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21/11/2014 - 07:21

Para 74,6% dos brasileiros a Copa do Mundo deixou benefícios e aprendizados para o país

Brasília (DF) - O estudo consolidado pela Nielsen Sports, divulgado este mês, revela que a Copa do Mundo conquistou torcedores de todos os países e foi classificada como “A Copa das Copas”. Segundo a pesquisa, 76,4% dos brasileiros indicam que o evento deixou algum tipo de legado, sendo a interação humana o principal deles, com 38% das citações. Na sequência aparecem legados como esportivo (27%), urbano (24%), econômico (9%) e ambiental (2%).

“O Mundial ficou marcado, principalmente, pela interação humana, que foi o ponto alto do evento. A união entre os torcedores brasileiros e de outras nacionalidades despertou a atenção. Além disso, a receptividade dos brasileiros, a participação dos voluntários e as estruturas das arenas também agradaram, favorecendo a melhora do clima”, comenta o diretor de Nielsen Sports, Thiago Maia.

Para 14,8% dos entrevistados, que tiveram a oportunidade de ver ao menos um jogo nas arenas, a experiência foi marcante. A segurança e a presença de pessoas treinadas para auxiliar foram os quesitos melhor avaliados, enquanto o valor dos artigos vendidos no local e a alimentação oferecida deixaram a desejar. O quesito transporte dividiu opiniões, sendo que no Sudeste ele foi destaque como ponto positivo, enquanto no Nordeste negativo.

O evento refletiu também de forma positiva no consumo, principalmente, nas cidades do Nordeste e do Sudeste do país. 84,7% dos entrevistados assistiram aos jogos em casa com a família ou com os amigos – o que contribuiu diretamente para o crescimento de 6% da Cesta Copa do Mundo, composta por produtos que os torcedores declararam consumir durante o evento. Cerveja foi uma das categorias que mais contribuiu para esse crescimento, variando 9,4% no período, assim como industrializados de carne (embutidos como linguiça e salsicha), com 16,3%.

Além de destaques em cidades-sede como Fortaleza e Salvador, onde se notou um elevado consumo fora do lar, o interior de São Paulo também impulsionou a Cesta Copa do Mundo, sendo a região que mais contribuiu para o seu crescimento, com uma alta movimentação dentro do lar, esperado pelo fato de a área não ter recebido os jogos.

Esse aumento de consumo no país foi sentido, sobretudo, em lares com maioria fã de futebol, que representam 18% do total e são predominantemente de nível socioeconômico alto, com três ou mais pessoas e sem crianças. Neles, a cesta da Copa representou 45% dos gastos no período.

“Apesar do cenário incerto até o começo do evento, a Copa do Mundo impactou de forma positiva as pessoas, as marcas e o consumo. O evento deixou o país mais preparado para receber os Jogos Olímpicos”, conclui Thiago Maia.

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