Portal Fator Brasil 
Página Inicial
PORTAL MÍDIA KIT BOLETIM TV FATOR BRASIL PageRank
Busca: OK
CANAIS

27/07/2019 - 08:06

Petrobras: produção de óleo, LGN e gás natural alcançou 2.633 Mboed no 2T19


Crescimento de 3,8% em relação ao primeiro trimestre de 2019. Na área do pré-sal, a produção cresceu 12,7% atingindo a marca de 1.168 Mbpd no segundo trimestre de 2019.

Rio de Janeiro — A Petrobras divulgou dados da produção no dia 26 de julho (sexta-feira), onde afirma que houve um sólido desempenho operacional no segundo trimestre de 2019, destacando a performance dos campos do pré-sal que foram responsáveis por 57% da nossa produção de óleo. No mês de maio, completamos dez anos de produção no pré-sal na Bacia de Santos, com indicadores de produtividade acima da média da indústria offshore. Em apenas uma década, a produção operada acumulada — Petrobras mais parceiros — no pré-sal da Bacia de Santos atingiu 2,5 bilhões boe, um volume significativo, que corresponde a toda reserva provada da Argentina, por exemplo.

As características únicas do pré-sal da Bacia de Santos, como a localização em águas ultra profundas, a camada de sal que chega a 2 km de espessura e a distância de 300 km da costa constituíram um desafio sem precedentes na indústria de óleo e gás. Dez anos depois do primeiro óleo de Tupi, não só desenvolvemos soluções inéditas para superar os desafios no pré-sal, com o emprego da mais alta competência técnica, como também comprovamos sua viabilidade econômica e batemos uma sucessão de recordes.

A produção de óleo, LGN e gás natural alcançou 2.633 Mboed no segundo trimestre de 2019, com um crescimento de 3,8% em relação ao primeiro trimestre de 2019. Apenas no pré-sal, a produção cresceu 12,7% atingindo a marca de 1.168 Mbpd no segundo trimestre de 2019. No entanto, a produção nos campos do pós-sal diminui 4,1%, de 730 Mbpd no primeiro trimestre de 2019 para 700 Mbpd no segundo trimestre de 2019, devido principalmente à parada definitiva de produção das plataformas P-33 e P-37. A produção de óleo em águas rasas e campos terrestres, que são foco da nossa gestão ativa de portfólio, apresentou uma redução de 10% na comparação com o primeiro trimestre de 2019.

O crescimento do pré-sal é decorrente do ramp-up das plataformas que entraram em produção em 2018 e 2019. Estas plataformas, cujas capacidades totais de produção somam 1,05 MMbpd (952 Mbpd atribuíveis à Petrobras), contribuíram com 436 Mboed no segundo trimestre de 2019.

Apesar da perspectiva de crescimento, que se materializará com a continuidade do ramp-up das plataformas recéminstaladas no pré-sal, os volumes de produção foram inferiores aos previstos no segundo trimestre de 209.

— Nosso compromisso com a transparência e respeito aos investidores nos obriga a rever a meta de produção para 2019. Alteramos a nossa meta para o ano de 2,8 MMboed para 2,7 MMboed com variação de 2,5% para mais ou para menos. A projeção de produção de óleo é de 2,1 MMbpd com variação de 2,5% para mais ou para menos. A meta revisada é suportada pela resolução dos problemas de comissionamento das plantas de gás nas plataformas de Búzios, que já resultaram em melhora operacional em julho, com a produção média retornando ao patamar de 2,7 MMboed, e pelo replanejamento da eficiência operacional e do cronograma de entrada de novos poços em Búzios, tomando por base os resultados até então obtidos— destacou a companhia.

Refino — Com relação ao refino a produção de derivados no segundo trimestre de 2019 aumentou 1,4% em relação ao primeiro trimestre de 2019, principalmente devido a menos paradas de manutenção, a maior demanda de derivados e a maior disponibilidade das unidades de conversão. É importante ressaltar que, associado ao aumento de produção, houve uma melhora no perfil de derivados produzidos com maior participação de diesel, QAV e gasolina no total produzido. Destacamos também, como parte do movimento para desenvolver novos mercados e adicionar valor à exportação do petróleo do pré-sal, a inauguração de uma tancagem de óleo cru no porto de Qingdao, na província chinesa Shandong. A escolha do local é estratégica: no ano de 2019 a China foi o destino de aproximadamente 75% do volume de óleo cru que exportamos, dos quais grande parte tem como destino refinadores independentes de Shandong e regiões adjacentes. Buscamos, por meio dessa iniciativa, solidificar nossa presença no promissor mercado chinês, em mais um passo na jornada para diversificação e capilarização de nossas vendas de petróleo.

