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04/08/2017 - 05:06

UTE Porto de Sergipe I  inicia suas instalações


Maior investimento privado já realizado em Sergipe, orçado em R$ 5 bilhões, cuja capacidade de gerar é de até 1.516 MW de energia, a usina pode atender 15% da demanda por energia no Nordeste. E deve estar em plena operação no início de 2020.

As obras da maior termelétrica da América Latina já começa encorpar, localizada na rodovia SE-100, no município da Barra dos Coqueiros, em Sergipe, é o primeiro terminal de GNL privado do país a sair do papel, marcando o fim do monopólio da Petrobras, que atualmente tem dois terminais de regaseificação em operação no Brasil.

Os investimentos envolvidos na construção da usina e do terminal, incluindo impostos e custos financeiros, são estimados em aproximadamente R$ 5 bilhões. Primeiro projeto, entre os demais previstos para o Complexo de Geração de Energia Governador Marcelo Déda.

A Centrais Elétricas de Sergipe (Celse), concessionária responsável pela construção da termelétrica Porto do Sergipe I, que terá 1,5 gigawatts (GW) de potência, que possui o acordo de longo prazo de compra de gás natural liquefeito (GNL) da Ocean LNG, joint venture operada pela Qatar Petroleum (70%), e pela americana ExxonMobil (30%).

O presidente da das Centrais Elétricas do Sergipe (Celse) Eduardo Maranhão vem afirmando nas suas entrevistas que o empreendimento de Sergipe terá o maior eficiente de geração de energia do mundo e já é usado como modelo internacionalmente.

O GNL importado terá como destino um terminal de regaseificação que será construído também no Estado de Sergipe, e vai abastecer a termelétrica, que deve ficar pronta em 2020.

— Se analisarmos a crise que o país está atravessando e o desfio que a Celse faz neste momento, é pra gente respeitar, tirar o chapéu. A crise vai passar com fé em Deus, o estado de Sergipe vai continuar e aqui, com essa termelétrica, a gente planta as bases de um novo Sergipe de desenvolvimento. Vamos ter além do viés do petróleo, a termelétrica, o gás natural e a energia hidrelétrica — afirmou Jackson Barreto.

A previsão é que as obras se estendam por 36 meses, gerando cerca de dois mil empregos diretos e até cinco mil indiretos, a partir da movimentação da economia local. —As perspectivas são muito boas para a população da Barra dos Coqueiros e de toda a região— emendou o governador.

Regasificação — Adicionalmente a UTE Porto de Sergipe, um terminal de regaseificação será criado e operado pela Golar na costa de Sergipe, próximo às instalações do Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB ). A realização desse investimento abrirá grandes oportunidades de investimentos na cadeia produtiva de petróleo, gás e energia em Sergipe, inclusive em razão da oferta de gás natural que poderá ser fornecido a partir desse Terminal de Regaseificação.

GE — A General Electric tem um contrato de US$ 900 milhões, com a Centrais Elétricas de Sergipe S.A. (Celse), para fornecer equipamentos, fazer a montagem e a instalação de uma usina de energia de ciclo combinado no Porto de Sergipe, em Barra dos Coqueiros, agora a gigante americana fechou um novo acordo com a sergipana, incluindo operação, manutenção, reparo e outros serviços na unidade geradora.

A usina, que terá capacidade para gerar 1.516 megawatts (MW), deverá atender aproximadamente 15% das necessidades energéticas do Nordeste do Brasil, além de ocupar o posto de maior usina a gás da América Latina quando começar a operar, em janeiro de 2020.

— A GE tem os serviços de geração de energia e a expertise digital que precisamos para operar de forma confiável e segura a usina de Porto de Sergipe nos próximos anos — disse o presidente da Celse, Eduardo Maranhão.

Logimex — A Logimex Comércio Exterior, uma empresa fluminense foi a escolhida para ser a coordenadora da Engenharia Aduaneira de Importação de toda a planta da UTE Porto de Sergipe I.

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