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29/09/2018 - 08:17

Grupo Prumo reforça vocação para atender indústria de O&G na Na Rio Oil & Gas


Kevin Lowder - Sênior vice-presidente do Grupo EIG; José Magela – CEO da Prumo Logística; Tadeu Fraga – CEO da Porto do Açu Operações; John Cuttino - representante do Porto de Houston no Brasil; Marcio Felix - Ministro de Minas e Energia em exercício; Décio Oddone - Diretor-geral da ANP; Camille Richardson - responsável pelo setor econômico do Consulado dos EUA no Brasil; Jorge Camargo - Chairman da Rio Oil&Gas e Tessa Major - Diretora Comercial da Porto do Açu operações

Assinatura de Acordo de Cooperação entre a Porto do Açu Operações e o Porto de Houston foi um dos marcos da feira. Açu Petróleo desenvolve primeiro terminal privado de tancagem no Brasil.

O Grupo Prumo marcou presença na Rio Oil&Gas 2018, o maior evento de óleo e gás da América Latina, que aconteceu de 24 a 27 de setembro(segunda a quinta-feira), no centro de convenções Riocentro, no Rio de Janeiro. Representado na feira por três de suas subsidiárias, a Porto do Açu Operações, a Açu Petróleo e a Dome, o grupo mostrou sua importância e reforçou sua vocação para atender a indústria de óleo e gás, ao oferecer soluções logísticas integradas e desenvolver negócios que estão transformando o Complexo do Açu, localizado em São João da Barra (RJ), no maior e mais eficiente complexo portuário, industrial e energético do Brasil.

No primeiro dia da feira, a Porto do Açu Operações assinou um Acordo de Cooperação com o Porto de Houston, em um evento que contou com a participação de várias autoridades. A parceria viabiliza uma sinergia comercial entre o maior complexo portuário, industrial e energético da América Latina e um dos mais importantes portos dos Estados Unidos, número um em importações e em tonelagem de exportação. Além da parceria entre os dois portos, o acordo também cria novas oportunidades com o Porto de Antuérpia que, junto com o Grupo Prumo, é um dos acionistas da Porto do Açu Operações.

Já no segundo dia do evento, o CEO da Prumo Logística, José Magela, participou de painel sobre a abertura de mercado e a visão dos novos investidores na cadeia do gás natural no Brasil. Na ocasião, Magela frisou a importância de viabilizar o escoamento da produção do gás associado do pré-sal. “Viabilizar o escoamento do petróleo e do gás é essencial para que o Brasil alcance os números de produção que estão projetados. Neste contexto, o Complexo do Açu representa uma nova alternativa de segurança energética e abastecimento para o país, dando opções para que o gás e o petróleo cheguem ao mercado, e gerando energia”, afirmou.

Confiante na retomada da indústria de O&G e no crescimento do mercado esperado para os próximos anos, a Açu Petróleo também anunciou novos projetos durante a Rio Oil&Gas. Com previsão de crescimento de 70% da produção de petróleo nos próximos dez anos, será necessária uma logística eficiente para dar suporte a exportação, que deve mais que dobrar neste mesmo período. Neste cenário, a Açu Petróleo está desenvolvendo no Complexo do Açu o 1º terminal privado de tancagem no Brasil. Na primeira fase do projeto, o armazenamento será feito em uma unidade flutuante, que ficará atracada ao terminal. Já a segunda fase, prevista para operar em 2022, será a tancagem onshore, que contará com os serviços de armazenagem, tratamento, blending e de-watering.

Já a Dome, joint venture entre a Prumo Logística e a GranIHC, também localizada no Porto do Açu, reforçou sua vocação para ser um cluster de subsea. Os projetos desenvolvidos pela companhia e fechamentos de novos contratos também reafirmam a retomada do setor de óleo e gás e o reaquecimento do mercado. Com uma base que possui localização estratégica e capacidade única na costa brasileira, a Dome é um elo importante na cadeia de prestação de serviços no segmento de subsea, com a possibilidade de construção, montagem e reparo de equipamentos submarinos. Além disso, a companhia já está realizando warm staking de navios sondas, possibilitando maior competitividade e eficiência nas operações de exploração.

A Prumo, grupo econômico multinegócios, tem entre seus sócios o EIG Global Energy Partners, fundo americano que atua nos setores de energia e infraestrutura, e o Mubadala, fundo soberano dos Emirados Árabes. Através de seis subsidiárias (Porto do Açu Operações, Ferroport, Açu Petróleo, GNA, Dome e BP Prumo), o Grupo atua nos segmentos de mineração, logística portuária e O&G, desde 2007.

O Complexo do Açu — Em operação desde 2014, o Complexo do Açu, localizado em São João da Barra (RJ), tem grande vocação para o segmento de O&G e movimenta petróleo, minério de ferro, carvão, coque, bauxita, carga geral e de projetos, entre outros. O Porto ainda tem autorização para operar veículos e contêineres. O Complexo também conta com uma retroárea dedicada para a instalação de unidades de empresas dos setores marítimo e industrial.

Em 2018, de janeiro a agosto, o Açu já recebeu 1.730 embarcações (23% a mais do que o movimentado no mesmo período do ano passado). A movimentação no Terminal Multicargas (T-MULT) também cresceu. Até agosto de 2018, o terminal movimentou mais de 600 mil toneladas, mais do que montante registrado em todo o ano de 2017 (e dez vezes superior ao movimentado em 2016).

Com 130 km², sendo 40 km² de reserva ambiental, o Porto do Açu conta, hoje, com 11 empresas em operação: BP Prumo, Porto do Açu, B-Port (Grupo Edison Chouest), InterMoor, NOV, TechnipFMC, Wartsila, Açu Petróleo, Ferroport, Anglo American e Dome. Com 17 km de cais, sendo 3 km já em operação, e até 25 metros de profundidade, no Complexo está localizado o único terminal privado do Brasil apto a receber navios do tipo VLCCs (Very Large Crude Carrier), com capacidade de armazenamento de até 2 milhões de barris de óleo bruto.

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