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15/09/2016 - 08:11

GE aposta em pequenas centrais hidrelétricas

Para incentivar entrada de PCHs na matriz energética, GE aperfeiçoa portfólio, trazendo vantagens competitivas aos clientes.

São Paulo — A GE, com a recém-criada divisão de Renewable Energy, está dedicando cada vez mais esforços para o avanço das energias renováveis no Brasil, que incluem as fontes eólica e hidráulica. Presente nos grandes e pequenos projetos hidrelétricos do País, a empresa passa a apostar na retomada das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) para aumentar a oferta de energia renovável complementar e contribuir para a diversificação da matriz elétrica nacional.

Com baixo impacto ambiental, a GE consolida uma nova gama de produtos que fortalecerá a menor complexidade para a construção, já que a instalação não ultrapassa 24 meses. O Governo realizará ainda em setembro um leilão exclusivo para negociar energia de PCHs até 30 MW e CGHs de até 3 MW. “Essa é uma iniciativa muito importante. A realização de um leilão envolvendo essa modalidade é uma ótima oportunidade de manter a indústria ativa e incentivar a contratação de energia”, comenta Roberto Miranda, diretor comercial da GE Hydro para o Brasil.

Para atender a crescente demanda, a GE criou uma “task force” para atualizar seu portfólio de turbinas e geradores aplicáveis à energia hidráulica e trazer o conceito de padronização global, garantindo que o Brasil tenha as melhores soluções possíveis. “A GE vislumbra o grande potencial de PCHs e investe para oferecer soluções inovadoras para o setor e a estandardização de nosso portfólio que irá trazer aos nossos clientes, além da qualidade, vantagens em relação ao custo e prazos de entrega”, explica o executivo.

Atualmente o Brasil conta com 448 PCHs em operação, 34 empreendimentos em construção e outros 120 aguardam licenças, financiamento, entre outras questões, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). “Hoje temos um grande potencial de energia estocado em projetos ainda em estudo ou em fase de liberação, mas precisamos viabilizá-los. Nossa missão é mostrar a importância das PCHs e incorporá-las à matriz elétrica brasileira”, afirma o executivo.

De acordo com a Associação Brasileira de Fomento às Pequenas Centrais Hidrelétricas (Abrapch), o potencial de projetos em stand-by pode chegar a 10 GW, que ultrapassa a energia de Itaipu pertencente ao Brasil (7GW).

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