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02/02/2008 - 10:40

Carnaval: mais de 300 blocos desfilam pelas ruas do Rio de Janeiro neste ano

E ainda contam com bandas renomadas, entre elas, de Ipanema, Barbas, Glória, Leme, Pedro Américo, Sá Ferreira, Santa Clara, Bandida e Carmém Miranda.

Uma alternativa ao desfile das escolas de samba da Marquês de Sapucaí, os blocos carnavalescos e bandas, têm reunido milhares de foliões nas ruas do Rio. Segundo a prefeitura, neste ano, serão mais de 300 blocos em diversos pontos da cidade, mas principalmente na Zona Sul e no Centro, mas a Zona Norte não fica de fora.

Na opinião do presidente do Cordão do Bola Preta, Pedro Ernesto, o carnaval de rua tem a vantagem de ser mais democrático e informal que o do Sambódromo (onde desfilam as escolas de samba), uma vez que não cobram ingresso e exigem das pessoas apenas o entusiasmo. Um dos mais tradicionais blocos da cidade, o Bola Preta está completando 90 anos.

“Hoje as escolas de samba são uma potência, mas elas vieram de um bloco, o que demonstra a importância do bloco para o carnaval. Eu acho muito benéfica essa revitalização do carnaval de rua, porque a grande vantagem dos blocos é a democracia. Ali não é necessário muito dinheiro para brincar o carnaval, vale inventar um visual, uns adereços a mais, e pronto”, afirmou Pedro Ernesto.

Segundo o diretor de Operações da Companhia de Turismo da Prefeitura (Riotur), Bruno Matos, o crescimento do carnaval de rua na cidade é ótimo para a economia da cidade.

“Isso é uma coisa que vem surpreendendo não só o poder público como também os foliões. Hoje existem subprefeituras que não conseguem fazer o agendamento de tanta festa. Isso dá um retorno muito positivo para a cidade do Rio de Janeiro, uma vez que o carioca deixa de viajar para aproveitar esses blocos”, disse Matos.

O fenômeno do crescimento dos blocos de rua do Rio de Janeiro chega a gerar situações curiosas. Alguns blocos, como o Suvaco do Cristo e o Escravos da Mauá, atraem tanta gente que já adotam a estratégia de não divulgar o horário de desfile, e assim, não provocar tanto tumulto nas ruas da cidade. Outra curiosidade é que os blocos também abrem o carnaval mais cedo, normalmente com um mês de antecedência, é o caso dos Suburbanistas, da cantora/sambista Dorina, do Luiz Carlos da Vila e do Mauro Diniz, em Irajá, Zona Norte. - Ai segue com o Spanta Neném, Nem Muda Nem Sai de Cima, o “ Imprensa que Eu Gamo”, formado por jornalistas, entre muitos outros que arrastam multidões durante os dias de folia, fechando no dia 10 de fevereiro com o Bloco do Peixe, bloco carnavalesco do Mercado de Peixe São Pedro, em Niterói (RJ), Monobloco (em Copacabana), e Condomínio Barangal (Ipanema).

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