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08/12/2015 - 08:03

COP 21 — Projeto de Energia Solar Akon Lighting Latin America

Logo após apresentar o premiado projeto Akon Lighting Africa na COP 21 (Conferência do Clima das Nações Unidas), o empresário e ativista Akon leva sua comitiva ao Brasil para lançar a segunda fase da iniciativa, Akon Lighting Latin Americas, uma solução inovadora para combater as emissões de carbono e o aquecimento global por meio do uso de painéis de energia solar. Entre os dias 07, 08 e 09 de dezembro(segunda, terça e quarta-feira), os empresários se reúnem com políticos e representantes da sociedade civil em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador. Na ocasião, apresentarão as possibilidades de financiamento para expandir o acesso à energia solar, uma fonte de eletricidade renovável, barata e ecológica

A energia solar é limpa, é barata e é a esperança para o futuro do planeta. De 30 a 06 de dezembro, o projeto Akon Lighting Africa participa da 21ª Conferência do Clima (COP 21), em Paris, para apresentar a iniciativa que está revolucionando o acesso à energia elétrica no continente africano. Laureado com os prêmios “Melhor Projeto de Energia Renovável de 2015” e “Iniciativa do Ano” pelo West African Power Industry Convention (Wapic), o programa, em atividade desde 2013 e presente em 15 países, promove a instalação de painéis de energia solar em cidades onde até então as pessoas viviam na escuridão. Os resultados econômicos e sociais do plano serão exibidos no dia 1º de dezembro (terça-feira) no Climate Summit for Africa, no dia 02 de dezembro (quarta-feira), na Nationally Appropriate Mitigation Actions (Nama Fair), e no domingo (06), durante os encontros da Renewable Energy: Energizing the Future (Irena).

Logo após sua participação na COP21, a comitiva de Akon Lighting Africa embarca em direção ao Brasil para o lançamento do projeto Akon Lighting Latin America. Capitaneado pelo astro da música internacional, empresário e ativista senegalês Akon, o ativista social Thione Niang e o empresário Samba Bathily, em parceria com os empresários paulistanos Elida Monteiro e Hasani Damazio, o projeto Akon Lighting Latin Americas propõe uma verdadeira revolução no setor.

A agenda inclui encontros com autoridades e representantes da sociedade civil em quatro Estados: . São Paulo (dia 07): prefeito Fernando Haddad e presidente da Fiesp e do Sesi Paulo Skaf;

. Rio de Janeiro (dia 08): governador Luiz Fernando Pezão;

. Bahia (dia 09): governador Rui Costa;

. Distrito Federal (dia 09): Ministra das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos Nilma Lino Gomes e o Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético Altino Ventura, do ministério das Minas e Energia. Estão previstas também visitas a entidades civis como a sede do grupo Ilê Aiyê, em Salvador.

Unidos por um sonho — Akon e Thione Niang, co-fundadores do Akon Lighting Africa, cresceram em Kaolack, Senegal, uma cidade sem eletricidade. Suas memórias de infância fazem referência a uma "vida sem luz". O sonho de mudar esse cenário começou a se tornar realidade em 2013, quando eles conheceram Samba Bathily, um empresário do Mali que não só compartilhava o mesmo desejo, mas, por meio de sua empresa, a Solektra INT, tinha capacidade de iluminar o pequeno vilarejo senegalês e outros países africanos. Em fevereiro de 2014, os três lançaram esse ambicioso projeto, visando fomentar o crescimento africano, bem como o empoderamento da juventude do continente, por meio da formação de mão de obra e do investimento em pesquisa.

O objetivo da iniciativa é levar a energia solar para milhões de pessoas que não estão conectadas à rede elétrica, estabelecendo-se em 25 países africanos até o final de 2016. Em pouco mais de um ano e meio, graças a um modelo de parceria público-privada e uma rede bem estabelecida de parceiros internacionais, 15 países foram beneficiados com uma ampla gama de soluções tecnológicas inovadoras, incluindo iluminação pública com energia solar e kits domésticos para as famílias e aldeias. Os números altamente positivos mostram que soluções práticas são a chave para resolver as questões energéticas tanto na África como no mundo todo. "Tudo o que estamos fazendo é baseado em energia solar ou renovável, e nós estamos apenas tentando descobrir como podemos alimentar a África", disse Akon.

