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27/02/2019 - 08:09

Investimentos da Enel distribuição São Paulo aumentam 32% em 2018

Os índices de duração e frequência equivalente de interrupção por unidade consumidora (DEC e FEC) melhoraram 38,7% e 29,4% em relação a 2017.

Barueri (SP) — A Diretoria da Enel Distribuição São Paulo divulgou no dia 26 de fevereiro(terça-feira), os resultados financeiros de 2018 da companhia. Receita bruta: alta em 2018 frente a 2017, principalmente como resultado de: Reajuste tarifário médio da ANEEL aplicado à companhia em julho de 2018 (+15.84%); maior contabilização de créditos regulatórios (CVA – Conta de Compensação de Valores de Item da Parcela A) em função do maior custo de compra de energia nos primeiros nove meses de 2018; aumento na venda de energia no mercado de curto prazo, principalmente, devido a sobrecontratação no período; e maiores receitas oriundas de atividades de construção de infraestrutura de rede, em linha com a atual regulação e resultantes do aumento dos investimentos da Enel Distribuição São Paulo no período.

Ebitda: queda principalmente em função de maiores despesas operacionais, associadas, entre outros fatores, aos serviços de assessoria financeira e jurídica para a emissão de ações (Follow-On) e oferta pública de ações (OPA), assim como ao maior volume de provisões para contingência, parcialmente compensada por menores provisões para inadimplência em razão de mudanças de metodologia. Excluindo os referidos itens não recorrentes, o Ebitda ordinário da companhia totalizou 1,281 bilhão de Reais, em linha com o Ebitda ordinário em 2017, de 1,275 bilhão de Reais.

EBIT: redução, em linha com o Ebitda, e devido a maiores encargos de depreciação e amortização associados ao aumento da base de ativos, decorrente de maiores investimentos para modernização da rede de distribuição.

Lucro líquido: aumento de 64% como resultado de melhores resultados financeiros[1], principalmente em razão da provisão de R$ 1,5 bilhão em 2017 referente ao acordo com a Eletrobras, que mais do que compensou a redução do EBITDA. Excluindo os itens não recorrentes, o lucro líquido ordinário da companhia totalizou uma perda de 81 milhões de Reais, principalmente em razão dos maiores encargos de depreciação e amortização mencionados anteriormente.

Dívida líquida: alta, devido à maior emissão de debêntures de longo-prazo no período totalizando mais de R$ 3 bilhões, como parte do Liability Management da companhia que reduziu o custo médio de sua dívida (CDI + 2% em 2017 vs. CDI +1% em 2018) e aumentou o período (de 3,0 anos em 2017 para 3,9 anos em 2018); parcialmente compensada pelo maior volume de amortizações da dívida e pela menor geração de caixa em comparação com o ano anterior, devido a maiores custos de compra de energia e maiores investimentos.

Capex (Investimentos): aumento de 32%, principalmente devido à modernização da rede de distribuição da companhia, por meio, por exemplo, de sistemas de automação da rede e novas subestações, bem como novas conexões.

“A integração da Enel Distribuição São Paulo ao Grupo Enel está avançando em ritmo acelerado com o objetivo de otimizar a estrutura financeira e o modelo de negócio da companhia, adotando as melhores práticas internacionais. Por meio de um importante programa de investimentos que está sendo realizado para modernizar e digitalizar a rede elétrica em São Paulo, registramos uma diminuição substancial na frequência e duração das interrupções no fornecimento. Olhando para o futuro, seguimos focados na melhoria dos indicadores de qualidade, por meio de tecnologias de ponta, e continuaremos o processo de integração para gerar ainda mais valor para a companhia e seus stakeholders”, ressalta Max Xavier, Responsável pela Enel Distribuição São Paulo.

Venda e Transporte de Energia estão em linha com 2017.

Índices regulatórios de Duração e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC / FEC) melhoraram para 7,18 horas e 4,39 vezes, respectivamente, como resultado dos investimentos na rede de distribuição da companhia, por meio dos quais os níveis de DEC e FEC estão melhores dos que os exigidos pelo órgão regulador.

Perdas de energia estão em linha com 2017, como resultado dos maiores esforços para redução das perdas comerciais.

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