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03/08/2016 - 09:23

Termelétrica com turbinas GE vai gerar energia para suprir demanda extra dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016


A chegada de mais de 500 mil turistas durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 irá aumentar consideravelmente a demanda por eletricidade no Rio de Janeiro, o que exigirá flexibilidade e estabilidade operacional do parque gerador. Parte desse papel será desempenhado pelas usinas térmicas instaladas nos munícipios ao redor da capital fluminense, como a UTE Baixada Fluminense (530MW), em Seropédica.

A planta, inaugurada em fevereiro de 2014, conta com turbinas de ciclo combinado da GE, que garantem melhor eficiência energética ao sistema. Duas turbinas movidas a gás natural (modelo 7FA.04) e outra a vapor (modelo D11) têm capacidade para gerar a energia suficiente para potencialmente abastecer uma cidade de até 1,7 milhão de habitantes.

De acordo com Alvaro Anzola, diretor- geral da divisão de Gas Power Systems da GE para a América Latina, o acionamento de termelétricas para o suprimento de energia durante os Jogos Rio 2016 mostra a crescente importância da diversidade da matriz energética e a necessidade de maior confiabilidade de geração. “Necessitamos do apoio de fontes não intermitentes, como a térmica, para ajudar a garantir estabilidade ao sistema. Além disso, devemos levar em consideração a importância do gás natural como combustível para minimizar impactos ambientais. Nossa turbina a gás 9HA pode ser capaz de queimar mais de três toneladas de gás natural ao mesmo tempo em que pode produzir apenas 186 ml de resíduos poluente, ou meia latinha de refrigerante”, explica o executivo.

O parque gerador brasileiro tem aproximadamente 144 GW de potência instalada considerando todas as fontes. Desse total, 8% ou um pouco mais de 12 GW são gerados pelas térmicas que utilizam o gás natural como fonte¹. “A maioria das turbinas instaladas nos parques térmicos existentes no País são da fabricação da GE, mas ainda há a necessidade de investimentos nesse modelo. A GE, por meio do negócio de Gas Power Systems, busca cada vez mais incentivar a atualização do parque térmico e, assim, potencialmente evitar a instabilidade em períodos de pico, além de ajudar na geração de energia durante o mais importante evento esportivo”, comenta Anzola.

Como incentivadora do setor, a empresa também ocupa posição de destaque na geração de energia a gás no País: dos últimos leilões de energia térmica realizados entre 2007 e 2015, das 16 turbinas contratadas, 13 são da GE.

Flexibilidade da energia térmica —Segundo Anzola, espera-se que o mundo necessite de 50% a mais de energia nos próximos 20 anos. Além disso, é preciso prover eletricidade para mais de 1.3 bilhões de pessoas que atualmente ainda não possuem acesso. “Para ajudar a resolver a questão, precisamos garantir alta produtividade das plantas térmicas por meio de soluções conectadas”, continua o executivo.

Neste sentido, a GE desenvolveu a Digital Power Plant, um conjunto de soluções de hardware e software que permitirá que as usinas possam otimizar seus componentes críticos e operações. Por meio de uma réplica virtual do sistema, o Digital Twin, é possível realizar a análise preditiva do desempenho ideal do modelo, bem como potencialmente indicar possíveis falhas ou avarias em componentes individuais. “A potencial melhoria na eficiência em toda a base térmica instalada da GE no mundo pode gerar uma economia de mais de US$ 5 bilhões em custos anuais com combustíveis. Esta solução foi aplicada em uma usina termelétrica no norte da França equipada com a turbina a gás 9HA.01 nos permitiu receber o certificado do Guinness World Record como a usina termelétrica mais eficiente do mundo pela capacidade de converter 62,22% de combustível queimado em eletricidade — um nível de eficiência nunca antes alcançado.”, exemplifica Anzola.

A conectividade aplicada à cadeia energética também pode estender o tempo útil dos ativos, uma vez que a manutenção preditiva pode ser realizada constantemente. “A Digital Power Plant transformará a geração de energia desde seu primeiro estágio, no planejamento e desenvolvimento de novas usinas, até sua operação e fases de manutenção”, conclui.

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