Os resultados alcançados desde 2013: Operações em 15 países e 480 cidades e vilarejos; Mais de 1.000.000 de domicílios com acesso à energia solar;

Mais de 100.000 postes de iluminação pública, 1.000 microgeradores e 200.000 kits domésticos instalados;

Linha de crédito de US$ 1 bilhão de dólares;

Centenas de empregos diretos e uma rede de jovens capacitados como técnicos em instalação e manutenção de sistemas de energia solar;

Mais de 5.500 empregos indiretos criados (micro e pequenas empresas e prestadores de serviço beneficiados).

Rumo às Américas —Segunda maior economia do continente, o Brasil é o primeiro país americano a receber o projeto. A iniciativa chega em momento crucial. Como parte dos acordos internacionais, o país aceitou a meta de descarbonizar sua economia, reduzindo em 37% as emissões de gases do efeito estufa em relação ao ano de 2005 _quando as emissões foram de 2,1 gigatoneladas de dióxido de carbono. Dessa maneira, até o ano de 2100, a nação utilizaria apenas energia limpa.

Ainda no campo da energia, o Brasil assumiu como meta a expansão do uso de fontes renováveis (energia eólica, fotovoltaica, biomassa e biocombustíveis) em sua matriz energética, dos atuais 28% para 33%, até 2030. Torna-se urgente, portanto, o investimento em eficiência energética para um desenvolvimento sustentável.

A chegada de Akon Lighting Latin Americas propõe uma combinação de três fatores: instalação de sistemas fotovoltaicos formados por postes de iluminação pública, míni e micro-geradores e kits domésticos; modelos flexíveis de pré-financiamento e crédito; capacitação profissional de uma rede de técnicos em instalação, projetistas e integradores de sistemas de energia solar envolvendo principalmente jovens das comunidades locais.

”A ideia de Akon Lighting Latin Americas é popularizar e expandir o acesso à eletricidade renovável às comunidades rurais e urbanas em todo o continente e somar forças às iniciativas levadas a cabo pelo Governo Federal, como os programas Luz para Todos e Minha Casa Minha Vida, demonstrando os resultados positivos obtidos desde a implantação na África”, explica Hasani Damazio, um dos empreendedores responsáveis pela chegada do programa ao país. “Além das questões ambientais, o projeto cria empregos diretos e indiretos. Moro e trabalho na África há cinco anos e observei sua implementação em vários países. No Brasil, essa fonte ainda é pouco explorada, apesar do enorme potencial de insolação no país.”

Entre os fatores econômicos, Damazio destaca ainda o fato de que os custos de instalação e compra de equipamentos geradores de energia solar caíram drasticamente nos últimos anos. “A fabricação de painéis fotovoltaicos vem ganhando em escala. Esse elemento, aliado aos subsídios dos governos, reduziu o preço dos equipamentos”, diz ele. “O governo brasileiro está atento a isso e projeta um crescimento dos quase zero de hoje para quase 4% da matriz elétrica do país em 2024. Levando em consideração a atual situação de crise energética do Brasil, o projeto se torna urgentíssimo.” Akon Lighting Latin Americas oferece um modelo de parceria público-privada envolvendo governos locais e os grupos multinacionais Solektra, Sumec, Give1 Project, Akon Corp, ADS Global, China Jiangsu, Huawei e o Nari Group para governos latino-americanos nos níveis municipais, estaduais e federal.

Após alcançar um acordo com o governo local, Akon Lighting Latin Americas financia um conjunto de projetos-piloto em localidades estratégicas que combinam a instalação de postes de iluminação pública e kits domésticos, ou seja, os painéis de energia solar serão utilizados tanto para iluminar as ruas, quanto para fornecer energia para o consumo familiar. Isso será o suficiente para reduzir em até 90% os gastos públicos com o consumo de energia. Uma vez que os projetos-piloto estiverem em atividade, os governos e as comunidades locais podem avaliar o sistema e melhorias podem ser sugeridas e a expansão pode ser conduzida.

Em seguida Akon Lighting Latin Americas ajudará na expansão dos projetos-piloto com a oferta de um modelo de pré-financiamento para a aquisição e implantação da tecnologia solar, bem como a capacitação técnica de mão de obra local. O modelo de pré-financiamento permite que os governos e as comunidades paguem os financiamentos durante um período de até sete anos a taxas muito baixas.

Graças à atual regulação do Brasil, o consumidor pode instalar sistemas fotovoltaicos para a geração de energia elétrica. Esses sistemas podem ser ligados à rede pública, garantindo que o que for produzido em excesso seja distribuído, gerando créditos futuros para o consumidor.

