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27/10/2016 - 09:46

Agenda conjunta no setor de energia renovável deve ser a prioridade entre Brasil e Argentina

André Clark Juliano, diretor presidente da Acciona no Brasil destacou, durante evento “Argentina e Brasil, finalmente juntos para o mundo?”, que os dois países devem buscar um protocolo de cooperação para aproveitar as oportunidades de infraestrutura e de negócios.

Uma agenda conjunta em busca da assinatura de um protocolo de cooperação entre o Brasil e a Argentina, para soluções no setor de energias renováveis, deve ser o caminho a ser seguido pelos dois países nos próximos anos, caso queiram ofertar esta energia em conjunto, para o resto do mundo. Esta é a avaliação de Andre Clark Juliano, diretor no Brasil da Acciona - uma das principais empresas espanholas, líder global em promoção, desenvolvimento e gestão de infraestruturas, água, serviços e energia renovável -, apresentada nesta quinta-feira (20/10), durante o evento “Argentina e Brasil, finalmente juntos para o mundo?”, promovido pelo Demarest Advogados, realizado nesta quinta-feira (20/10), em São Paulo.

O painel contou com as participações de Luiz Fernando Furlan, conselheiro de administração da BRF Brasil e ex-Ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Rafael Benke, Presidente do CEBRI – Centro Brasileiro de Relações Internacionais, e Alejandro Heimann, gerente da agência Invest Argentina.

Clark salientou que a infraestrutura é o fator que aumenta a produtividade em diversos setores, como o agronegócio e a indústria em geral. E a grande defasagem da América Latina está na capacidade logística e no escoamento de produção, o que reduz a competitividade das empresas do Cone Sul no exterior.

“O Brasil e a Argentina, ao saírem do atual período de recessão, enfrentarão gargalos, no curtíssimo prazo, por falta de energia. Por isso, a agenda bilateral, em 2017, deve incluir protocolos de cooperação energética o mais rápido possível, para investimentos e soluções em energia renovável e sustentável, como hidrelétrica, eólica, solar e a gás”, afirmou.

Em sua avaliação, o Brasil e a Argentina, além dos demais países da América do Sul, terão muito a ganhar se entenderem que é necessário trabalhar em soluções conjuntas no que se refere à infraestrutura ligada ao setor de energia. “Os dois países têm um grande potencial em gás, que poderia aumentar expressivamente com a adesão também do Paraguai e da Bolívia, que são outros grandes produtores. Devemos criar maior confiança entre os países do Cone Sul para que, juntos, possamos criar, desenvolver e, posteriormente, exportar o grande excedente potencial de energia”, disse Clark.

A Acciona iniciou atividades por volta de 1860, com a construção das primeiras ferrovias da Espanha. É uma das líderes mundiais no desenvolvimento da infraestrutura privada do mundo, com um portfólio de € 11 bilhões, presente em 30 países e um quadro de 33 mil funcionários. Em 2015, seu resultado de vendas atingiu € 6,544 bilhões, com um crescimento de 7% em relação ao exercício anterior, e seu Ebitda foi de € 1,174 bilhão. Nos últimos cinco anos, entre 2010 e 2015, investiu € 876,4 milhões em inovação.

Compromisso com a sustentabilidade — A missão da Acciona é contribuir para o bem-estar social, o desenvolvimento sustentável e a geração de valor para as sociedades em que atua. Sua estratégia está centrada no crescimento econômico, no equilíbrio e no progresso ambiental e social.

Sua política, nessa área, está estruturada em quatro pilares: sustentabilidade e inovação, boa governança (com políticas anticorrupção, antitruste, gestão de riscos e qualidade), social (direitos humanos, RH, prevenção de riscos laborais e ação social) e ambiental (meio ambiente biodiversidade e luta contra as mudanças climáticas).

A luta contra as alterações climáticas está dentro das prioridades estratégicas da Acciona. Para atenuar os seus efeitos, a Acciona vai investir US$ 2,5 bilhões em energias renováveis ??nos próximos cinco anos. Neste ano de 2016, através de seu novo Plano Diretor de Sustentabilidade – PDS 2020, a companhia assumiu entre os desafios, ser neutra em carbono em todas as suas atividades globais. Trata-se de reduzir ao mínimo as emissões de CO2 associadas às suas operações e compensá-las através de sua própria atividade ou a aquisição de certificados de CO2. Em 2015, por exemplo, a empresa evitou emissões de 17,2 milhões de toneladas de C02.

Sua Política de Sustentabilidade é reconhecida por sua inclusão em reputados índices de sustentabilidade, como Dow Jones Sustainability (DJSI World), FTSE4Good, MSCI Global Climate Index, CDP Climate Performance Leadership Index 2014, CDP Iberia 125 Climate Disclosure Leadership Index 2014 y CDP Supplier Climate Performance Leadership Index.

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