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02/03/2019 - 07:51

IATA apresenta o desempenho em segurança das companhias aéreas de 2018

Montreal— A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA - International Air Transport Association) divulgou os dados sobre o desempenho de segurança de 2018 das companhias aéreas, que mostram melhorias contínuas na segurança no longo prazo, mas um aumento de acidentes em relação a 2017.

A taxa geral de acidentes[i](número de acidentes a cada 1 milhão de voos) foi 1,35, o que equivale a um acidente a cada 740.000 voos. Esta taxa melhorou em relação à taxa geral de acidentes de 1,79 do período de cinco anos (2013-2017), mas ficou acima da taxa recorde de 1,11 obtida em 2017.

A taxa de 2018 de acidentes graves da aviação (medida em perdas de casco a cada 1 milhão de voos) foi 0,19, o equivalente a um acidente grave a cada 5,4 milhões de voos, uma melhoria em relação à taxa de 0,29 do período de cinco anos (2013-2017), mas não tão boa quanto a taxa de 0,12 obtida em 2017.

Em 2018, houve 11 acidentes fatais, com 523 mortes de passageiros e tripulantes. Essa taxa se compara à média de 8,8 acidentes fatais e aproximadamente 234 mortes por ano no período de cinco anos (2013-2017). Em 2017, foram 6 acidentes fatais e 19 mortes, os números mais baixos já obtidos. Um acidente em 2017 também resultou em 35 mortes em solo.

"No ano passado, cerca de 4,3 bilhões de passageiros voaram com segurança em 46,1 milhões de voos. O ano de 2018 não foi tão bom como 2017. Porém, voar é seguro e os dados confirmam que a segurança aumentou. Por exemplo, se a segurança em 2018 tivesse permanecido no mesmo nível de 2013, teríamos visto 109 acidentes em vez de 62, e 18 acidentes fatais, em vez dos 11 que ocorreram", disse Alexandre de Juniac, diretor-geral e CEO da IATA.

"Voar continua a forma mais segura para viagens de longa distância. Com base nos dados, em média, um passageiro poderia pegar um voo por dia durante 241 anos sem sofrer um acidente com fatalidade a bordo. Continuamos comprometidos com a meta de ver todos os voos decolando e pousando com segurança", disse Alexandre de Juniac.

Taxas de perda de casco de jatos por região das companhias aéreas (a cada 1 milhão de voos) — Seis regiões apresentaram melhora ou permaneceram iguais em 2018 em relação aos cinco anos anteriores (2013-2017) em termos de taxa de perda de casco de jatos.

Taxas de perda de casco de aeronaves turbopropulsoras por região dascompanhias aéreas (a cada 1 milhão de voos) — A taxa geral de perda de casco de aeronaves turbopropulsoras foi 0,60 a cada 1 milhão de voos, uma melhoria em relação à taxa de 1,23 de 2017 e à taxa de 1,83 do período de 5 anos (2013-2017). Todas as regiões, exceto o Oriente Médio e Norte da África, apresentaram um desempenho melhor em segurança de aeronave turbopropulsora em 2017 em relação às suas respectivas taxas de cinco anos. Os acidentes envolvendo aeronaves turbopropulsoras representaram 24% de todos os acidentes em 2018 e 45% dos acidentes fatais.

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