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31/12/2013 - 15:42

Esporte brasileiro tem o melhor ano pós-olímpico da história

Em 2013, Brasil conquistou 27 medalhas em 13 modalidades em Campeonatos Mundiais ou competições equivalentes.

O Brasil chega ao fim de 2013 com o melhor ano pós-olímpico da história do esporte brasileiro. Com 27 medalhas em Campeonatos Mundiais ou competições equivalentes, o Brasil encerra 2013 com resultados que o colocariam entre as oito maiores potências esportivas do mundo. De acordo com monitoramento realizado durante todo o ano, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) estabeleceu estratégias de investimentos visando ao aprimoramento e desenvolvimento de cada modalidade, disciplina ou atleta com potencial de resultado. Faltando pouco mais de 900 dias para os Jogos Olímpicos Rio 2016, o COB segue trabalhando intensamente para colocar o Brasil entre os dez primeiros países do quadro geral de medalhas do evento, o Top 10.

Das 27 medalhas conquistadas em provas olímpicas nos Campeonatos Mundiais ou competições equivalentes em 2013, oito foram de ouro, 10 de prata e nove de bronze. Levando-se em consideração os mesmos requisitos adotados na medição, em 2001 (pós Sydney) o Brasil conquistou um total de 7 medalhas; em 2005 (pós Atenas) foram 11; e em 2009 (pós Pequim) foram 9 conquistas.

“O ano de 2013 foi muito bom para o esporte olímpico brasileiro, mas isso não traz a garantia de medalhas para 2016. No entanto, além de comprovarem a evolução do esporte olímpico brasileiro, os resultados conquistados este ano mostram que estamos no caminho certo. Hoje temos mais atletas individuais classificados entre os 20 melhores do mundo, em todas as modalidades, do que tínhamos no primeiro ano do ciclo olímpico de Londres 2012. É uma curva crescente, na qual cerca de 200 atletas estão sendo monitorado e atendidos estrategicamente em cada uma de suas necessidades”, afirma Marcus Vinicius Freire, diretor-executivo de esportes do COB.

Outro avanço importante alcançado pelo esporte brasileiro em 2013 foi a quantidade de modalidades que conquistaram medalhas em mundiais. Ao todo, 13 subiram ao pódio no ano (boxe, canoagem, ginástica artística, handebol, hipismo, judô, maratona aquática, natação, pentatlo moderno, taekwondo, vela, vôlei e vôlei de praia). Esse número de modalidades está dentro da meta do COB para alcançar o Top 10 no Rio 2016.

“Com quase um ano e meio após o fim dos Jogos Olímpicos Londres 2012, os resultados em competições internacionais demonstram que o esporte olímpico brasileiro está no estágio planejado. Estamos administrando essa preparação junto com as Confederações, com auxílio financeiro do Ministério do Esporte, principalmente em relação aos Campeonatos Mundiais, que têm demonstrado um crescimento relevante do Brasil. O monitoramento nos permitiu acompanhar os resultados de todas as nossas ações e realizar mudanças de rumo, quando necessário”, completa Marcus Vinicius.

Dentro do planejamento estratégico do COB, os primeiros anos deste ciclo olímpico estão voltados para a qualificação técnica das equipes brasileiras. Para isso, o COB investe em três ações básicas: contratação de treinadores de ponta, brasileiros ou estrangeiros; desenvolvimento de equipes multidisciplinares e ações diretas de ciências do esporte na preparação dos atletas. Vale destacar que os projetos do COB e das Confederações não visam apenas a conquista de medalhas olímpicas e mundiais. Em 2013, o Brasil conquistou outros resultados importantes no tiro com arco, levantamento de peso, triatlo, lutas e tiro esportivo. A mudança de estágio no desenvolvimento de algumas modalidades é um fator que também mostra a evolução do esporte olímpico brasileiro.

