem como foco contribuir para que os jovens que estão mais próximos de ingressar no mercado de trabalho estejam mais preparados para lidar com o contexto atual - impulsionado pela pandemia do novo coronavírus.

Desde 1996, a EF English Live, maior escola de inglês online do mundo e parte do grupo EF Education First, tem sido pioneira na utilização da tecnologia para ministrar cursos de inglês online, oferecendo ensino de alta qualidade por meio de uma plataforma de ensino robusta e professores bilíngues. A escola tem aulas individuais e em grupo disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, com professores certificados. Desde sua criação, tem como objetivo capacitar pessoas ao redor do mundo, que encontram na língua a porta para muitas oportunidades, seja para evoluírem na carreira, explorarem o mundo ou mesmo por realização pessoal.

O mercado de trabalho digital, bilíngue e globalizado já faz parte do “novo normal”. Fomentar a base do ensino do país, promover mais acesso e falar abertamente da importância do inglês é fundamental para que o país atinja cada vez mais patamares melhores - seja no ranking de proficiência ou no de educação básica promovida pelo Pisa.

. Por: Bruno Stefano, Head de Marketing da EF English Live no Brasil.

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