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15/08/2019 - 06:59

Aluno do CTC/PUC-RIO ganha medalha de ouro na IMC 2019


Maior olimpíada internacional universitária de Matemática. Único representante da PUC-Rio na competição se confirmou uma aposta acertada do Departamento de Matemática: aluno ficou entre os três brasileiros medalhistas de ouro na IMC 2019.

Aluno do Departamento de Matemática do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio), George Lucas Diniz de Alencar foi um dos medalhistas de ouro na Competição Internacional de Matemática para Estudantes Universitários (IMC 2019). O torneio, realizado de 28 de julho a 3 de agosto na American University in Bulgaria, na cidade de Blagoevgrad, na Bulgária, é a maior competição internacional para estudantes universitários e premia diversos alunos nas categorias de Grande Prêmio, Ouro, Prata, Bronze, Menção Honrosa e Certificado. A IMC recebe cerca de 300 alunos de ponta de mais de 70 universidades, reunindo boa parte da nata internacional dos estudantes universitários de Matemática. Os participantes devem resolver duas provas com questões de álgebra, geometria e análise, cujas pontuações somadas determinam os vencedores. Com apenas 20 anos, George foi um dos destaques, obtendo 51 pontos nas provas e a segunda melhor colocação entre os três brasileiros que foram ouro na competição este ano. Outros 13 brasileiros voltaram com seis medalhas de prata, cinco de bronze e duas Menções Honrosas.

“Único aluno da PUC-Rio selecionado para ir à olimpíada nesta edição, George tem um desempenho acadêmico de alto potencial. Tem se mostrado um jovem promissor, com um bom histórico e muito interessado nesta experiência com competições”, reforça o Prof. Nicolau Saldanha, diretor do Departamento de Matemática, que, desde 2010, já enviou 21 alunos à IMC — o histórico é de vitórias: a PUC-Rio já contabiliza oito ouros, seis pratas, seis bronzes e uma Menção Honrosa para a Universidade.

Segundo o estudante premiado, é complicado dizer o que é mais fácil ou mais difícil na IMC. Ele explica que a competição procura abordar diferentes áreas da matemática de ensino superior em suas questões e, por ser um torneio, as perguntas são mais trabalhosas em comparação as que são trabalhadas em sala de aula. “Sempre trago alguma ideia nova depois de uma prova dessas, ou ao ler a solução de um problema que não consegui resolver, ou ao ouvir uma solução diferente (e as vezes até mais engenhosa) de outra pessoa. Uma prova de olimpíada não se constitui apenas de conteúdo, mas, principalmente, de ideias, e é isso que torna uma olimpíada de matemática tão divertida”, diz ele, que complementa: “Além disso, outro ponto positivo de participar de uma olimpíada internacional é ter a chance de conhecer um lugar novo, assim como interagir com pessoas de outros lugares e trocar ideias, questões e soluções”.

O jovem já tem um total de 16 medalhas acumuladas ao longo de várias olimpíadas das quais participou, como Olimpíada Internacional de Matemática (IMO), Olimpíada Ibero-Americana de Matemática Universitária (OIMU) e Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM). Nascido no Ceará, ele escolheu estudar na PUC-Rio pois sabia que muitos competidores eram alunos da Universidade. Paralelo à graduação, George também faz mestrado no Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA).

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