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07/04/2018 - 06:44

Cia. Docas do Pará cede uso de duas áreas do Terminal Petroquímico de Miramar


(esq./dir.)frente: Mário Povia, diretor-geral substituto da ANTAQ, Ricardo Colpo, da Bahiana Distribuidora, Maria Conceição Cei, presidente da Comissão Especial de Licitação, Parsifal de Jesus Pontes, presidente da Companhia Docas do Pará, Gelson Cruz Picchi e Antonio Carlos Magalhães Moura da Liquigás, e Diogo Piloni, diretor da Área Portuária do PPI. |Atrás: Tabajara Bertelli e João Eduardo Negrão de Campos, da Bahiana Distribuidora, e Fábio Lavor, diretor do Departamento de Parcerias do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil

Em licitação na B3, cujos lances vencedores foram de R$ 300 e R$ 100 mil respectivamente.

São Paulo — A B3 conduziu no dia 6 de abril (sexta-feira) a licitação do contrato de cessão de uso onerosa de áreas e infraestruturas públicas não afetas às operações portuárias, destinadas à armazenagem e distribuição de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), localizadas dentro do Terminal Petroquímico de Miramar, no Pará.

As áreas são a MIR01, com área de 25.388 metros quadrados, e a BEL05, com 33.888 metros quadrados. A licitante Bahiana Distribuidora de Gás, representada pela corretora Bradesco, ofertou o lance de R$ 300.162,30 e ficou com o contrato da área MIR 01. A licitante Liquigás Distribuidora, representada pela corretora Itaú,ofertou o lance de R$ 100.000,00 e ficou com o contrato da área BEL05.

— Não houve ofertas para a área BEL06, de 32.256 metros quadrados— informa a B3.

A licitação foi realizada pela Companhia Docas do Pará (CDP), entidade vinculada ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação (MTPA).

O leilão da cessão de uso de três áreas destinadas à armazenagem, envase e distribuição de gás liquefeito de petróleo (GLP). O leilão faz parte do portfólio de ativos do Programa de Parcerias de investimentos (PPI), do Governo Federal.

As instalações privadas já são responsáveis pela maior parte desta movimentação de cargas portuárias no país, com participação de 66,4% dos terminais privados contra 33,6% dos terminais públicos. Segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), a movimentação portuária brasileira foi de 1,087 bilhão de toneladas em 2017 — 754 milhões de toneladas embarcadas e 333 milhões desembarcados.

“As concessões visam modernizar os contratos, garantir o abastecimento, fomento e indução do crescimento regional e nacional de cargas e a atualização dos contratos financeiros de remuneração das autoridades portuárias”, esclarece o afirma o secretário de Fomento e Parcerias do Ministério dos Transportes, Dino Antunes Batista, acrescentando que por isso mesmo “somente este ano a agenda portuária do PPI tem a expectativa de realizar leilões de 18 áreas portuárias de Norte a Sul do Brasil, muito mais do que realizou nos últimos dez anos”.

A B3 (B3SA3) — líderes globais do setor de bolsas. Cria e administra — em ambiente de bolsa e de balcão — sistemas de negociação, compensação, liquidação e registro para todas as principais classes de ativos, desde ações e títulos de renda fixa privada até derivativos de moedas, taxas de juro e de commodities e operações estruturadas. A B3 também oferece serviços de central depositária e de sistemas de controle de risco até o beneficiário final e atua como contraparte central para as operações realizadas em seus mercados. É a companhia líder na prestação de serviços de entrega eletrônica das informações necessárias para o registro de contratos e anotações dos gravames pelos órgãos de trânsito.

Com sede em São Paulo e escritórios em Londres e Xangai, a B3 reúne uma longa tradição de inovação em produtos e tecnologias, além de desempenhar funções importantes nos mercados financeiros e de capitais da região pela promoção de melhores práticas em governança corporativa, gestão de riscos e sustentabilidade. Atuando por meio de sua rede qualificada de intermediários, administra ambientes seguros e resilientes, aumentando a segurança, a solidez e a eficiência do mercado brasileiro e contribuindo para a formação de capital de longo prazo e para o crescimento econômico na região. [www.b3.com.br].

Lelilões previstos para 2018: . Paranaguá (PR) — (Terminal PAR 1) Carga Celulose —, abertura de edital em a e leilão em julho de 2018, com investimetnos previstos de R$ 101,4 milhões. (Terminal PAR 2) Carga de Veículos nas mesmas datas, investimetnos previstos de R$ 71,9 milhões.

. Itaqui (MA) — ( Terminal IQI 18) — Carga Clulose —, com investimentos previstos de R$ 221 milhões.

. Santana (AP) — (Terminal MCP 01) — Carga Cavaco de Madeira —abertura de edital em maio e leilão em agosto de 2018, investimentos de R$ 60,1 milhões.

. Santos (SP) — (Terminal STS 13) — Carga Grandes Líquidos — abertura de edital no segundo trimestre de 2018, leilão no terceiro trimestre de 2018, investimentos de R$ 198 milhões.

Sete terminais entram em consulta pública entre abril e maio deste ano, com previsão de lelão para dezembro de 2018, e estão localizados dois no Pará(Miramar/Belém e Vila do Conde), um na Paraíba(Cabedelo), um em Vitória, um em São Paulo(Santos) = Terminasi de Granéis Líquidos, e dois em Pernambuco(Suape) = Terminais Geral Veículos e Geral Contêiner, com valores previstos que variam de R$ 12,5 milhões a R$ 900 milhões (Suape).

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