Principais destaques:

No segundo trimestre de 2019, a produção operada nos campos do pré-sal atingiu novo recorde mensal de 2,07 MMboed, além de um novo recorde diário de 2,21 MMboed alcançado no final de junho. Já a produção atribuível à Petrobras nestes campos atingiu os recordes mensal e diário de 1,49 MMboed e 1,58 MMboed, respectivamente.

No segundo trimestre de 2019 , o pré-sal foi responsável por 57% da produção de óleo.

Os sete novos sistemas que entraram em produção em 2018 e 2019 nos campos de Búzios e Lula, no pré-sal, e Tartaruga Verde, no pós-sal, atingiram a produção operada de 553 Mbpd no dia 26 de junho.

Em julho, a P-74 alcançou a produção de 161 Mbpd, superior à capacidade original prevista no projeto, de 150 Mbpd.

No segundo trimestre de 2019, as vendas de derivados aumentaram 0,5% no mercado brasileiro na comparação com o primeiro trimestre de 2019, com destaque para as vendas de diesel, que subiram 4,9%.

A produção de derivados e o fator de utilização aumentaram no segundo trimestre de 2019, acompanhando o aumento das vendas no mercado brasileiro e a sazonalidade da demanda de diesel. Houve também uma melhora no perfil de produção em relação ao primeiro trimestre de 2019 em função de maior disponibilidade das unidades de conversão do parque refino.

No segundo trimestre de 2019, a importação de diesel foi reduzida em quase um terço em relação ao trimestre anterior. Com isso, o aumento de 4,9% no segundo trimestre de 2019 (um crescimento de 34 Mbpd) nas vendas de diesel no mercado brasileiro foi atendido com produção própria (aumento de 5,9%).

A produção de óleo, LGN e gás natural foi de 2.633 Mboed nosegundo trimestre de 2019, representando um aumento de 3,8% em relação ao primeiro trimestre de 2019 (2.538Mboed), principalmente devido ao ramp-up das plataformas do pré-sal que entraram em produção em 2018 e 2019 nos campos de Búzios (P-74, P-75, P-76 e P-77) e Lula (P-67 e P-69). Em comparação ao segundo trimestre de 2018 , apesar do rampup citado acima, a produção ficou em linha devido (i) a venda de 25% do campo de Roncador e dos ativos da Petrobras America, cujo efeito resultou em uma redução de produção de 72 Mboed; (ii) as paradas de manutenção; e (iii) ao declínio de produção dos campos do pós-sal.

— Apesar do aumento da produção em relação ao primeiro trimestre de 2019, os resultados foram inferiores aos inicialmente previstos para o segundo trimestre de 2019, principalmente devido às dificuldades enfrentadas no mês de junho com a estabilização das plantas de gás dos novos sistemas de produção de Búzios devido a sua maior complexidade (plantas de gás de maior porte, com maior número de equipamentos e sistemas, com tratamento de grandes volumes de H2S e CO2, além de maior grau de automação chegando a 20 mil pontos de controle). Em consequência, o tempo de comissionamento das plantas de gás tem sido superior ao que foi alcançado nas plataformas instaladas no campo de Lula. Esses fatores causaram a postergação da entrada de novos poços produtores, resultando em uma produção em Búzios de 180 Mboed abaixo do previsto no mês de junho. Além disso, houve parada não programada de 14 dias no FPSO Cidade de Mangaratiba no campo de Lula para correção no sistema de desidratação de gás que impactou em 60 Mboed a produção de junho. Coerente com nosso compromisso com a transparência, alteramos a nossa meta de produção para o ano de 2,8 MMboed para 2,7 MMboed com variação de 2,5% para mais ou para menos. A projeção de produção de óleo é de 2,1 MMbpd com variação de 2,5% para mais ou para menos. A meta revisada é suportada pela resolução dos problemas citados anteriormente, que já resultaram em melhora operacional em julho, com a produção média retornando ao patamar de 2,7 MMboed, e pelo replanejamento da eficiência operacional e do cronograma de entrada de novos poços em Búzios — diz a companhia.

