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10/03/2016 - 07:21

Bebeto apadrinha e luta pela inclusão do esporte paradesportivo


O tetracampeão joga no time Rio de Janeiro Power Soccer e se arrisca na cadeira motorizada.

O campeão mundial Bebeto marcou presença no aniversário de dois anos do time Rio de Janeiro Power Soccer (RJPS), no Parque do Flamengo. A comemoração marcada por jogo-treino, contou a participação do craque, que se arriscou jogando em uma cadeira motorizada lado a lado dos paratletas.

Engajado na luta pela inclusão social, o jogador Bebeto é padrinho do time carioca de futebol em cadeiras de rodas motorizadas. A modalidade paradesportiva, praticada com cadeiras motorizadas, é a única que permite a participação de pessoas a partir dos seis anos de idade, de qualquer gênero no mesmo time e com deficiência motora severa, como tetraplegia, paralisia cerebral, distrofia muscular, entre outros.

"É um prazer ser padrinho desse projeto desde o início. O esporte mudou a minha vida e atletas são guerreiros, são exemplos de superação. Isso me emociona. Sempre fui envolvido com causas de inclusão social e considero esse projeto um gol de placa", diz Bebeto, que vai tentar pela primeira vez jogar em cadeira de rodas motorizada. "Vou pagar esse 'mico' por uma boa causa".

O esporte, também conhecido como Powerchair Football, já é praticado em quase 30 países e o Brasil está cada vez mais desenvolvido na modalidade. O time carioca é um dos que mais se destacam no país, tendo cinco, dos seus 11 atletas, convocados para a Seleção Brasileira de Power Soccer.

Power Soccer —Criado na França e no Canadá, no final dos anos 70, o Power Soccer ganhou força e o mundo. Ao longo dos anos, a modalidade foi sofrendo algumas adaptações, até que em 2006, nasceu a Federação Internacional de Futebol em Cadeiras de Rodas (FIPFA), o que possibilitou, em 2007, a primeira Copa do Mundo do esporte. Atualmente, a modalidade é praticada em quase 30 países espalhados pelo continente Americano, Europeu, Asiático e Oceania, e já é reconhecida pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC). A expectativa é que, em breve, o esporte se torne uma modalidade paralímpica.

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