Geração de empregos e capacitação profissional — Em 2015, foi inaugurado o primeiro centro de ensino em tecnologia solar da África, com capacidade para formar mais de 200 técnicos por ano na cidade de Bamako, capital do Mali. Um dos pilares da iniciativa é a geração de empregos e a capacitação profissional de jovens nas comunidades em que as soluções de energia são implementadas. Dessa forma, até agora centenas de jovens africanos tiveram a oportunidade de concluir cursos de formação profissional nas áreas de instalação, manutenção e desenvolvimento de sistemas de energia solar.

#movidospelosol —Chegou "A Hora e a Vez da Energia Solar". Em meio à seca causada pela falta de chuvas, principalmente no Sudeste, o país vive atualmente uma grave crise energética e precisa com urgência investir em métodos alternativos de geração de energia. Por outro lado, apesar de o Brasil ser uma das nações mais ensolaradas do mundo, esse tipo de energia ainda é fortemente subaproveitado, correspondendo a apenas 0,01% da matriz energética.

No cenário internacional, um relatório da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) mostra que cerca de 40% das reduções necessárias para limitar o aquecimento global a 2°C podem ser alcançadas com eficiência energética. Desde 1990, o investimento em eficiência energética evitou emissões de mais de 10 bilhões de toneladas de CO² entre os 29 países membros da IEA. Sem essas medidas, a temperatura da Terra pode se elevar ainda mais.

Há diferença se o aquecimento global passar de 2 para 3 graus? Parece muito pouco mas, se a temperatura subir de 2, meta acordada entre os países que fazem parte da Convenção das Nações Unidas, para 3 graus, o planeta enfrentará consequências dramáticas. Dois graus mais quente, a temperatura média da Terra provocaria ondas de calor, dessas que fazem São Paulo e Rio de Janeiro ferverem em plena primavera.

Com essa mesma média, a calota glacial da Groenlândia estaria condenada a derreter quase que inteiramente e aumentar em até 7 metros o volume da água dos oceanos, provocando desastres dramáticos para quem vive à beira-mar. Com 3 graus a mais, esse processo seria acelerado e a calota glacial de Groenlândia poderia desaparecer completamente. E essa é apenas uma das muitas tragédias que podem ocorrer caso os países não diminuam a queima de combustíveis fósseis, um dos responsáveis pelo aquecimento global.

As notícias parecem apocalípticas. E são. Entre os sintomas do aquecimento global, estão o agravamento dos fluxos de migração e da extrema pobreza, que poderá atingir até 100 milhões de pessoas nos próximos 15 anos. Mais uma vez a energia solar aparece como uma das melhores alternativas para evitar essa catástrofe.

Quais os benefícios da energia solar? Econômico —Redução de 90% no gastos com energia. O investimento no sistema fotovoltaico usualmente se paga entre sete e dez anos.

Durabilidade — Os sistemas duram comprovadamente mais de 30 anos. Não há partes móveis ou mecânicas.

Social —Criação de empregos e investimento em pesquisa ao formar técnicos e responsáveis pela manutenção

Estabilidade —A produção de energia não depende do ciclo de chuvas ou ventos, e mesmo em dias nublados o sistema funciona normalmente.

Um dos questionamentos recorrentes sobre o uso da energia solar é sua intermitência, ou seja, sem Sol, sem luz. Esse percalço, no entanto, deixou de existir. Com o investimento em pesquisa e rápido desenvolvimento da indústria foram desenvolvidas superbaterias capazes de armazenar energia solar, que pode ser usada à noite. Dia após dia, a energia solar demonstra-se a fonte mais viável, barata, limpa e ecológica para o futuro do planeta

Modularidade —O sistema é modular, com isso, há a possibilidade de expandi-lo posteriormente sem afetar a estrutura existente.

Ambiental —O sistema opera com zero emissão de carbono e outros gases poluentes, ruídos ou uso de água.

Todas as fontes de energia que conhecemos, as renováveis e as fósseis, se originam da energia solar. Os ventos, o urânio o petróleo. A quantidade de energia que o Sol produz em um segundo é maior do que toda a energia consumida pela humanidade desde sua existência. A energia do Sol que chega até a Terra em um ano é maior do que todas as reservas de energia fósseis existentes no planeta.

A energia solar não produz carbono, não faz ruído, não é radioativa, não é tóxica e o minério do silício é um dos mais abundantes na natureza.

