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23/12/2014 - 09:13

EDP explica o funcionamento das usinas hidrelétricas no Espírito Santo


Com configuração a fio d´água, toda a água que chega às usinas é utilizada para produção de energia, sem acumulação nos períodos de cheia, pois os reservatórios não possuem capacidade de acúmulo.

Vitória (ES) – A temporada de chuvas traz à tona velhas dúvidas a respeito do funcionamento de uma usina hidrelétrica. Mesmo com todos os esclarecimentos, ainda algumas pessoas vinculam os alagamentos na cidade à presença das usinas na região. Por este motivo, a EDP, por meio da sua empresa responsável pela geração de energia no Espírito Santo, explica o modo de operação das suas Usinas Hidrelétricas (UHE) e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs).

O princípio básico de uma hidrelétrica é usar a força de uma queda d'água para gerar energia elétrica. De acordo com o potencial de geração podemos classificar as hidrelétricas em: Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), que operam em uma faixa de geração de 1 a 30 MW e Usina Hidrelétrica (UHE), que possui instalações com potência instalada maior que 30 MW.

A construção das usinas se dá sempre em locais onde podem ser aproveitados os desníveis naturais dos cursos dos rios e deve-se ter uma vazão mínima para garantir a produtividade. No Espírito Santo, o Grupo EDP possui sete PCHs e duas UHEs.

“Os empreendimentos hidrelétricos sob operação do Grupo EDP no Espírito Santo tem uma configuração de usinas a fio d´água, onde praticamente nenhum volume de água é acumulado para a geração de energia. Ou seja, a água que chega à montante da usina passa diretamente pelas turbinas e o excedente vai direto pelos vertedouros de forma que a quantidade de água que sai é idêntica à quantidade que chega até a usina”, explica o diretor de Operação e Manutenção da Geração do Grupo EDP, José Cherem Pinto.

Quanto à manutenção das usinas, o diretor da EDP esclarece que todas as barragens e estruturas civis possuem uma programação de manutenção e monitoramento, conduzido pela área de engenharia da Empresa. “Todo esse processo é rigorosamente acompanhado e monitorado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL)”, acrescentou.

Visando contribuir ainda mais para o bem estar da comunidade onde atua, a EDP possui ainda um canal de comunicação direta com as Defesas Civis das cidades envolvidas para repasse das informações de medição do nível da água, com o objetivo de antecipar possíveis impactos a população. Por meio de tecnologia de ponta, em todas suas as instalações, a EDP conta com equipamentos de medição do nível da água para leituras remotas e locais. Ou seja, ao contrário do que alguns imaginam, as usinas hidrelétricas da EDP oferecem um monitoramento do nível das águas dos rios onde estão instaladas, feito 24 horas, e repassado para as prefeituras e Defesas Civis, que contam com a parceria do Grupo na disponibilização destes dados, que são uma importante ferramenta no trabalho destes órgãos durante o período de chuvas.

No desenvolvimento das obras das usinas, a EDP adotou as melhores práticas internacionais de preservação do meio ambiente e dos recursos naturais das regiões, como previsto na política de sustentabilidade do Grupo, que é publicamente reconhecida como modelo de referência no Brasil.

Além disso, nos locais onde possui atividades, são desenvolvidos diversos programas de acordo com o perfil da região, entre eles, os programas de Recuperação de Áreas Degradadas, Monitoramento Qualitativo e Quantitativo das águas dos rios e Monitoramento da Ictiofauna (acompanhamento de todo o conjunto das espécies de peixes que existem na localidade).

As usinas do Grupo EDP no Espírito Santo:

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