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01/08/2019 - 08:16

Vale tem prejuízo de US$ de 133 milhões


Ainda influenciada pelo impacto da ruptura da Barragem de Brumadinho em Minas Gerais. Mas a direção prevê um melhor terceiro trimestre.

A Vale divulgou dados de seu balanço do segundo trimestre de 2019 no dia 31 de julho (quarta-feira), onde diz que seis meses após a ruptura da Barragem I na mina de Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), a Vale segue comprometida com a rápida e justa reparação dos danos causados às famílias, à infraestrutura, às comunidades e ao meio ambiente. No entanto, a agenda da Companhia vai além da reparação total e progressos foram feitos, durante o segundo trimestre de 2019, na jornada da Vale para alcançar excelência operacional, integridade de ativos, resultados sustentáveis e valor aos acionistas. E mostra o segundo balanço do ano com prejuízo de US$ 133 milhões. Neste mesmo período em 2018, a companhia teve um lucro de US$ 76 milhões.

"Conforme progredimos para uma reparação completa e efetiva, o segundo trimestre de 2019 foi um trimestre de transição para o negócio, com o rompimento da Barragem em Brumadinho ainda impactando volumes, custos e despesas, entretanto, nossa resposta começou a dar frutos para garantir a segurança das pessoas e das operações da companhia, bem como para reduzir incertezas e entregar resultados sustentáveis com um portfólio de produtos de alta qualidade, que já serão refletidos no próximo trimestre", comentou Eduardo Bartolomeo, diretor-presidente.

Faturamento — A receita líquida da companhia foi de R$ 36 bilhões no segundo trimestre, o que significa um aumento de R$ 5 bilhões na comparação com o primeiro trimestre do ano, beneficiada pela alta dos preços globais do minério de ferro, impulsionados justamente pela redução da oferta global da commodity em decorrência do episódio em Minas Gerais.  A Vale também teve maior volumes de vendas.

Nesse período, a receita aumentou em R$ 3 bilhões com a alta dos preços e R$ 828 milhões pelos maiores volumes de venda.

Dívida em queda — A Vale também informou que a dívida bruta recuou no segundo trimestre. Ela totalizou US$ 15,8 bilhões, uma queda de US$ 1,3 bilhão ante o primeiro trimestre de 2019.

O recuo do endividamento da companhia teve como base o pagamento de dívidas relacionadas às linhas de créditos que foram contratadas no primeiro trimestre pela companhia.

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