“O Brasil tem três fontes de pressão que, acredito, vão prejudicar muito a indústria e a economia: falta de água, variação climática e desmatamento”, descreve Hasani Damazio. “Conhecemos esses problemas individualmente, mas não sabemos muito sobre sua interdependência e seu impacto conjunto”, diz ele. “Juntos, vão prejudicar a capacidade de geração de eletricidade do Brasil. Com o desmatamento, a floresta perde resistência. Ela tem uma função: bombeia umidade para a atmosfera e assim regula o clima. Sem a floresta, que serve como um tampão, a mudança climática será exacerbada. A falta d'água, uma triste realidade, vai piorar. A combinação desses fatores vai minar a capacidade do Brasil de gerar eletricidade. A energia hidrelétrica representa 68% da matriz elétrica nacional, segundo dados da Aneel [Agência Nacional de Energia Elétrica] de 2014. Dada a proporção da hidroeletricidade na matriz energética, isso pode fazer com que o país tenha, no futuro, que se voltar para o hidrocarbonato - petróleo, por exemplo. Hoje a intensidade de carbono na geração de energia é baixa. Isso é por causa das hidrelétricas. O Brasil precisa repensar sua definição de energia renovável. Precisa excluir energia hidrelétrica. O único modo de fazer uma transformação real é com energia eólica e solar”, conclui Hasani.

Os objetivos para a América Latina até 2020 —Desenvolver operações em 20 países: Brasil, Bolívia, Venezuela, Cuba, Haiti, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai, Argentina, México, Costa Rica, Equador, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua e Panamá até 2020;

Conectar mais de 1.000.000 de domicílios;

Gerar centenas de empregos diretos e uma rede de jovens capacitados como técnicos de sistemas de energia solar;

Influir na criação de milhares de empregos indiretos.

Quem é quem nos projetos Akon Lighting Africa e Akon Lighting Latin Americas: "Akon, o ativista", uma das vozes mais famosas do planeta, o empresário, filantropo e cantor e produtor de R&B Akon nasceu em St. Louis, nos Estados Unidos, e recebeu o nome de Aliaune Badara Thiam. Ainda pequeno, ele foi levado à terra natal de seus pais, o Senegal, onde viveu até os sete anos, quando mudou-se para Union City, em New Jersey (EUA).

Akon cresceu em meio à música. Seu pai é Mor Thiam, percussionista muito respeitado na cena do jazz, e sua mãe é Kiné, cantora de renome, dançarina e filantropa. Ambos cultivaram no filho o amor pelas artes em geral, bem como uma profunda ligação e apreciação por sua herança e sua pátria. Esse amor alimentou em Akon o desejo de colaborar para o futuro da África, o que ele pôde fazer graças ao fato de ter se transformado numa das maiores estrelas da música no planeta. Indicado ao Grammy e detentor de um disco triplo de platina pelo álbum "Konvicted", que vendeu mais de 4 milhões de cópias no mundo todo, Akon foi o artista solo a estrear no primeiro e segundo lugar, simultaneamente, no ranking da Billboard Hot 100. Suas canções são ouvidas em todos os países e 27 delas apareceram no Hot 100 da Billboard. Também são famosas suas colaborações com mais de 150 artistas, entre eles, Michael Jackson, Whitney Houston, Eminem e Gwen Stefani. Em 2007, Akon concentrou sua atenção, energia e o seu amor na criação da Fundação Konfidence, cujo objetivo é melhorar a qualidade de vida de africanos e norte-americanos.

Thione Niang, “o aprendiz de Obama", o ativista político e consultor senegalês Thione Niang foi criado numa família grande. Eram 28 crianças morando na casa dos Niang, em Kaolack, numa época em que a cidade vivia às escuras. Em 2000, com apenas 20 dólares no bolso e sem falar uma palavra em inglês, Thione foi para os Estados Unidos. Lá, trabalhou como ajudante de garçom, enviando parte do dinheiro para ajudar os parentes, no Senegal, e guardando o restante para obter um diploma universitário.

Durante seus estudos, em Ohio, Thione envolveu-se na política e ocupou vários cargos no Partido Democrata. Entre eles, participou ativamente da campanha de Barack Obama nas eleições presidenciais de 2008.

