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18/02/2020 - 10:22

O combate à pobreza nos municípios


O ano de 2020 não será um ano comum. As eleições municipais previstas para 4 de outubro decidirão, mais uma vez, o futuro dos municípios nos próximos 4 anos.

Como filho de Duque de Caxias, município em que passei boa parte da minha infância, adolescência, vida adulta e resido há mais de 35 anos, me entristece o fato de termos um dos piores índices de pobreza do estado. O contraste é grande já que somos a segunda principal economia do Rio e a 17ª do país. Ainda assim 53% do povo caxiense vive na linha da pobreza. É óbvio que tem algo errado.

Entre os motivos que colocam o população de Duque de Caxias e de muitos outros municípios nessa situação, destaco a transferência de renda do mais pobre para o mais rico.Grande parte do dinheiro dos impostos que saem do bolso do trabalhador são para pagar aposentadorias gordas, garantir privilégios da elite política com auxílios moradias e outras benesses concedidas pelo poder público sem necessidade.

Não é justo que um cidadão comum, como qualquer um de nós, pagador de impostos, se aposente com um salário de R$ 1.400 enquanto um político, representante do povo que nem sequer cumpriu uma jornada de trabalho semanal de 30 horas, abocanhe uma aposentadoria mensal de R$ 20.000.

Para combater a pobreza nos municípios é preciso atuar em duas frentes: lutar pelo fim dos privilégios da elite política e saber direcionar o dinheiro público para projetos e iniciativas que se refletirão em benefícios para o povo. É preciso abrir espaço para que a iniciativa privada gere emprego e renda para população, dando mais oportunidades de carreira para nossos jovens.

Por isso é cada vez mais necessário que tenhamos políticos com perfil de gestor. Ou seja, é preciso que tenhamos um representante do povo que saiba usar o dinheiro público, que é de todos, para investir em serviços e iniciativas que vão gerar não só empregos mas que irão otimizar os serviços nas áreas prioritárias como saúde, educação e segurança.

O povo brasileiro não aguenta mais políticos profissionais que só prometem e não cumprem. Para se reeleger muitos pegam empréstimos milionários, deixam as contas do município no vermelho e no final o povo é quem paga a dívida com o aumento dos impostos e menos comida na mesa das famílias.

Devido a discursos populistas e a falta de gestão, Duque de Caxias está com as contas quebradas. Segundo o Índice Firjan de Gestão Fiscal a situação é crítica. Mas a boa notícia é que desde 2016 a renovação política ganhou força e se tornou a nossa maior arma no combate às injustiças.

Em Duque de Caxias a esperança é de dias melhores. O gigante acordou e os poderosos não podem fazer nada para frear essa mudança. Que todos lutemos por uma Caxias com menos Duques.

. Por: Vinicius Veiga, empreendedor e pré-candidato a Prefeitura de Duque de Caxias RJ pelo novo PSDB.

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