— Vale ressaltar que todos os poços para o ramp-up das novas plataformas já estão perfurados e os recursos necessários (como sondas, barcos de apoio, linhas e equipamentos submarinos) para entrada em operação estão contratados. Além disso, no mês de julho, a plataforma P-74 chegou a produzir 161 Mbpd, superior portanto à capacidade original prevista no projeto, de 150 Mbpd, após ajustes nos parâmetros da planta, o que permite o melhor aproveitamento do alto potencial dos poços de Búzios — argumenta.

No primeiro trimestre de 2019, a produção operada nos campos do pré-sal atingiu novo recorde mensal de 2,07 MMboed, além de um novo recorde diário de 2,21 MMboed alcançado no final de junho. Já a produção atribuível a Petrobras nestes campos atingiu os recordes mensal e diário de 1,49 MMboed e 1,58 MMboed, respectivamente. A nossa produção de óleo no pré-sal continua crescente, registrando um aumento de 12,7% em relação ao trimestre anterior, principalmente devido ao ramp-up das novas plataformas, que contribuíram com 170 Mboed. Com esse aumento de produção, os campos do présal corresponderam a 57% do total da produção de óleo no 2T19, enquanto que no 2T18 correspondiam a 48%.

Esse aumento da representatividade do pré-sal no portfólio está em linha com nossa estratégia de concentrar esforços em ativos que geram maior retorno aos nossos acionistas. A implantação e a boa performance das novas plataformas (tanto das recém instaladas como das que vão entrar em produção como a P-68 em 2019 e P-70 em 2020) são fatores críticos de sucesso para o crescimento da produção dos próximos anos e nosso time está 100% empenhado na execução dessa estratégia.

A produção de óleo no pós-sal registrou uma diminuição de 4,1%, de 730 Mbpd no primeiro trimestre de 2019 para 700 Mbpd no primeiro trimestre de 2019, devido, principalmente, à parada definitiva de produção das plataformas P-33 e P-37 (que encerraram o seu ciclo produtivo e serão substituídas pelas novas plataformas que irão compor a revitalização do campo de Marlim), além do declínio de produção dos campos. Quando comparado ao mesmo período do ano anterior, a produção de óleo no pós-sal apresentou uma redução de 16,7%, devido principalmente às paradas de manutenção, ao declínio de produção dos campos e à venda de 25% do campo de Roncador (36 Mboed). Ressaltamos os esforços que estamos empreendendo para redução do declínio na Bacia de Campos, como a aquisição de novas áreas exploratórias, desenvolvimento complementar, revitalização de Marlim e parceria estratégica para aumento do fator de recuperação, totalizando investimentos de US$ 21 bilhões no horizonte de 2019-23.

A produção de óleo dos campos terrestres somou 122 Mbpd no segundo trimestre de 2019 , ficando em linha com o primeiro trimestre de 2019 e o segundo trimestre de 2018. Os campos terrestres estão contemplados nos processos de otimização de portfólio da companhia. Em águas rasas, ativos non core e objeto de desinvestimento, a produção de óleo foi de 62 Mbpd, representando uma queda de 17,8% em comparação ao primeiro trimestre de 2019 e 34,2% contra o segundo trimestre de 2018. Essa queda deveu-se à parada de produção definitiva das plataformas P-9 e PNA-1, que encerraram seu ciclo de produção após mais de 38 anos.

— Os desinvestimentos de campos maduros que já apresentam baixa produtividade e custo elevado de extração contribuem para melhorar a alocação de capital aumentando consequentemente a geração de valor. Simultaneamente, viabilizam a redução do endividamento e do custo de capital da Petrobras —aponta.