Em 2009, lançou o projeto GIVE1, uma organização global, sem fins lucrativos, dedicada à formação de jovens líderes. Sua organização está ativa na França, nos Estados Unidos, no Japão e em países africanos como Senegal, Benin, Togo, Costa do Marfim, Gana e Gabão.

Hoje, Thione viaja pelo mundo para promover a importância da liderança e participação dos jovens na sociedade. Ele também é o fundador do grupo de consultoria TN, cujo objetivo é aprimorar a comunicação e as relações entre os governos e as organizações globais.

Idealizador do projeto Akon Lighting Africa ao lado de AKON e Samba Bathily, o senegalês Thione Niang foi nomeado pelo presidente Barack Obama como embaixador do Ministério da Energia dos Estados Unidos, com a função de representar as minorias no setor.

Não por acaso, Niang está envolvido numa revolução energética, com a implantação de centenas de painéis de energia solar na África. Em breve, ele estará no Brasil para lançar a segunda etapa dessa iniciativa inspiradora, de geração de energia limpa, barata e ecológica.|http://thioneniang.co/#ambassador

"Samba Bathily, o empreendedor", o malinês Samba Bathily é CEO da ADS Global Corporation, grupo que investe nas áreas de energia, TIC, varejo, construção, hotelaria e finanças e, há mais de 20 anos, atua como empresário no Mali, sendo um dos principais personagens da África Ocidental. Sua holding inclui sete subsidiárias (Solektra, Afritek, Proxicom e Yiriwa, entre outras), presentes em oito países africanos.

Sua atuação no continente inclui a colaboração com várias multinacionais na implementação de parcerias público-privadas (PPP). Entre seus colaboradores internacionais, estão empresas como Cisco System, Huawei, Samsung, Sumec, BYD, Dalet, INIA, CWE e Fiat. Graças a esse trabalho, Samba se tornou um interlocutor privilegiado, responsável por fomentar relações comerciais duradouras.

Hasani Damazio, o empresário responsável por trazer ao Brasil o projeto Akon Lighting Latin Americas: o paulistano Hasani Damazio é o empresário responsável por trazer ao Brasil o projeto Akon Lighting Latin Americas. O brasileiro conheceu a iniciativa na África, continente onde atua como consultor desde 2010, e ficou impressionado com suas vantagens. "Além de atender a necessidade mais básica, de levar luz a toda a população, Akon Lighting Africa é revolucionário pois promove a utilização da energia solar, que é limpa, barata e essencial para a redução das emissões de carbono provocadas pela queima de combustíveis fósseis", explica o empreendedor. "Não bastassem todas essas vantagens, nos países que o adotaram, o plano também incentivou a pesquisa e criou centenas de empregos, formando jovens para atuarem na instalação e manutenção dos painéis de energia solar", destaca.

Imediatamente após esse primeiro contato, Hasani considerou o imenso potencial do Brasil para gerar energia solar. "Temos o privilégio de viver num país ensolarado, que possibilita a captação desse tipo de energia o ano inteiro, e os investimentos no setor ainda são pouco representativos", afirma. "Estamos diante de uma grave crise energética e hídrica, resultado das mudanças climáticas que secaram nossas represas e, consequentemente, afetam nosso potencial de gerar energia hidroelétrica. O investimento na captação de energia solar é a solução para enfrentarmos todos esses problemas."

Decidido a fazer parte dessa revolução, Hasani propôs uma parceria a um dos idealizadores de Akon Lighting Africa, o empresário malinês Samba Bathily, e assim nasceu Akon Lighting Latin Americas. Ao lado dos outros dois criadores da ação, o artista e ativista social Akon e o ativista político senegalês Thione Niang, Hasani lança, em dezembro, o projeto cujo objetivo é popularizar o uso da energia solar nas Américas.

Nesse vídeo, os fundadores do projeto Akon Lighting Africa, Akon Samba Bathily e Thione Niang, mostram o resultado da implantação dos painéis de energia solar em países do continente. A chegada da luz em lugares onde antes as pessoas viviam no escuro provoca uma revolução econômica e social, que se reflete em coisas muito simples, como a possibilidade de cozinhar sem depender da luz de velas.

Akon Lighting Americas fará o mesmo pelas comunidades que ainda não têm acesso à energia elétrica e muito mais: possibilitará que todos possam optar pela energia solar, que é limpa, é renovável, é barata, é ecológica. Ela ilumina o futuro do planeta. Em muito pouco tempo seremos todos ?#?movidospelosol?!. | Vídeo: [https://vimeo.com/102650910].

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