“Consideramos que os principais objetivos traçados pelo COB para 2013 foram alcançados, o que se reflete no quadro de medalhas do ano. Dentro do planejamento estratégico do COB, 2013 é um ano voltado para a qualificação técnica das nossas equipes. Além disso, o COB monitora cerca de 200 atletas, buscando atender, em conjunto com as Confederações Brasileiras Olímpicas, suas principais necessidades em termos de treinamento esportivo”, observa Marcus Vinicius.

O foco do COB para 2014 será no investimento em detalhes da preparação dos atletas. Para isso, o COB intensificará o processo de qualificação técnica das equipes brasileiras e começará a formar a delegação olímpica. Em março, o Brasil disputará os Jogos Sul-americanos de Santiago, no Chile, com cerca de 500 atletas. Muitos deles estarão nos Jogos Olímpicos do Rio. Em 2015, será a vez dos Jogos Pan-americanos de Toronto, no Canadá, quando a delegação estará ainda mais próxima daquela que disputará o Rio 2016.

“Faltando pouco menos de mil dias para os primeiros Jogos Olímpicos realizados na América do Sul, o COB segue trabalhando intensamente para colocar o Brasil entre os dez países mais bem colocados no quadro geral de medalhas do evento, conquista inédita para o esporte brasileiro. Estamos cientes do tamanho desse desafio e trabalhando arduamente para cumpri-lo”, destaca Marcus Vinicius.

Para os Jogos Olímpicos Rio 2016, o planejamento do COB e das Confederações Brasileiras Olímpicas visa ampliar as conquistas de medalhas olímpicas para cerca de 13 modalidades, superando a média histórica de oito que o Brasil vem alcançando. Nas últimas edições olímpicas, ser Top 10 significou alcançar algo em torno de 26 e 28 medalhas. Em Londres 2012, o 10º colocado foi a Ucrânia com 28 medalhas, e em Pequim 2008 foi a Itália, com 27. O Brasil ganhou 17 medalhas em Londres, ocupando a 16ª colocação pelo total de medalhas.

“Para alcançarmos o Top 10, temos que ampliar o número de atletas capazes de conquistar medalhas; aumentar o número de medalhas nas modalidades em que já temos tradição de conquistas olímpicas (estratégia que já funcionou em Londres 2012, quando vôlei e judô ganharam quatro medalhas cada uma); e conquistar medalhas em novas modalidades, como já ocorreu no boxe, ginástica artística e pentatlo moderno”, analisa o diretor-executivo de esportes do COB.

Atletas e equipes brasileiros medalhistas em Mundiais e competições equivalentes.:

Ouro: Rafaela Silva - 57 Kg – Judô | Jorge João Zarif - Classe Finn – Vela | Equipe de Vôlei Feminino | César Cielo - 50m livre – Natação | Poliana Okimoto - 10 Km - Maratonas Aquáticas | Arthur Zanetti - Argolas - Ginástica Artística | Robert Scheidt - Laser – Vela | Equipe de Handebol Feminino.

Prata: Erika Miranda - 52 Kg – Judô | Rafael Silva - + 100 Kg – Judô | Maria Suellen Altheman - +78 Kg – Judô | Yane Marques - Pentatlo Moderno | Equipe de Vôlei Masculino | Ricardo / Álvaro Filho - Vôlei de Praia Masculino | Ana Marcela Cunha - 10 Km - Maratonas Aquáticas | Martine Grael / Kahena Kunze - 49er – Vela | Equipe / saltos – Hipismo | Robson Donato Conceição - Boxe 60kg.

Bronze: Isaquías Queiroz - C1 1000 – Canoagem | Sarah Menezes - 48 Kg – Judô | Mayra Aguiar - 78 Kg – Judô | Guilherme Dias - 58 KG – Taekwondo | Lili e Barbara Sanches - Volei de Praia Feminino | Felipe Lima - 100m peito – Natação | Thiago Pereira - 200m medley – Natação | Thiago Pereira - 400m medley – Natação | Everton Lopes - Boxe 64kg.

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