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23/11/2017 - 07:03

Lubrificantes mostra força em 2017: após queda três anos seguidos, aponta Sindicom


Leonardo Gadotti Filho, presidente do Sindicom

Lubrificantes e tecnologia andam juntos, mas tem correlação com o PIB, portanto estima que o mercado brasileiro volte a reagir diante das demandas levantandas, mesmo que sejam sazonais, como o caso de melhoria no agronegócio. Mas enfatizam que 2018 sinaliza ascensão ainda maior. Sem detalhes quanto às expectativas de desempenho pois afirmam que a entidade não faz projeções oficiais.

Sobre a Pesquisa Ibope em torno de hábito e uso dos lubrificantes, o Sindicato das Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom) realizou um café da manhã com os jornalistas no dia 22 de novembro (quarta-feira), em sua sede no Centro do Rio de Janeiro, onde além de demostrar um raio-x do produto consumido em vários segmentos do mercado, como automotivo, aviação, agronegócio, motores de maquinários das grandes indústrias transformadoras, motores de embarcações marítimas, etc., fizeram observações sobre o crescimento do mercado em 2017, e uma curva ascendente em 2018.

O presidente do Sindicom Leonardo Gadotti Filho abriu o encontro com um tom de otimismo quanto aos próximos meses para a venda de lubrificantes, passando em seguida a palavra para o gerente de Lubrificantes da entidade, Giancarlo Passalacqua, que já respondeu a primeira indagação: a tendência é fechar o quarto trimestre de 2017 com crescimento bem acima do mesmo período de 2016. — fato que já aconteceu no terceiro trimestre do ano.

Em 2016 foram vendidos  1,270 milhão de metros cúbicos em lubrificantes, esperam chegar aos 1,500 milhão em 2018, — repetindo os melhores anos.

Giancarlo observa que 45% do óleo básico utilizado para a fabricação de lubrificantes no Brasil vem da importação, 40% refinado pela Refinaria de Duque de Caxias (REDUC), e a Refinaria Landulpho Alves-Mataripe(RLAM), outros 15% vem das rerrefinadoras. — O Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro(Comperj) que teria um complexo para óleo básico, está com as obras paradas— lembra o gerente.

O produto — Giancarlo explica que há diferenciais do produto para os motores em geral, muitos segmentos desenvolvem seus próprios óleos, tudo acontece de acordo com a necessidade do maquinário e sua tecnologia empregada. — Então, é tão específico que não haveria demanda para tanto. E ainda tem a graxa que hoje responde por 4,5% do mercado consumidor.

Hoje as empresas atuantes no Brasil no segmento de lubfrificantes são: Petrobras BR, Moove, Total, Shell, YPF, Ipiranga, Castrol, Chevron, Petronas, entre outras.

Indagado sobre a chegada do carro elétrico ao mercado, Passalacqua foi categórico: — no Brasil primeiramente entrará o carro híbrido, diferente da Alemanha e países nórdicos (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia, e as regiões autônomas das Ilhas Faroé, arquipélago da Åland e Groenlândia).

Mas o Sindicom além de representar o setor de combustíveis e lubrificantes no Brasil é referência da “Logística Reversa” que dá certo, — tanto que tem formulações feitas junto ao Conama que já são copiadas no mercado. As leis que compõem o Jogue Limpo são: Conama 362, e Lei 12.305/10.

A cobertura atual do Jogue Limpo está em 15 estados mais Distrito Federal e, 4.220 municípios, sendo que a partir de 2018 terá expansão para o Centro Oeste, Norte, Maranhão e Piauí.

A estrutura do Instituto Jogue Limpo gera 192 empregos diretos, e desde 2005 já somam 613.000.000 de embalagens recolhidas. Dentre os reconhecimentos, certificações e premiações estão: Certificado ”Selo Verde”, pelo Instituto Chico Mendes; 11º Prêmio AEA de Meio Ambiente — Categoria Responsabilidade Social; Participante do Pacto Global da ONU, entre outros.

No gráfico das metas e resultados a contratação foi acima das estimativas em todas as regiões brasileiras.

E o Sindicom dá mais um passo importante, mantém atualmente um elo com o mercado consumidor através do site: oleocerto.com, — lançado em 2013 com o intuito de dar todas as informações úteis sobre lubrificação automotiva.

Segundo Giancarlo foi além das expectativas, e muito positivo: então em março de 2017 lançaram o facebook do óleo certo, — em menos de um ano a página conquistou números positivos e vem criando bons relacionamentos com os seguidores, que procuram tirar dúvidas como: Qual óleo usar? Deve usar aditivos? Em quanto tempo devo fazer a troca do óleo? Poso completar o nível do óleo? Não tenho mais manual do veículo — o que devo fazer? Óleo tem validade? Entre outras dúvidas —conclui.

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