O primeiro trimestre de 2019 apresentou maior disponibilidade de unidades de conversão possibilitou o aumento de 5,9% na produção de diesel em relação ao primeiro trimestre de 2019 , se recuperando de maiores paradas de manutenção em unidades de coqueamento em diversas refinarias no primeiro trimestre de 2019 e também do sinistro ocorrido na refinaria de Paulínia (Replan) que impactou a produção do mês de janeiro de 2019. Esse crescimento nos permitiu suprir integralmente o aumento da demanda, consequentemente reduzindo a importação de diesel no período. Na comparação com o ano anterior, a queda de 3,9% deveu-se a menor disponibilidade do parque como consequência de maiores paradas de manutenção, especialmente em unidades de hidrotratamento, craqueamento e coque.

As vendas de diesel aumentaram 4,9% no segundo trimestre de 2019 em relação ao 1primeiro trimestre de 2019 devido à sazonalidade do mercado. Como fator atenuante, cresceram as vendas por competidores no segundo trimestre de 2019 fazendo com que o market share da Petrobras se reduzisse de 84,2% para 82,7%. O crescimento de 3,3% das vendas na comparação com segundo trimestre de 2018 foi alavancado pela expansão da demanda a preços mais competitivos. Destaca-se também a paralisação de caminhoneiros em maio de 2018, que impactou negativamente o consumo e as entregas do produto no segundo trimestre de 2018. Esses fatores foram parcialmente compensados por um pequeno aumento da colocação de produtos por terceiros e menor consumo em obras de infraestrutura. O market share se manteve estável em relação ao mesmo período do ano anterior variando de 83,2% para 82,7%.

No segundo trimestre de 2019, a produção da gasolina permaneceu estável em relação ao primeiro trimestre de 2019 e se reduziu em relação ao primeiro trimestre de 2018 devido a menor demanda do produto no mercado. As vendas no mercado brasileiro no segundo trimestre de 2019 foram menores que no primeiro trimestre de 2019 devido ao aumento da competitividade do etanol hidratado frente à gasolina, em função do início da safra de cana no centro-sul, que resulta na queda dos preços de etanol, favorecendo seu consumo em alguns estados. As importações por terceiros se mantiveram em patamar semelhante entre os trimestres fazendo com que o market share se reduzisse de 80,4% para 79,7%. Na comparação com primeiro trimestre de 2018 a queda de 12,4% foi causada principalmente pela perda de participação da gasolina para o etanol hidratado em veículos flex, com diminuição da relação de preços médios entre etanol hidratado e gasolina, favorecendo o consumo do derivado da cana. Adicionalmente, ocorreu aumento das importações por terceiros, redução da frota de veículos movidos somente a gasolina e aumento de eficiência de motores na frota total, ocasionando a queda do market share de 84,3% no segundo trimestre de 2018 para 79,7% no segundo trimestre de 2019.

A produção de óleo combustível diminuiu 11,1% no segundo trimestre de 2019 na comparação com o primeiro trimestre de 2019, devido à maior utilização das unidades de conversão (maior disponibilidade das unidades de coqueamento e craqueamento catalítico) e pela queda das vendas de óleo combustível para as termelétricas. Em relação ao segundo trimestre de 2018 a queda foi de 6,9% devido a menor disponibilidade do parque como consequência de maiores paradas de manutenção.

As vendas de óleo combustível para o mercado brasileiro foram de 38 Mbpd, uma redução de 15,0% na comparação com o primeiro trimestre de 2019 em função do menor despacho termelétrico, devido à melhora do cenário hidrológico no segundo trimestre de 2019. A sazonalidade positiva na produção da indústria de transformação atenuou a queda nas vendas. Na comparação com segundo trimestre de 2018 houve um aumento de 10,4% nas vendas como consequência de maior nível de entregas para o segmento industrial. Houve também um aumento nas entregas de óleo combustível para termelétricas frente ao mesmo período de 2018, para manutenção dos reservatórios hídricos, mesmo com uma maior geração de eólicas e solar.

A produção de nafta aumentou 17,1% em relação ao primeiro trimestre de 2019 em função do maior processamento de óleo leve e condensado importados. Em relação a segundo trimestre de 2018 o aumento da produção foi de 26,2%, ocasionando a redução da importação de nafta para atendimento do mercado brasileiro.

No segundo trimestre de 209, as vendas de nafta foram de 85 Mbpd, uma redução de 5,7% em relação ao primeiro trimestre de 2019 em função da parada para manutenção do duto que interliga o Temadre à Refinaria Landulpho Alves (RLAM) e das menor demanda de nafta da Braskem por conta da parada da planta de Alagoas. Além desses fatores, os furtos nos dutos na região de São Paulo contribuíram para uma queda de 6,4%contra o segundo trimestre de 2018.

A produção de GLP aumentou 3,4% no segundo trimestre de 2019 em relação ao primeiro trimestre de 2019, em função do maior mercado e da maior utilização de unidades de conversão, principalmente de unidades de craqueamento catalítico.

Houve uma redução de 5,4% na comparação com o segundo trimestre de 2018 devido à menor demanda no segundo trimestre de 2019.

As vendas de GLP subiram 8,1% na comparação com o primeiro trimestre de 2019 principalmente pelas temperaturas médias mais baixas e pela sazonalidade de consumo de GLP decorrente de maior atividade econômica no período. Em relação ao segundo trimestre de 2018 houve uma queda de 2,4% principalmente pelas maiores temperaturas médias no segundo trimestre de 2019.

No segundo trimestre de 2019 o volume de produção do querosene de aviação foi menor em 7,1% acompanhando a redução da demanda pelo produto. Por outro lado, a otimização das operações permitiu o aumento da produção de diesel. Em relação ao segundo trimestre de 2018 a queda na produção foi de 7,1% ocasionada pela menor demanda.

No segundo trimestre de 2019 , as vendas de querosene de aviação reduziram 9,7% em função da sazonalidade da demanda, mais forte no primeiro trimestre de 2019 devido ao período de férias e carnaval. Além disso, destacamos também uma redução no crescimento do setor aéreo como decorrência dos ajustes recentes ocorridos no setor, sendo esse fato potencializado pelo aumento dos custos das empresas aéreas, devido à desvalorização do real frente ao dólar e ao aumento do preço internacional de QAV. Na comparação com o 2 segundo trimestre de 2018 a queda foi de 3,2% como consequência do ajuste no setor aéreo e desvalorização cambial.

A geração de energia elétrica foi de 975 MW no segundo trimestre de 2019 uma queda de 59,5% em relação ao primeiro trimestre de 2019 devido às condições hidrológicas mais favoráveis. Essa situação está refletida no menor valor do PLD. O volume de vendas de gás natural foi de 69 MM m3/dia no segundo trimestre de 2019 uma redução de 6 MM m3/dia em relação ao primeiro trimestre de 2019 devido à queda do despacho termelétrico. Adicionalmente, a queda do volume de gás natural fornecido para as fábricas de fertilizantes foi compensada pelo aumento do fornecimento para as unidades de refino. Os preços mais baixos do mercado internacional de gás natural liquefeito (GNL) em 2019 levaram a companhia a optar pela redução da importação de gás boliviano e aumento de compras de GNL para complementação da oferta de gás natural.

A exportação líquida diminuiu 100 Mbpd atingindo 217 Mbpd no segundo trimestre de 2019, principalmente em função da necessidade de recomposição de estoques de petróleo devido a uma menor produção no primeiro trimestre de 2019 . Além disso, houve aumento da importação de GLP no segundo trimestre de 2019 devido à sazonalidade do mercado e à recomposição de estoques (em função da menor importação no primeiro trimestre de 2019).

No segundo trimestre de 2019 as exportações de bunker e óleo combustível aumentaram devido ao aquecimento do mercado externo pelas expectativas geradas em função da alteração de especificação de combustível marítimo pela IMO. Em relação à nova especificação de 0,5% de enxofre, testes de produção realizados nas refinarias já somam cerca de 30 Mbpd de bunker que atendem às exigências do IMO nos últimos meses e atingiram o patamar superior ao programado inicialmente.

No segundo trimestre de 2019, 70% das exportações de óleo tiveram a China como destino final. Outros 10% foram destinados a demais localidades na Ásia. No segundo trimestre de 2019 a importação de petróleo foi levemente superior em função de aumento de vendas e da atratividade econômica no processamento de óleos leves e condensados.

— A importação de diesel caiu devido ao aumento de produção no segundo trimestre de 2019. Esse aumento de produção foi viabilizado por otimização das operações e maior demanda no mercado brasileiro— Concluiu.

Enviar Imprimir


© Copyright 2006 - 2019 Fator Brasil. Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por Tribeira

 Consulta inválida: